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Review: Placa-mãe MSI E350IA-E45 (MS-7698) com AMD Fusion

Baseada no novo microprocessador AMD E-350 “Zacate”, a nova E350IA-E45 pode ser um interessante ponto de partida para montar um pequeno PC de uso geral ou mesmo de um HTPC.

Também conhecida como MS-7698 Ver. 1.0, ela faz parte da primeira leva de placas-mãe com processador AMD Fusion “Zacate” — como a Asus E35M1-M Pro (já testada por este ZTOP) e a GA-E350N-USB3 da Gigabyte.

Todas elas seguem mais ou mesmo a mesma estratégia: uma placa mini-ITX do tipo “tudo em um” que só precisa de um pente de memória, disco, fonte e teclado para entrar em funcionamento. De um certo modo elas não brigam com as placas-mãe com Atom da Intel como a D510MO, mas sim com os modelos Atom + Ion como a ASUS AT3N7A-I lançada em 2009:

De um certo modo, o público alvo é o mesmo. Se de um lado a placa mini-ITX da Intel com Atom é voltada para a montagem de PCs simples e baratos, o modelo da MSI atrai um público bem mais maduro e sofisticado, em especial entusiastas que procuram por uma plataforma diferenciada que ofereça uma melhor experiência visual combinada com menor consumo de energia, além de outros mimos que iremos explicar mais adiante.

Ocupando uma área de 17 x 17 cm (sem contar os conectores), a E350IA segue o padrão ATX, com componentes e conectores padrão de mercado.

Como é comum nesse tipo de solução, a parte central da placa é ocupada por um massivo cooler de alumínio…

… que dispersa o calor tanto do seu processador quanto do chipset ao mesmo tempo.

Neste caso em especial, eu particularmente prefiro coolers “passivos”, como o do Asus E35M1-M Pro, já que muitas dessa placas serão usadas em projetos de HTPC (quanto mais silencioso o sistema, melhor). Fora isso, os HTPCs tendem são equipamentos que tendem ser meio negligenciados em termos de manutenção, de modo que a ventoinha tende a acumular poeira e gerar ruído.

A boa notícia nesse caso é que ao contrário da AT3N7A-I, a ventoinha do E350IA até que é bem silenciosa em caso seja necessário, ela pode ser trocada por um modelo padrão de 40 x 40 x 10 mm de 12 volts. Mas para isso é necessário remover o cooler — bastando para isso remover os quatro parafusos localizados na parte de baixo da placa-mãe e remover sua tampa superior colada com uma espécie de etiqueta adesiva.

Ao remover o cooler temos uma visão mais clara dos novos chipset e do processador da APU da AMD:

Como todos já sabem a APU AMD E-350 “Fusion” (codinome Zacate) é um chip de 40 nm que reúne na mesma pastilha de silício dois núcleos de processamento x86 “Bobcat” de 1,6 GHz, controlador de memória  DDR3, unidade UVD (Unified Video Decoder) para processamento de  vídeo em HD e um TDP de apenas 18 watts. Esse chip ocupa uma área quadrada de apenas 1,9 cm de lado e é soldada diretamente na placa mãe.

Segundo o CPU-Z, o AMD E-350 tem suporte para 64 bits (tecnologia X86-64), SSE e virtualização (AMD-V). Ao contrário dos Atoms da Intel, cada núcleo só possui um thread ou seja, dois núcleos = dois threads.

Já sua aceleradora gráfica integrada é uma Radeon HD 6300 equipada com 80 unidades de processamento gráfico (pixel shaders). De um certo modo, essa GPU é  mais indicada para aplicações de vídeo do que para jogos 3D mais pesados. Seu decodificador de vídeo decodifica por hardware os formatos MPEG2 e H.264 via DXVA, além de suportar outros formatos como DivX, Xvid, MP4 etc.

Ao seu lado fica o chipset Hudson M1, que incorpora as interfaces USB 1.0/2.0, SATA 3.0, PCI Express etc. Juntos eles formam a chamada plataforma Brazos.

Como dissemos anteriormente, a maioria das conexões dessa placa-mãe segue o padrão ATX. No canto direito da placa temos a entrada de força +12V para o processador a APU (JPWR2), o conector para o módulo TPM (JTPM1) e para uma porta serial (JCOM1).

A placa possui apenas duas saídas de alimentação de 12 volts para ventiladores: uma reservada para o cooler da APU (CPUFAN) e outra para a ventoinha do gabinete (SYSFAN1).

Na parte da frente podemos ver os dois soquetes para pentes de memória (DIMM1 e DIMM2) padrão DDR3 de 800/1.066 MHz ou até 1.333 MHz (via overclock). A capacidade máxima é de 8GB. Logo abaixo fica o conector da fonte ATX padrão de 24 pinos (JPWR1).

No canto esquerdo, a grande surpresa: um conector PCIe x16 V 2.0 (PCI_E1) porém com barramento interno PCIe x4. Isso não impede o uso de placas de vídeo PCIe x16, apenas limita um pouco o seu desempenho ao mesmo tempo que permite a instalação de outras placas PCIe x4 como controladores de discos, portas de rede etc. Alguns podem até sentir falta do bom velho slot PCI, mas acredito que nesse caso a troca deste pelo PCIe é vantajosa.

Mais ao centro temos quatro portas SATA 3.0 (ou SATA 600), duas saídas para quatro portas USB 2.0 (JUSB1 e JUSB2) e o conector para o painel dianteiro (JFP1).

Logo acima do slot PCIe vemos a saída de áudio para o painel frontal (JAUD1) e um jumper JBAT1 que, segundo o manual, serve para limpar os dados da CMOS bastando para isso mudar o jumper da posição 1-2 para 2-3, esperar alguns segundos e voltar para a posição 1-2.  Observe porém, que isso só deve ser feito com o computador desligado, caso contrário corre-se o risco de danificar a placa-mãe.

Note a curiosa posição da bateria de backup — uma CR3032 colada na parte de trás da porta da interface S/PDIF-out e conectada por um fio. Acredito que essa solução foi adotada por absoluta falta de espaço, mas fico imaginando onde é que o usuário irá encontrar outra dessas para reposição quando a que estiver na placa-mãe caducar em alguns anos.

Interessante notar que essa placa-mãe já vem equipada com uma controladora USB 3.0 e que, como a maioria dos casos que já vimos no passado, baseia-se na controladora D720200F1 da NEC.

Seu painel traseiro é bem servido de saídas de comunicação, com suas seis portas USB 2.0, duas USB 3.0, rede Gigabit Ethernet, som em HD “Azalia” de oito canais e duas saídas de vídeo sendo uma SVGA padrão e a outra uma HDMI v.1.3. Sua única porta PS/2 pode ser usada para ligar ou um teclado ou um mouse, tentei até usar um cabo “Y”, mas não funcionou.

Sob Testes:

Para facilitar a nossa vida, em vez de enviar apenas uma placa-mãe a MSI Brasil, nos enviou um sistema completo na forma de um desktop compacto que pode ser usado tanto como um PC de uso geral quanto um HTPC/Media Center.

O gabinete é um modelo SG06 da Silverstone um modelo SFF (Small Form Factor) que mais parece uma mini-torre de meia altura.

Medindo apenas 22,0 x 17,7 x 28,6 (LxAxP) e 3,72 kg de peso (gabinete + fonte), o SG06 é um gabinete construído em chapa de aço com ótimo acabamento especialmente desenhado para acomodar placas-mãe mini-ITX e mini-DTX. Ele possui espaço para acomodar um disco rígido de 3,5 polegadas e outro de 2,5 polegadas, uma unidade de disco óptico slim (a mesma usada em portáteis)  e sua fonte pequena fonte de 300 watts que já acompanha o produto.

 

Uma das grandes sacadas desse gabinete é que ela tem espaço suficiente para encaixar uma placa de vídeo padrão de até 22,8 cm de comprimento — incluindo aqueles que ocupam o espaço de dois slots — permitindo assim melhorar consideravelmente a capacidade desse sistema, seja na forma de gráficos mais poderosos, seja na adição de mais portas de vídeo. Interessante notar que sua fonte já vem com um cabo de força exigido por algumas aceleradoras gráficas mais fominhas.

Interessante notar que esse gabinete já vem equipado com um generoso ventilador de 12 cm de diâmetro protegido por uma espécie de filtro de poeira. Isso é muito legal já que…

… não existe espaço para uma ventoinha extra no seu painel traseiro. Note que acima das portas de som existe um curioso botão preto

… que pode ser ligado diretamente na saída do botão de reset, que não existe no painel frontal desse gabinete.

A pequena fonte que acompanha esse gabinete — modelo FSP300-60GHS de 300 watts — é certificada com o selo 80 Plus, que garante um mínimo de 80% de eficiência energética e que está se tornando uma referência de fonte de boa procedência.

Fora isso o sistema fornecido pela MSI veio equipado com um kit  de memória Kingston HyperX modelo KHX1600C9D3LK2/4GX “LoVo formado por dois pentes de memória DDR3 1.600 MHz. Segundo a Kingston, a grande novidade desse produto é que elas trabalham numa voltagem menor (1,35 ~1,25 volts) sem sacrificar seu desempenho permitindo assim a montagem de sistemas energeticamente mais eficientes:

Já o disco rígido é um Western Digital Scorpio Black modelo WD7500BPKT de 750 GB que, segundo o sistema de cores da fabricante, é um modelo de melhor desempenho, rodando a 7.200 rpm e equipados com buffer de 16 MB. Apesar disso, sua porta SATA ainda trabalha com o padrão SATA 2.0/SATA 300.

Seu gravador de DVD 8x é um modelo da Toshiba/Samsung  modelo TS-T633 SATA que, ao contrário de outros modelos não possui gaveta, engolindo o disco como nos toca CD de carro.

Como sempre, formatamos o disco rígido e instalamos nossa própria cópia do Windows 7 Ultimate e os drivers mais recentes disponíveis no site da MSI.

Nos testes realizados, o sistema obteve 3,8 pontos no Índice de Experiência do Windows, ficando dentro do desempenho do Sony Vaio Y (que obteve 3,7 pontos no mesmo quesito: cálculos por segundo). Só por curiosidade, o atual Atom D510 Dual Core obteve 3,3 pontos nesse mesmo quesito o que faz do Zacate apenas 15% mais veloz que o Atom em termos de capacidade de processamento.

Nos testes de HDxPRT o sistema bateu 44 pontos no HD Score, bem melhor que o obtido por exempl0 que os 32~35 pontos obtidos pelos sistemas com Atom Dual Core.

Nos testes de aplicativos realizados com o Sysmark 2007 Preview, o E350IA bateu 57 pontos.

Já no PC Mark Vantage, o sistema obteve 2.561 pontos e no novo PCMark 7 ele bateu 1.094 pontos no PC Mark Score e 1.075 pontos no Lightweight Score.

No AutoGK 2.45, o sistema levou 2h51m47s para transformar um filme em DVD para um arquivo AVI de 700 MB. O processo oposto (criar uma imagem de DVD a partir de um arquivo de vídeo)  feito com o DVDFlick 1.3.0.6 foi de 7h02m58s utilizando um thread5h33m10s utilizando dois threads. Novamente números bem melhores que um netbook com Atom, mas nada que impressione um usuário de PC mainstream ou topo de linha.

Segue abaixo os resultados do Cinebench 11.5

… e do Super Pi (que não é mais para o David Lopes, porque ele está de castigo):

Nos testes feitos com o 3D Mark Vantage no Modo Entry

… e no Modo Performance, resultados levemente melhores que os do Vaio Y:

O mesmo pode ser dito do 3DMark 11 no Modo Entry:

Também rodamos o Unigine Heaven Benchmark 2.1:

… e o DirectCompute Benchmark 0.25 no modo multithread …

Nos testes de reprodução de vídeo, notamos que a aceleradora gráfica funciona perfeitamente nos formatos padrões de mercado como AVI, MOV ou mesmo WMV, que são reconhecidos e acelerados pelo seu hardware. Já em formato mais anárquicos como o MKV, a carga de trabalho cai todo sobre os seus dois núcleos x86, derrubando seu desempenho para o mesmo nível dos Atom, em especial em vídeos full HD.

Para testar o consumo de energia, rodamos todos os teste o PCMark’05 ao mesmo tempo que medimos a entrada de alimentação do PC. Com o PC ligado, mas sem fazer nada o consumo de energia fica em torno de 21 watts, chegando a picos de 33,8 watts numa média geral de 25,6 watts (nada mal para uma mini-ITX).

 

Nossas conclusões:

O que esses números nos dizem é que o desempenho do E350IA-E45 não muda muito em relação ao que já tínhamos visto no Vaio Y, o que mostra uma certa consistência da plataforma Brazos independente da sua apresentação e formato. E com esses testes finalizados (e com mais um a caminho) acredito que temos uma visão mais clara do que podemos esperar dessa plataforma.

Como já dissemos antes o E-350 está realmente num patamar de desempenho acima dos Atoms (com gráficos integrados ou não), sendo que seu concorrente direto são as plataformas com Intel Atom E330 dual core com chipset Ion da NVidia. Mas ao compararmos essa plataforma (lançada em 2009) com o Fusion, era de se esperar que o E350IA se saísse melhor. Assim entre escolher uma opção ou outra com certeza a plataforma da AMD tem nossa preferência e recomendação.

Mas isso significa que o E350 é o chefão da hora dos modelos de entrada? De um certo modo sim, mas isso não significa que essa plataforma continuará a ser no mês que vem ou mesmo no próximo ano, já que muitas coisas estão acontecendo no mercado — inclusive do lado a AMD — já que o próprio E-350 “Zacate” começa a sofrer pressão tanto por baixo com a chegada dos primeiros modelos com AMD E-50 “Ontario”  (Asus/Semp Toshiba) e daqui a alguns meses até por cima com o anúncio da plataforma Llano/Sabine.

Observamos porém que, segundo nossos testes, o núcleo de processamento x86 do E-350 é mais rápido que um Atom mas convenhamos, qualquer processador x86 (com exceção de alguns modelos da VIA) é mais veloz que um Atom. Na prática, o E-350 também deve ser analisado com uma certa cautela  já que ele não foi feito para isso e não vai ser o pau pra toda obra. Senão,  pra que lançar o Ontario ou o Llano?

Com isso quero dizer que o desempenho do Zacate — nas aplicações que dependem apenas do desempenho do seus núcleos x86 — é superior ao Atom dual em força bruta, mas essa vantagem diminui se levarmos em consideração as aplicações multiprocessadas onde o chip da Intel trabalha com quatro threads (contra dois do Zacate). Isso ficou evidente nos testes de vídeo — em especial com aqueles formatos como o MKV — onde nas situações em que a aceleradora de vídeo da GPU não conseguiu reconhecer o formato, ele simplesmente jogou a carga de processamento para as CPUs resultando assim em queda na qualidade das cenas (engasgos, movimentos arrastados), em especial nos conteúdos em Full HD.

Assim o que fica claro é que para essa plataforma dar certo o pessoal de Sunnyvale tem que investir pesado no desenvolvimento da chamada computação visual e em especial nas aplicações que tirem proveito do processamento acelerado via GPU (também chamada de GPGPU). Para isso, a AMD depende — e muito — da comunidade e da indústria software para transformar sua vantagem tecnológica em vantagem competitiva de fato. Sem ela, o Fusion será apenas um bom processador com uma aceleradora legal.

Isso de um certo modo já pode ser sentido com o recente anúncio da saída da AMD, NVIDIA e VIA do grupo da BAPCO, alegando que o novo Sysmark 2012 não avalia corretamente o potencial da sua plataforma (leia-se: a BAPCO não dá muita bola pra GPGPU) proporcionando assim alguma vantagem para o pessoal de Santa Clara.

Fico imaginando se os núcleos x86 da AMD fossem tão superiores aos da Intel o pessoal de Sunnyvale estaria fazendo tanta fuzarca em cima da Bapco.

Mas voltando para a placa-mãe… conjecturas à parte, a MSI E350IA nos parece ser um interessante ponto de partida para a montagem de um HTPC de boa qualidade devido às suas dimensões compactas, bom desempenho na reprodução de vídeos e baixo consumo. Fora isso não podemos ignorar o potencial dessa placa no upgrade de uma máquina mais antiga ou mesmo de um modelo novo de entrada para uso geral ou mesmo para aplicações mais dedicadas como caixas eletrônicos, terminais de consulta multimídia, sistemas de monitoramento, servidores domésticos etc.

De um certo modo, ela é um sucessor digno da AT3N7A com Ion ou seja, conhecendo o seu potencial e respeitando os seus limites, é um produto muito interessante.

Resumo: MSI E350IA-E45

O que é isso? Placa mãe compacta para uso geral e aplicações de HTPC.
O que é legal? Plataforma moderna, já vem com SATA 600 e USB 3.0.
O que é imoral? Melhor uma solução com cooler passivo. Sua bateria de backup não é das mais simples de ser reposta.
O que mais? Seu slot PCIe x16 vem com barramento PCIe x4. Seu desempenho na reprodução de vídeos depende do formato do arquivo.
Avaliação: 7,5 (de 10). Entenda nosso novo sistema de avaliação.
Preço sugerido: R$ 399
Onde encontrar: br.msi.com

 

Desde o século passado Mario Nagano analisa produtos e já escreveu sobre hardware e tecnologia para veículos como PC Magazine, IDGNow!, Veja e PC World. Em 2007 ele fundou o Zumo junto com o Henrique assumindo o cargo de Segundo em Comando, Editor de Testes e Consigliere.

  • dflopes 28/06/2011, 12:33

    Vamos por partes, pois é muita coisa pra comentar:

    a) já tem esse computador completo a venda?
    Com gabinete e tudo???

    Ideal para HTPC com Freenas e Transmission instalado…
    Sò acho que esses 300W vão acabar com minha conta de luz. Será que não aguenta 150W sem GPU off-board?
    ______________________________

    b) E já pensou com um HD híbrido?
    E já poderia vir com um drive Blu-ray

    Mas imagina o preço da criança…¬¬
    ______________________________

    c) Sobre a conversão de vídeo, percebo que o sistema demora muito pois depende de capacidade de processamento – coisa que o E-350 não tem. Mas será que não existe uma forma de empregar um decoder de video que use a GPU (e sua capacidade de decodificação de MPEG e H.264)???
    ______________________________

    d) Rodei uns mkvs por aqui (no Vaio YB) sem problemas.
    Mas tb não lembro qual o codec empregado?
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    e) Acho que o cooler passivo não seria tão essencial,
    a não ser que a pessoa só assistisse a romances, dramas ou suspenses com audio sempre no minimo, p.ex. vida dos outros, o segrede de seus olhos, kynodontas, etc.

    Pois, pra assistir a Mercenários, Rambo IV, Senhor dos Aneis, Matrix e demais shows de rock, o audio fica sempre no limite do ensurdecedor (ou até o vizinho do apartamento de baixo reclamar)
    ______________________________

    f) Ei, o que foi que eu fiz????
    Pq o castigo???
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    f)obrigado pelo teste do super Pi
    e parabéns pelo review (sendo redundante)

  • Marx 28/06/2011, 17:50

    Comprei uma Sapphire Pure Fusion Mini E350, mas 4GB DDR3 Kingston, HD Seagate SATA III 1TB e gabinete Sentey SS1-2420 ontem.
    Deu R$ 916.35 com frete. Deixei de lado o driver Blu-Ray que não me interessa por enquanto.
    Não vejo a hora de montar meu primeiro HTPC.

  • Marx 18/07/2011, 00:22

    Será que o Ztop poderia realizar um teste com o Fusion? Parece que a APU Zacate é incompatível com as TVs Panasonic.
    Tenho essa Sapphire Pure Fusion Mini E350 e uma Panasonic 32'' TCL-32S20B e eles não se dão bem. Se a resolução for 1080p com 50Hz não funciona. Se for 1080i com 60Hz não tem problema.

    Vi que tem nego por aí reclamando da combinação Fusion+Panasonic. Será que existe essa incompatibilidade mesmo?