ZTOP+ZUMO

ZTOP, 5

Mais um ano se passou, e já são cinco agora neste ZTOP. Hoje somos um negócio que dá dinheiro, Nagano e eu falamos apenas de coisas que gostamos e que valem a pena. E isso é legal pra caramba.

Muito mudou daquele setembro de 2007 para hoje. Foi uma época de três malucos terem uma ideia (o Rigues estava com a gente ainda…), mas tinham que fazer frilas e correr atrás de outras fontes de renda. Hoje não é mais assim.

Crescemos de forma ordenada, entendemos que nossa audiência é diferente de “grandes” (aham) sites de tecnologia por aí que vivem de copy/paste dos gringos. Costumo brincar que se o Gizmodo e o Engadget fecharem lá fora, 80% dos blogs de tecnologia brasileiros morrem de inanição. Então, Nagano, continue fazendo reviews gigantes e detalhados – e obrigado por ser essa pessoa única na minha vida.

Obrigado também ao pessoal do Terra, por acreditar e incentivar o ZTOP sem precisarmos apelar para o sensacionalismo de tecnologia (praga comum nos portais e blogs hoje). Helio, Leo, Eva, Ruivo Hering Ismael e equipe, valeu mesmo.

ZTOP (ou Zumo, para os íntimos – pode chamar assim que a gente atende) é um projeto pessoal meu e do Nagano que deu certo. Tem gente que não entende isso – mas isso não é meu problema (e espernear não leva a nada). Damos resultado pros nossos anunciantes e fico bem feliz com isso. O povo da F451, que investiu o ZTOP desde o final do ano passado, deve estar também. Obrigado ao Caio e ao Zé Wilson, que acreditam na gente, e ao resto do povo da casinha na Amauri.

No ZTOP, conseguimos o que conseguimos pela nossa competência e pelos nossos relacionamentos, coisa que falta muito aí no mundo jornalístico em geral, não só na internet.

Obrigado a todo mundo que entende que internet é coisa séria e merece atenção – das equipes de comunicação e marketing dos fabricantes de tudo que testamos e falamos por aqui. Se sua empresa/agência não entende internet, está na hora de repensar seus valores.

Obrigado a quem manda produtos pra gente testar com antecedência (semana que vem tem mais um…), convida para conhecer as novidades e também entende que existe um outro lado da moeda: investir em projetos comerciais com a gente (mas aí tem que falar com a Daniela e com o Celso do comercial, tá?).

E, chavão dos chavões, obrigado aos leitores que complementam as informações do ZTOP na nossa comunidade. Sem vocês e seus valiosos comentários não seríamos nada.

O que vem pela frente? Desde antes das férias ando tendo ideias malucas. Não sei se elas cabem aqui nesse formato de site, mas ainda precisam amadurecer.

Agora deixa eu correr que preciso ir pro Rio de Janeiro – amanhã eu falo no Seminário Viajosfera, do capitão Riq Freire 😉

Ah sim: todas as bobagens que eu escrevi no aniversário do ZTOP/ZUMO: ano um, ano dois, ano três, ano quatro.

Nagano comenta: Puxa vida… cinco anos de estrada — ou 35 anos de internet — a gente tá ficando velho… ou só mais calejado?

Eu acredito que isso é algo positivo, pois mostra que nossa proposta editorial não é de todo ruim, contando hoje com uma audiência e respeitabilidade até que boa para um blog tocado por dois cabeças-duras e que não se apoia em outras fontes de pageviews como manter um fórum, oferecer downloads gratuitos, etc.

E para ter chegado até aqui não canso de agradecer ao Henrique — que mantém a casa em ordem —  e todos aqueles que sempre acreditaram no nosso taco, como as gerências de comunicação, assessorias de imprensa (pela atenção e paciência) e o mercado de TI como um todo (pela consideração) e que desde o primeiro dia sempre nos trataram como um veículo de comunicação de verdade.

Como sempre, agradeço a todos aqueles que gostam do que escrevemos, a todos aqueles que não gostam do que escrevemos e até mesmo a aqueles que não estão nem ai para o que escrevemos.

Acredito que a maioria gosta. E para aqueles que discordam — sorry rapeize — a gente é assim mesmo!

 

 

Henrique Martin já escreveu na PC World, PC Mag, Folha de S. Paulo e criou o Zumo em 2007. Em 2011, o Zumo se transformou no ZTOP, referência em conteúdo original sobre tecnologia em um mundo pós-PC. Siga-o no Twitter: @henriquemartin