Sobre o caso do Speedy sem provedor…

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Uma única – e importante – observação no caso Telefônica/Speedy sem provedor: se o mercado de provedores de acesso í  internet já não estava em amplo crescimento exatamente pelo aumento de acessos em banda larga (meu Ví­rtua, por exemplo, nunca precisou de um), agora pode vir por aí­ uma quebradeira geral entre os pequenos provedores, sem grandes (aham) empresas telefônicas (ou de mí­dia) por trás.

Quem deve sobrar? iG , Terra, UOL e Globo.com, numa briga que vai se desviar do acesso (discado, alguém, ainda?) e vai para o conteúdo. Quero ver se a aposta vai para o conteúdo pago (como a Globo.com e áreas do UOL) ou seguir a tendência mundial e abrir para todos? (aqui, em inglês, tem outro ponto de vista sobre essa história de conteúdo aberto/pago)

Sobre o autor

Henrique Martin

Henrique Martin já escreveu na PC World, PC Mag, Folha de S. Paulo e criou o Zumo em 2007. Em 2011, o Zumo se transformou no ZTOP, referência em conteúdo original sobre tecnologia em um mundo pós-PC. Siga-o no Twitter: @henriquemartin

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