Review: Sony Vaio Y VPC-YB15AB (com AMD Fusion)

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Baseado no esperado processador AMD Fusion, o notebook Sony Vaio VPC-YB15AB (Série Y) é uma boa indicação do que o mercado de portáteis será nos próximos anos.

O VPC-YB15AB é um dos primeiros portáteis a chegar no mercado já equipado com a nova CPU APU (de accelerated processing unit ou unidade de processamento aceleradoAMD E-350 “Fusion” (codinome Zacate), que integra na sua pastilha de silício de 40 nm dois núcleos de processamento x86 “Bobcat” de 1,6 GHz, controlador de memória  DDR3, unidade UVD (Unified Video Decoder) para processamento de  vídeo em HD e um TDP de apenas 18 watts.

E como muitos já sabem, a grande novidade desse chip é que ele vem com sua própria aceleradora gráfica integrada ao núcleo e a primeira com com suporte para DirectX 11.

Fora isso, a APU se conecta com um chip controlador “Hudson” M1 via barramento UMI (Unified Media Interface), que faz o meio de campo entre o Fusion e as diversas interfaces do sistema como as portas USB, SATA, som, etc resultando em um conjunto de componentes altamente integrados.

Com isso o objetivo da AMD é de oferecer para o mercado uma plataforma que ofereça uma boa relação entre consumo x desempenho nas tarefas mais comuns do dia a dia, como manipular documentos, navegar na web, assistir a vídeos em alta definição e até brincar com um joguinho mais sofisticado de vez em quando.

E na mesma época em que os processadores Fusion foram anunciados, o pessoal de Sunnyvale apresentou algumas plataformas de referência para notebooks e netbooks — codinome Brazos — que, por sinal, é a base do projeto do notebook Vaio série Y.

Anunciado no início de fevereiro  de 2011 aqui no Brasil, o Vaio Série Y já está disponível nas lojas Sony Style e na sua página na internet com gabinete nas cores Prata e Pink (modelo VCP-YB15AB). Testamos a versão rosa.

Medindo 29,0 x 3,2 x 20,3 cm (LxAxP – fechado) e 1,43 kg de peso (1,634 kg com o carregador incluso), o Vaio Y não é exatamente um netboook, e sim um notebook “thin-and-light” cujos melhores representantes locais são o ThinkPad X100e da Lenovo ou o eee PC 1201T da Asus. De fato se comparado com este último, suas dimensões são praticamente idênticas ao modelo da Sony (confira aqui e aqui).

O VCP-YB15AB é dono de um visual simples, mas que mantém todas características básicas do design da linha Vaio: uma combinação de linhas retas e contornos suaves e que facilita sua pegada e transporte. E como era de se esperar de um modelo de entrada, o material predominante do gabinete é o plástico ABS.

Note que a cor pink é aplicada apenas na tampa traseira e na moldura interna da tela LCD, que combina bem com o interior cinza e as teclas pretas do portátil. Interessante notar que — ao contrário de outros fabricantes — o preço da versão pink é a mesmo da versão cinza. Ah sim — ao contrário do pavoroso black piano —  o acabamento do gabinete é fosco e, assim, menos propenso a acumular marcas de dedos (yay!).

Outra marca registrada da Sony é o desenho da sua articulação da base com seu grande e luminoso botão de liga-desliga. Observe que nessa imagem o botão brilha na cor laranja, indicando que está em stand-by. Fora isso, podemos ver a presença das portas de som, duas USB 2.0, slot para trava de segurança padrão Kensington e a porta de rede Gigabit Ethernet (uia!).

Curiosamente, podemos ver que no seu lado oposto, o mesmo local do botão de liga/desliga é ocupado pela entrada do adaptador da rede elétrica. Mais a direita podemos ver a saída de vídeo SVGA, outra HDMI (yay!), saída de ar do cooler e mais uma USB 2.0.

Note que a parte da frente desse portátil é levemente “rebaixada” o que ajuda na ergonomia do teclado, tornado a digitação de textos ligeiramente mais confortável.

Seguindo as tendências da moda desse mercado, o Vaio Y adota o chamado teclado “chiclete” com suas teclas quadradas, planas e que seguem o padrão português brasileiro. Se comparado com alguns portáteis mais recentes da Dell e da Lenovo como o Inspiron Duo ou o ThinkPad Edge, a carreira de teclas de função (F1~F12) segue o padrão tradicional — o que na minha opinião eu até prefiro — o que inclui as teclas Pause, SysReq, Break etc. que já sumiram em alguns modelos mais modernosos.

Se comparado com notebooks com telas de 9 e 10 polegadas, o espaçamento entre as teclas do Vaio Y é praticamente a mesmo que um teclado convencional (~1,9 cm) e o fato de elas não serem coladas uma nas outras impede que o usuário pressione mais de um caracter ao mesmo tempo. Apesar dele não ser tão macio quanto um ThinkPad, o seu uso é bastante agradável em especial porque que as teclas não “repicam” quando pressionadas com mais entusiasmo.

A região abaixo do teclado — levemente mais elevada — funciona realmente como um apoio para as mãos, o que ajuda na ergonomia do produto. Note a textura quadriculada…

… que também está presente no touchpad só que na forma de uma estampa, o que ajuda o usuário a encontrá-lo apenas com o tato.

Depois que a AMD abraçou a estratégia Vision, reunindo todas as suas tecnologias de CPU e gráficos sob uma única bandeira (ou selo), podemos ver que essa idéia pode ser uma faca de dois gumes, já que o selo “Vision” apenas passa a mensagem de que o usuário pode ter uma boa experiência visual com esse produto. O problema neste caso é que o selo usado num Athlon Neo (single core) do Asus eee PC 1201T

… é o mesmo usado no AMD E-350 “Fusion” dual core do Vaio Y. E aí, como ficamos?

Aparentemente, a Sony ou a AMD estão colando um segundo selo “AMD Radeon Graphics” — o que para mim quebra um galho mas não é a solução ideal — já que ela pode ser usada para descrever a aceleradora gráfica no processador, no chip set ou até mesmo em uma placa externa.

Uma das coisas que gostei muito do Vaio Y é que a máquina não economiza nas luzinhas indicadoras de estado: no canto superior direito podemos ver os indicadores de Num Lock, Caps Lock e Scroll Lock…

… e no mesmo lado, na parte da frente, temos a luz indicadora de funcionamento do Wi-Fi (com sua respectiva chave liga-desliga), carga da bateria e acesso ao disco rígido.

Como era de se esperar de um equipamento da Sony, o Vaio Y vem equipado com um slot para cartão Memory Stick Pro e, para não ficar isolado nesse mercado, ele também aceita o padrão de mercado SD/MMC. Mas ao contrário de outros fabricantes que adotam um único slot que aceita ambos os formatos, o Vaio Y vem equipado com dois slots, o que permite, por exemplo, copiar o conteúdo de um cartão SD diretamente para um Memory Stick e vice-versa.

Ztop in-a-box

Analisando as especificações técnicas do Vaio Y, descobri meio que por acaso que seu leitor de cartão SD já é compatível com o novo padrão SDXC (uia!), o que permite tirar proveito dos novos cartões SD de altíssima capacidade que, na teoria, podem chegar até a 2 TB. Mas por enquanto os primeiros modelos a chegar no mercado são apenas os de 48 GB e 64 GB, o que já é bem mais que os 32 GB que um SDHC consegue armazenar.

Isso ocorre porque a controladora do leitor de cartão SD precisa estar preparada para reconhecer a nova tecnologia de armazenamento, o que faz com que a as novas versões sejam capazes de reconhecer seus antecessores, mas o oposto nem sempre é possível. Mais informações aqui.

Aqui na Zumo-caverna já recebemos uma amostra de cartão SDXC da Transcend cujas pastas até abrem num PC com Windows 7 equipado com um slot ou leitor USB para cartão SDHC, o que pode passar a falsa impressão de que o cartão funciona. Mas isso até você começar a transferir os arquivos e no meio do processo o cartão começa a dar erro.

A tela do Vaio Y utiliza um painel LCD de 11,6″  com retroiluminação a LED e resolução nativa de 1.366 x 768 pixels, que é a mesma usada em outros modelos desse porte.

Traz uma webcam Sony “Motion Eye” com microfone integrado (que fica em uma posição bem afastada à esquerda). Apesar do nome, essa câmera não se move.

A Sony oferece um interessante pacote de programas que tiram proveito da câmera como o Magic Visual Effects e o Webcam Companion, da ArcSoft. Entretanto o produto mais curioso é o VAIO Media Gallery, que usa a câmera para identificar alguns comandos de gestos:

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Fora isso o portátil já vem com o Windows 7 Starter de 32 bits original, Microsoft Office 2010 Starter (sem data de expiração), Picture Motion Bronswer VAIO Edition, VAIO Control Center, VAIO Help and Support, VAIO Care, VAIO Update, Adobe Reader, WebCamp companion e o Norton Internet Security (versão de teste 30 dias).

A base do Vaio Y é na cor preto fosco (yay!) e é praticamente dominada por uma grande tampa aparafusada que dá acesso ao interior do portátil.

Notamos que como em outros portáteis da Sony que vimos recentemente, ela vem com um aviso colado que pede que o computador não fique muito tempo próximo ao corpo do usuário.

Para ver se esse problema de aquecimento era tão sério como no netbook Vaio VPC-M120AB (com Atom N470 de 1,83 GHz), fiz o mesmo experimento: instalei e botei pra funcionar Prime95 e deixei a máquina cozinhar por algumas horas. Feito isso, eu fiz algumas leituras da temperatura da base meu termômetro a laser e a máquina estava estranhamente fria (variando de 28 a 30 graus), com um único ponto mais quente que bateu 37,8 graus. Algo realmente notável se levarmos em consideração que o VPCM120AB nas mesmas condições chegou a bater 50 graus.

O módulo de bateria que acompanhou o Vaio Y é um modelo VGP-BPS21B de seis células e peso total de 375 gramas. Segundo o fabricante sua autonomia estimada é de 5,5 horas.

Uma olhada mais detalhada na sua etiqueta diz que essa bateria utiliza a tecnologia de íons de lítio e gera uma corrente de 10,8 volts x 3.500 mAh.

O seu carregador modelo VGP-AC19V39 de 19,5 volts x 2 ampéres é do tipo bivolt e é bastante leve (204 gramas com o cabo de força incluso) e relativamente compacto (9,2 x 2,6 x 4,1 cm — LxAxP).

Para se ter acesso ao interior do portátil basta remover a tampa inferior para termos acesso a alguns de seus principais componentes internos:

Interessante ver que o portátil veio equipado com dois slots para pentes de memória SODIMM DDR3, sendo que uma deles está livre e permite adicionar mais memória, podendo chegar a 4 GB. A sony alerta que caso o usuário queira fazer isso talvez seja necessário também fazer um upgrade de SO — como o Windows 7 Home — já que o Starter não reconhece mais do que  2 GB de RAM.

O pente de memória que veio instalado é um módulo de 2 GB DDR3 e 1.333 MHz da Nanya.

O disco rígido fica instalado numa gaiola metálica presa por quatro parafusos no gabinete do produto. Note que dois dos parafusos que seguram a tampa inferior no seu lugar também fixam o HD, de modo que é preciso remover apenas mais dois parafusos…

… para podermos retirar o disco, o que é feito puxando para cima o mesmo com a ajuda de uma lingüeta. Esse sistema de encaixe é muito parecido com o usado pela HP em alguns de seus portáteis.

Para nossa surpresa, o Vaio Y veio equipado com um disco rígido WD Scorpio Blue WD5000BEVT de 500 GB de capacidade de armazenamento, o que casa bem para um produto fortemente voltado para entretenimento e reprodução de mídia.

Meio escondido num canto ao lado dos slots SODIMM vemos parcialmente o cartão da interface Wi-Fi 802.11g/n (nesse caso um Atheros AR9285). Mas, ao contrário de outros portáteis que andamos depenando recentemente, o Vaio Y parece que não vem preparado para trabalhar com redes metropolitanas que pode ser um modem 3G ou mesmo uma interface WiMAX. Isso porque não vimos espaço vago para a instalação de um cartão WAN ou mesmo uma entrada para cartão SIM. Internamente o sistema também conta com uma interface bluetooth.

Sob testes:

Para baixar o preço do Vaio Y, ele vem de fábrica com o Windows 7 Starter de 32 bits pré-instalado. De qualquer modo como é procedimento normal aqui na Zumocaverna,  formatamos a máquina e reinstalamos o Windows 7 Ultimate com SP1 antes de começar nossos testes.

Como podemos ver no Índice de Experiência do Windows 7 o desempenho em gráficos é bem superior ao de um netbook de linha com Atom em especial no desempenho gráfico. Entretanto nos chamou a atenção que o desempenho do processador — que por sinal segurou o score geral em 3,7 pontos — não ficou muito acima do obtido com o Athlon Neo MV-40 (3,1 pontos), principalmente se levarmos em consideração que estamos falando de um chip single core (MV-40) contra um dual core (E-350).

Nos testes de aplicativos realizados com o Sysmark 2007 Preview, o Vaio Y bateu 56 pontos o que foi 16,6% acima do EEE PC 1201T (48 pontos) ou 36% mais veloz que o Vaio VPCM120AB (41 pontos) equipado com um processador Atom N470 single core com HT de 1,83 GHz.

Já no PC Mark Vantage o Vaio Y obteve 2.271 pontos . No AutoGK 2.45 o sistema levou 2h58m50s para transformar um filme em DVD para um arquivo AVI de 700 MB. O processo oposto (criar uma imagem de DVD a partir de um arquivo de vídeo)  feito com o DVDFlick 1.3.0.6 foi de 7h03m10s utilizando um thread e 5h33m41s (7h29m38s) utilizando dois threads. Novamente números bem melhores que um netbook com Atom, mas nada que impressione um usuário de PC mainstream ou topo de linha.

Segue abaixo os resultados do Cinebench 11.5

… e do Super Pi do David Lopes:

 

Por ser a primeira vez que vemos uma APU em ação, deu para rodar o 3D Mark Vantage no Modo Entry

… e no Modo Performance:

E pela primeira vez publicamos os resultados com o novo 3DMark 11 no Modo Entry

… e no Modo Performance:

Também rodamos o Unigine Heaven Benchmark 2.1:

… e o DirectCompute Benchmark 0.25 no modo multithread …

… e single threaded:

Nos testes de reprodução de vídeos em Full HD 1080p como era de se esperar o desempenho foi excelente no trailer #2 do filme StarTrek em .mov, consumindo pouquíssimos recursos do processador:

Já no temido teste de reprodução da introdução do documentário “From Pole to Pole” rodando no Media Player Classic Home Cinema em 1.080p o sistema foi bem mais solicitado, mas o resultado final foi impecável sem drop frames ou lags de qualquer tipo.

Finalmente, nos testes com o polêmico Battery (comedor de farinha) Eater, onde suas seis células de energia foi devoradas em 2h28m45s, resultado bem melhor  que o eee PC 1201T (1h44m01s) nas mesmas condições, o que indica que a plataforma Fusion realmente consome bem menos energia que seus antecessores.

Nossas conclusões:

O que todos esses resultados nos mostram é que estamos diante de um novo paradigma em termos de computação pessoal. Como disse no início desse review, precisamos ter em mente que o Vaio Y não é um netbook e comparar esses pequenos portáteis com essa máquina da Sony é o mesmo que colocar um perneta para concorrer num campeonato de chutar traseiros.

Mas ao contrário do que muitos AMD fanboys acham/desejam/sonham, o E-350 Fusion, apesar de ser um baita de um produto,  ainda não é um Sandy Bridge Killer (pelo menos por enquanto). Isso porque, apesar da sua impressionante lista de recursos, sua capacidade de processamento bruto (em especial da CPU) ainda está um pouco abaixo dos modelos mainstream com Core ix ou seja, se as aplicações não tiram proveito da GPU o desempenho do Fusion fica dentro do que poderíamos esperar de um chip de note de 1,6 GHz.

Para mim, o Vaio Y vai se encaixar um interessante nicho intermediário entre os netbooks com Atom e os notebooks com Intel Core, uma categoria que já chamei de “super-netbook” (e não exatamente “subnotebook“) porque eles serão capazes de fazer tudo aquilo que as pessoas já fazem em seus netbooks com Atom — porém com mais agilidade — e até coisas novas como melhor suporte para reprodução de vídeos em full HD e aplicações em DX11 e tudo isso numa faixa de preço menor ou igual à de um notebook de entrada!

Entretanto se o usuário espera que o Vaio Y substitua seu desktop em tarefas de processamento intensivo como tratamento de imagens, edição de vídeos ou mesmo um jogo 3D de última geração, não espere resultados impressionantes desse departamento, já que o E-350 é um produto mais voltado para mobilidade e menor consumo de energia do que alto desempenho propriamente dito.

De um certo modo, a plataforma Brazos vem para ocupar um mesmo espaço inicialmente aberto no ano passado pelo Athlon Neo MV-40 que já se apresentava como um super-netbook, mas que na minha opinião perdeu a oportunidade de ser uma solução perfeita porque era um chip single core. E mesmo sem contar com muita força bruta de processamento, a existência de um segundo núcleo (mesmo que ele seja virtual como no N270) em num mundo cada vez mais multicore faz com que o sistema operacional responda bem melhor aos comandos do usuário, em especial nas aplicações multitarefa onde o usuário trabalha com diversos programas ao mesmo tempo.

Digo isso porque caso o processador single-core/thread esteja ocupado em 100% com algum processo mais complexo, existe a tendência de o computador de não responder aos comandos do touchpad, o que pode passar a impressão de que o sistema está lento ou mesmo que travou, o que nem sempre é o caso. Já com os dois núcleos físicos do E-350 isso praticamente não acontece.

Falando especificamente no Vaio Y minha opinião é que ele carrega consigo a tradição da Sony de sempre procurar oferecer um pouco a  mais para seus clientes. Por exemplo, ele oferece um design moderno, boa ergonomia, dois slots para cartões de memória (sendo um deles já compatível com SDXC), porta de rede Gigabit Ethernet, 500 GB de disco, saída de vídeo SVGA e HDMI, fácil acesso ao disco e a memória RAM, um generoso pacote de software, sendo que muitos deles exclusivos e o mais importante: dois anos de garantia (algo raro num PC para uso doméstico). Só achamos que o Vaio Y poderia merecer pelo menos um Windows 7 Home Premium para tirar o máximo proveito do mesmo como central de mídia, mas isso poderia aumentar ainda mais o preço final do produto.

No geral acho que a Sony tem em mãos um produto vencedor que oferece uma excelente relação de custo x benefício para aqueles que gostam do conceito de mobilidade dos netbooks mas que ao mesmo tempo não se vêem muito atraídos com o desempenho dessas máquinas com Atom. Fora isso, ele pode ser uma ótima opção para aqueles que estão adquirindo o seu primeiro portátil para si ou o segundo/terceiro para a família e pelo preço sugerido de R$ 1.799 o Vaio Y é um produto bastante atraente para um produto (de lançamento) da Sony e garanto que neste caso, você não estará levando só uma marca famosa pra casa.

Se você é um daqueles leitores do ZTOP que choraram até não poder mais porque a Asus nunca trouxe pra cá o eee PC 1201N (Atom 330 com Ion), taí sua grande oportunidade de redenção e por um preço até mais em conta, principalmente se levarmos em consideração que o 1201N chegaria por aqui na faixa dos R$ 2.500.

Resumo: Sony VAIO VPC-YB15AB
O que é isso? Notebook leve e fino de uso geral.
O que é legal? Leve e confortável. Rico em recursos. Bom desempenho em gráficos e vídeos em HD com suporte para HDMI (yay!)
O que é imoral? O produto não vem descrito como Fusion, o que pode dificultar a sua promoção e vendas. Poderia vir pelo menos com Windows 7 Home.
O que mais? Oferece dois anos de garantia.
Avaliação: 9,0 (de 10). Entenda nosso novo sistema de avaliação.
Preço sugerido: R$ 1.799
Onde encontrar:www.sonystyle.com.br

 

 

 

Sobre o autor

Mário Nagano

Desde o século passado Mario Nagano analisa produtos e já escreveu sobre hardware e tecnologia para veículos como PC Magazine, IDGNow!, Veja e PC World.
Em 2007 ele fundou o Zumo junto com o Henrique assumindo o cargo de Segundo em Comando, Editor de Testes e Consigliere.

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