Samsung Omnia: precisamos de mais touchscreen?

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A Samsung lançou ontem à noite o novo celular Omnia. É mais um aparelho touchscreen, com formato, tela, estilo, design similares ao do velho, bom e conhecido iPhone. Seu maior diferencial: tem uma câmera de 5 megapixels com capacidade para vídeos, tem três modos de manipular a tela (toque, mouse e stylus) e faz vídeoconferência (demais itens como GPS, Wi-Fi, mapas etc. estão no pacote) – e tem uma outra coisa BEM legal: roda Windows Mobile 6.1, mas vem com o Opera como navegador padrão. (esqueci de dizer que ele tem 8 GB de armazenamento, mais slot para cartão microSD).

No vídeo acima, feito e transmitido (quase) em tempo real via QIK, André Vargas, gerente de produto da Samsung, faz uma demonstração rápida do aparelho (apesar da escuridão, dá para entender algumas coisas). No abaixo, outra demo rápida de outros recursos.

Pelo pouco que vi/mexi no Omnia, meu temor em relação ao mundo touchscreen se concretiza: estamos em um universo onde um suposto líder (Apple) vende um telefone caro (no Brasil) que conseguiu criar um padrão de qualidade nas telas sensíveis ao toque.

E o que vem na sequência (o que é mais que válido, concorrência é isso aí) pode não ser o melhor dos mundos – ainda. Num teste rápido, achei a interface um tanto “dura” e pouco responsiva ao toque (é o mesmo temor que tenho com o vindouro Nokia 5800, por exemplo). Mas isso é uma questão que só testes mais a fundo podem responder. E que venham mais aparelhos touchscreen (ou não!).

Em tempo: o Omnia tem um preço sugerido de R$ 1.799, sem subsídios (será vendido nas principais operadoras).

Sobre o autor

Henrique Martin

Henrique Martin já escreveu na PC World, PC Mag, Folha de S. Paulo e criou o Zumo em 2007. Em 2011, o Zumo se transformou no ZTOP, referência em conteúdo original sobre tecnologia em um mundo pós-PC. Siga-o no Twitter: @henriquemartin

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