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Review: Workstation HP Z600

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O Zumo teve a oportunidade de testar a nova linha de workstations HP série Z lançada em maio desse ano. Mais do que uma atualização de modelo, esses computadores já contam com os novos processadores Xeon da série 5500 baseadas na plataforma Nehalem, a mesma dos Core i7.

Disponível em três modelos, tivemos acesso ao modelo intermediário — o Z600 — que apesar de não ser tão imponente quanto o Z800, ele possui o mesmo design industrial (desenvolvido em parceria com a BMW) do seu irmão mais velho e o mais importante — suporte para dois processadores (dual socket) —, ao contrário do seu irmão caçula, o Z400.

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Como é tradição nos produtos da HP, o Z600 é um produto de construção sólida, com as laterais formadas por painéis de alumínio escovado de 2,5 mm de espessura com dois vincos que proporcionam maior rigidez ao conjunto. Além de atraente, o uso desse metal também ajuda a dispersar o calor gerado no seu interior.

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Assim como o Z800, o Z600 vem com alças na parte de cima do gabinete, o que facilita em muito o transporte de um equipamento até que bem pesado (de 15 kg a 19 kg, dependendo da configuração) para ser carregado de qualquer jeito. Como medida adicional de segurança, o gabinete possui um slot para trava de segurança padrão Kensington e o acesso ao seu interior ainda pode ser trancado a chave, como uma porta de carro. De fato, abrir e fechar esse gabinete não poderia ser mais fácil: basta puxar a tranca que a tampa literalmente cai para fora.

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Uma curiosidade dessa tampa é que na sua parte interna possui um diagrama do sistema gravado a laser diretamente no metal. Antes disso utilizavam-se etiquetas que, com o tempo, poderiam se descolar e perder a informação. Outra vantagem dessa solução é que na hora de reciclar o produto a tampa volta mais “limpa” no processo, livre de resíduos como etiquetas ou mesmo cola.

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Se comparado com a Z800, a Z600 tem menos espaço para periféricos, duas baias internas para discos de 3,5″ e duas baias para unidades de 5,25″ contra quatro e três (respectivamente) do seu irmão maior, proporcionando assim um conjunto ligeriamente mais compacto (17 x 44 x 45 cm — LxAxP) o que pode pode ser uma mão na roda para aqueles que dispõe de menos espaço na sua área de trabalho.

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Seu painel frontal até que é bem simples: Botão de liga/desliga, LED de acesso ao disco e gravador de DVD com função LightScribe e espaço para uma segunda unidade opcional que pode ser adicionada pelo usuário.

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Logo abaixo ficam as portas de comunicação: três USB 2.0, entrada e saída de som e uma porta IEEE 1394 (Firewire). Na versão analisada, esta última estava escondida por baixo de uma tampinha de plástico e dando uma olhada na placa-mãe, notamos que ela está desabilitada.

Como a maioria dos controles localizando-se na metade inferior do painel frontal, não acredito que esse equipamento tenha sido feito para ficar em locais baixos como no chão ou debaixo da mesa de trabalho. Note também que o Z600 não vem com leitor de cartões de memória flash. Pode se até tentar adaptar um na baia de 5,25″ (existem 3 conectores USB livres na placa-mãe) ou adquirir o leitor opcional da HP. Mas acredito que nesse caso, um leitorzinho de mesa talvez seja a melhor solução.

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Na parte de trás o gabinete a mesma simplicidade que vimos na frente: Porta para teclado e mouse padrão PS/2 (ainda muito popular no mundo corporativo), seis USB 2.0, rede Gigabit Ethernet e som.

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Assim como outros desktops corporativos da HP, seu gabinete é do tipo tool-less, ou seja, ele pode ser quase que totalmente desmontado sem o uso de ferramentas e note que todas as travas estão claramente marcadas com a cor verde. De fato, esse conceito avançou ainda mais no caso da série Z, já que diversos componentes como a fonte de alimentação, a baia de discos rígidos e alguns ventiladores se conectam ao sitema por meio de plugs e tomadas embutidos no gabinete, o que faz com que boa parte da sua fiação não fique emaranhada e socada dentro do gabinete.

Isso traz inúmeras vantagens como um interior bem mais organizado, descongestionado e limpo o que também facilita a circulação de ar pelo seu interior. De fato, sem contar a fonte e a placa de vídeo, contei seis ventoinhas montadas em diversos locais no gabinete e, mesmo assim, seu funcionamento é impressionantemente silencioso.

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Na minha opinião, uma das inovações mais interessantes da linha Z é o desenho da sua fonte de 650 watts (c0m 85% de eficiência) que ocupa toda a parte inferior do gabinete. O Z800 utiliza uma solução semelhante porém montada na parte de cima.

Uma das grandes sacadas dessa solução é seu conceito modular, que permite sua remoção como se fosse um cartucho de toner de impressora.

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Além disso, seu desenho na forma de duto possui dois ventiladores frontais que puxam o ar diretamente de fora, forçando a sua passagem pelo interior da fonte e saindo por trás junto com o calor gerado pelo seu circuito. Se comparado com as fontes convencionais, essa solução é bem mais eficiente já que ela não utiliza o ar (já meio aquecido) do interior do gabinete para resfriar o seu próprio circuito.

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Outra vantagem é que no caso de pane, ela pode ser facilmente substituída por qualquer pessoa sem o risco de errar nas ligações na fonte. E para facilitar as coisas, ela dispõe de um procedimento de auto-teste que funciona da seguinte maneira:

Com a fonte fora da workstation, liga-se a mesma na tomada. Se o LED de estado acender, tudo OK. Caso contrário, a fonte pode estar com algum problema e precisa ser trocada. Trata-se de um procedimento simples e que pode poupar horas ou até mesmo dias de trabalho parado.

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Falando nisso, a baia de discos rígidos SATA 300 também funciona no sistema de gaveta:

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O modelo analisado veio equipado com dois discos Seagate Barracuda 7200.11 de 500 GB cada que podem ser configurados em RAID 0,1, 5 ou 10. A HP oferece opcionalmente um controlador SAS com quatro  portas LSI 3041E SAS/SATA com suporte para RAID 0, 1 ou 10.

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Curiosamente a placa-mãe do Z600 ainda vem com interface de disco flexível (ainda oferecido como opcional), que acredito que ainda possa ser usado nua situação de contingência onde seja necessário instalar um driver de dispositivo mais exótico ou mesmo atualizar uma BIOS pelo disquete.

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Apesar do Z600 ser um sistema dual-socket (aceita dois processadores físicos) o modelo analisado por este Zumo veio com apenas um processador instalado: um Intel Xeon X5770, um chip quadcore de 45 nm, 2,93 GHz, 8 MB de cache L2 e TDP de 95 watts. Ao contrário de seus antecessores esse chip não possui barramento frontal (em MHz) e sim conexões QuickPath de 6,4 GT/s. Para a Z600 a HP também oferece opções de processadores Xeon E5504, E5506, E5520, E5530, E5540, E5550 e E5560 com clocks variando de 2,0 a 2,66 GHz.

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Como esses novos chips baseados Nehalem vem com seu próprio gerenciado de memória integrado, ao remover a peça de plástico localizada acima do processador (que força a circulação de ar pelos pentes de memória) podemos ver dois bancos de memória RAM (um para cada processador). Acredito que a opção por três slots por banco (contra seis do Z800) seja mais uma questão de economia de espaço, ou seja, não adianta colocar mais memória nos slots “CPU1-DIMMx” sem instalar o segundo processador.

O modelo analisado veio com três pentes de 2 GB de SDRAM DDR3 de 1.333 MHz, totalizando 6 GB.

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Como era de se esperar, o Z600 é bem servido de slots de expansão. A partir da esquerda: dois PCI, uma PCIe2 x16, uma PCIe x8, outra PCIe2 x16 e uma PCIe2 x8. Aparentemente esse sistema não oferece suporte para Crossfire nem para LSI e o uso de placas que demandem uma entrada de energia direto da fonte está limitado a uma por causa de uma simples limitação técnica (literalmente falando).

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A HP oferece um amplo leque de opções de placas de vídeo tanto da ATI quanto da NVidia, a saber:

  1. 3D profissional: NVIDIA Quadro NVS 295 (256 MB), NVIDIA Quadro NVS 450 (512 MB).
  2. 3D de entrada: NVIDIA Quadro FX 380 (256 MB), ATI FirePro V3700 (256 MB), NVIDIA Quadro FX 580 (512 MB).
  3. 3D de nível médio: NVIDIA Quadro FX 1800 (768 MB), ATI FirePro V5700 (512 MB).
  4. 3D High-end: NVIDIA Quadro FX 3800 (1 GB), ATI FirePro V7750 (1 GB), NVIDIA Quadro FX 4800 (1.5 GB), NVIDIA Quadro CX (1.5 GB).

Vale a pena lembrar que, no caso das workstations, o mais importante nesse caso é a garantia de compatibilidade com maior número de aplicações gráficas/profissionais do mercado. No caso da HP, ela conta com as certificações da AutoDesk, MCAD e DME.

No nosso caso, o Z600 veio com uma placa de vídeo de médio porte — uma NVIDIA Quadro FX 1800 — por sina,l fabricada especialmente para a HP. Ela vem com 768 MB de RAM GDDR3 e suporte para resoluções de até 2.560 x 1.600 pixels. Ela é compatível com as tecnologias Shader Model 4.0 , OpenGL 3.0, MS DirectX 10 e NVIDIA CUDA. Seu consumo máximo fica em torno de 59 watts.

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O legal dessa placa é que ela já vem com duas saídas DisplayPort e uma DVI que pode ser ligada num monitor com interface SVGA por meio de um adaptador (não incluso). Observe, porém, que apenas duas delas podem ser usadas ao mesmo tempo.

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Sob testes

O Z600 analisado por este Zumo veio da HP equipado com o Windows Vista Business de 32 bits e, por causa disso, a primeira coisa que vi foi o Índice de experiência do Windows:

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Uma coisa que notamos no gerenciador de tarefas é que o processador X5570 não estava com o recurso de HT habilitado. Por causa disso a maioria dos testes baseados em multiprocessamento trabalharam apenas com quatro threads em vez de oito.

Nos testes realizados, o Z600 Deluxe bateu 184 pontos no Sysmark 2007 Preview 1.05 10.921 pontos no PCMark 2005, 6.982 pontos no PCMark Vantage, 8.078 pontos no 3DMark 2006 e 4.027 Pontos no 3DMark Vantage. No AutoGK 2.45 o Z600 levou aproximadamente 45m56s para transformar um filme em DVD para um arquivo AVI de 700 MB. O processo oposto (criar uma imagem de DVD a partir de três arquivos de vídeo) feito com o DVDFlick 1.3.0.6 foi de 1h45m56s utilizando um thread e 58m31s com quatro threads.

Nos testes de renderização com o Cinebench 9.5 o sistema obteve 639 CB-CPU (single CPU) e 2.102 CB-CPU (multiple CPU), um ganho de 3,29 vezes no modo multiprocessado. No Cinebench 10 os resultados foram ainda ainda: 3.661 CB-CPU (Single CPU) e 13.088 CB-CPU (Multiple CPU), um ganho de 4,0 vezes.

Aproveitamos para fazer alguns testes específicos de OpenGL como o LightMark 2008:

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O SpecViewPerf 10:

  • 3dsmax-04 –  132.77
  • catia-02 –  97.58
  • maya-02 –  110.14
  • proe-04 –  87.11
  • sw-01 –  139.43
  • tcvis-01 –  32.65

E finalmente, o notório SuperPi do David Lopes:

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Para um equipamento que rodou todos os testes com um handcap de menos 4 threads — ou seja, literalmente com um pé nas costas — o Z600 até que se saiu muito bem com desempenho muito próximo do obtido com a placa-mãe ASUS P6T Deluxe com todos os acompanhamentos e processador Core i7 965 Extreme acelerado a 3,65 GHz. Assim, fico imaginando o estrago que essa máquina pode fazer com dois processadores instalados rodando oito threads cada.

Com o preço em torno de R$ 8 mil (dependendo da configuração desejada) a Workstation Z600 é um produto de nicho, especialmente voltado para o mercado profissional e que, como tal, valoriza certos fatores que alguns nem levam muito a sério como estabilidade, confiabilidade e total compatibilidade com os aplicativos do mercado.

Sob esse ponto de vista o Z600 é uma plataforma muito interessante porque ele combina um impressionante desenho industrial, capacidade de processamento e confiabilidade num conjunto relativamente compacto, não maior que um desktop de linha. Mas por causa disso, ele teve que abrir mão de um pouco de sua capacidade de expansão — em especial no número de periféricos — o que de um certo modo passa mais uma sensação de preservação de investimento do que algo realmente prático. Algo como aquelas últimas placas-mãe ATX com um slot AGP + cinco PCIs, ou seja, o usuário pode nem sabe o que vai fazer com tanto slot livre (já que hoje tudo já vem integrado na placa-mãe), mas ele se sente melhor só de saber que elas estão lá no caso de qualquer eventualidade. 🙂


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Resumo: Workstation HP Z600

O que é isso? Estação de trabalho para uso profissional.
O que é legal? Belíssimo desenho industrial, plataforma realmente nova, suporte para dois processadores Xeon “Nehalem”.
O que é imoral? Leitor de DVD e controles localizados na parte central do gabinente não fazem desse modelo o melhor para ser deixado no chão ou debaixo da mesa.
O que mais? Boa capacidade de expansão, não aceita placas de vídeo em SLI ou Crossfire.
Avaliação: 9,0 (de 10). Entenda nosso novo sistema de avaliação.
Preço sugerido: Em torno de R$ 8.000 (versão analisada R$ 6.300)
Onde encontrar: hp.com.br

Desde o século passado Mario Nagano analisa produtos e já escreveu sobre hardware e tecnologia para veículos como PC Magazine, IDGNow!, Veja e PC World. Em 2007 ele fundou o Zumo junto com o Henrique assumindo o cargo de Segundo em Comando, Editor de Testes e Consigliere.

  • Só uma dúvida: o consumo máximo de 59 watts é da placa de vídeo ou da workstation? Se for da placa de vídeo, quanto é o consumo da workstation inteira?

  • Foscarini

    Faltou algo:

    “Com o preço sugerido de R$ xxx a Workstation Z600 é um produto de nicho”

  • Quanto custa a bagaça, Nagano? rsrs Tem muito overhead em relação ao preço praticado nos EUA?

  • Oi Cesar,

    O consumo da FX1800 é de 59 watts. A fonte da Z600 é de 650 watts com 85% de eficiência.

    [ ]s

    M.

    PS.: Com relação ao preço, a HP só nos passou um preço aproximado. Deveremos ter um número mais preciso em breve.

  • Fabiano

    Sistema de 32 bits com 6 GB de RAM? Que pisada na bola da HP!

  • Marcelo

    O que achei mais estranho é uma maquina dessa com 5,7 de indice de experiencia. Aqui com Q6600, 8600GT, 4gb800mhz tenho 5,9 de pontuação(Vista Ultimate x64).

  • Anderson

    Realmente é um sistema para ninguém botar defeito. De certo, vão haver aqueles vão falar que o defeito do sistema é usar Windows ao invés de algum *nix.

    O que não deixei de notar foi a questão do design da BMW. Eles estão emancipando os seus horizontes, até a Thermaltake tem um novo modelo, o Level 10, que também foi desenhado pela equipe da BMW.

  • dflopes

    uau, só 5.7 de pontuação? deve ter alguma errada!!!

    Bater 12s no SuperPi, usando apenas 1 processador não é para qualquer um.

    E o mais importante. A bateria. Ter 85% de eficiencia é legal, mas não ter padrão-ATX? Pq?

    E não é possível instalar um leitor de cartões na baia de DVD? apesar de só ter visto leitores internos para serem usados na baia do disquete.

  • Oi pessoal,

    Os 5,7 pontos no Windows Experience foram causados pela sua placa de vídeo FX1800 que a própria HP descreve como “3D de nível médio”. Pela métrica desse benchmark, a MS sempre usa a menor pontuação (dentre todos levantados) como nota final.

    O curioso é que no Win 7 o valor máximo desse índice passou de 5,9 para 7,9.

    [ ]s

    M.

  • Magistral análise, meu caro Nagano.

    Já sei com qual machina sonharei esta noite.

    Abraço fraterno do seu fã.

    – c.a.t.

  • Marcelo

    Ok Mário, bem explicado agora. Aqui no Windows seven tbem sobe dos 5,9 para 7,1. Como disse o Fabiano acima, 6 giga RAM com SO de 32 bits ficou estranho, e desperdiçar um processador desse (64 bits) com SO de 32bits não me parece uma boa idéia. Mas valeu pelo teste, fico aqui sabendo que é máquina pra ninguem colocar defeito.(queria uma dessa com certeza).

    Gde abraço Mario.

  • luiz

    Windows Vista Business de 32 bits e 6 Gb de Memoria Ram, alguma coisa não ta batendo aí.

  • Edivaldo

    Quanto ao quesito O que é imoral?, creio que nenhuma CPU é boa suficiente pra ser colocada no chão ou debaixo da mesa. Quanto mais alto menos problemas com poeira e maior tempo de vida e isso vale mesmo pra uma máquina profissional coimo essa.

  • Oi Edvaldo,

    Concordo com seu ponto de vista e meus computadores estão todos em locais altos. Mas fato é que muita gente realmente deixa seus desktops no chão, nem sempre por prazer e sim por simples falta de espaço mesmo.

    David Hill da Lenovo fez um post muito interessante sobre esse assunto em seu blog, dizendo como essa situação inspirou sua nova linha de mini-torres ThinkCentre:

    http://lenovoblogs.com/designmatters/?p=918

    [ ]s

    M.

  • frank

    i don't understand any portugues, but the pictures are very good. Excpt No 24 seems to be from z800.

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