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Review: placa-mãe Asus P6T Deluxe / OC Palm Edition (recursos)

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Desde a chegada do novo processador Intel Core i7 ao mercado, os fabricantes de placas-mãe se movimentaram para oferecer a solução mais atraente para esse novo chip, inicialmente disponível apenas na versão quad-core e cujo objetivo é claro: fazer barulho e mostrar para o mercado toda a força dessa nova plataforma.

E para isso, nada melhor do que uma placa-mãe capaz de extrapolar todo esse potencial como a P6T Deluxe / OC Palm Edition da Asus, um produto bastante rico em recursos e na medida para entreter tanto aqueles que procuram uma plataforma flexível e confiável para executar suas tarefas do dia a dia até os entusiastas que adoram ficar mexendo aqui e ali com o intuito de tirar o máximo de seus projetos.

asus_p6t_top_viewComo era de se esperar de uma placa-mãe voltada para entusiastas, a P6T é um modelo baseado no padrão full-ATX, cujos diversos componentes estão distribuídos de uma maneira bastante previsível e lógica. Tudo parece estar onde deveria de modo que qualquer usuário já acostumado a montar seus próprios PCs não tem muita dificuldade de saber o que se encaixa aonde mesmo sem ler o manual. As diversas cores usadas nos conectores também ajudam nessa tarefa.

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Como já virou moda nos dias de hoje, as partes mais “quentes” da placa-mãe como os chipsets e os reguladores de voltagem são equipados com irradiadores de cobre equipados com dutos que transferem o calor para um curioso irradiador preto com aletas curvas (à esquerda do soquete da CPU) que utiliza o fluxo de ar gerado pelo processador para jogar o calor para parte de trás e consequentemente para fora do gabinete.

Destaque também para o uso de capacitores de estado sólido (“feitos no Japão”, enfatiza o fabricante) que proporcionam melhor rendimento do circuito e maior durabilidade.

Essa placa é montada ao redor do chipset Intel X58 Express, o mesmo usado no Intel SmackOver DX58SO, a placa oba-oba usada pelo do pessoal de Santa Clara para derrubar o queixo do público nas suas demos do Core i7.  Para quem ainda não foi apresentado, o X58 utiliza o novo soquete LGA1366 compatível apenas com o novos processadores Nehalem equipados com um controlador de memória triple-channel integrado no próprio processador, compatível com o novo padrão DDR3 de 1.600 / 1.333 / 1.066 MHz.

Ao contrário dos seus antecessores, o Core i7 não possui barramento frontal, e sim canais de dados de alta velocidade batizadas de QuickPath (QPI) que funcionam mais ou menos como o Hypertransport da AMD.

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Mas ao contrário da SmackOver, que vem apenas com três slots para pentes de memória DDR3, a P6T veio equipada com seis slots (uia!). Isso permite instalar até 24 GB de memória SDRAM. Mas para tirar proveito de tanta memória é necessário o uso de um sistema operacional de 64 bits, já que a versão de 32 bits só é capaz de endereçar aproximadamente 3 GB de RAM.

Note também que, no caso da P6T, o ideal é que o usuário instale ou três ou seis pentes de memórias idênticas como indica o padrão de cores indicado nos slots para tirar pleno proveito do barramento triple channel. Note que, por causa disso, muitos fabricantes de memórias começam a oferecer kits com três pentes de memória.

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A P6T vem equipada com um slot PCI-E x4, três slots PCIe 2.0 x16 e duas PCI e é compatível com as tecnologias SLI da NVidia e Crossfire-X da ATI/AMD. Internamente, ela ainda conta com uma interface para disquete, seis portas USB 2.0, uma firewire, som + SPDIF, uma IDE PATA, seis SATA com tecnologia Intel Matrix Storage e  suporte para RAID 0, 1, 5 e 10 e o mais interessante: duas portas SAS (serial SCSI) com chipset Marvell 88SE6320 (uia!).

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Seu painel traseiro também se livrou da maioria dos dispositivos legados, restando apenas uma porta PS/2 usada pra o teclado/mouse. Esse espaço é ocupado por oito portas USB 2.0 Powered, portas de som HD de 8 canais + SPDIF out, duas portas de rede Gigabit Ethernet, Firewire e uma eSata. A tampa do painel também é diferenciada, mais fácil de instalar e protegendo melhor a placa contra interferêncais eletromagnéticas.

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Como é moda em placas-mãe topo de linha para entusiastas, a P6T vem equipada com dois botões internos iluminados para ligar e resetar a máquina, o que pode ser uma mão na roda para aqueles que testam placas ou fazem pré-montagens fora do gabinete. Nesse caso, o botão de liga se acende sempre que a placa estiver energizada (dispensando assim o tradicional LED de alerta) e o Reset somente quando o PC estiver ligado. Alguns concorrentes foram ainda mais longe, oferecendo até um terceiro botão que limpa a CMOS.

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Outro acessório que acompanha o P6T é o chamado Q-connector, um conector removível que mostra a posição correta de todas as conexões do painel frontal antes de encaixá-lo na placa-mãe — algo na minha opinião simples, prático e bem bolado, já que ajuda muito tanto na montagem quanto na remontagem de um PC. Note que na versão de cima (branca) já vem com um beeper que faz o papel do alto-falante interno do PC. Embaixo vemos um replicador para cabos USB, o primeiro que vejo desse tipo.

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Mas como o próprio nome do produto sugere, a cerejinha do bolo entre os acessórios que acompanham o P6T é o ASUS OC Palm, um curioso acessório na forma de um pequeno porta retrato com tela LCD de 2,5″ que pode ser usada para diversas tarefas como monitorar o sistema (temperatura, voltagem/tensão), ventiladores), checar e fazer overclock e até mesmo executar pequenos widgets do Yahoo. Veja uma análise específica sobre esse produto aqui.

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Além disso, eu também daria destaque para o ASUS Express Gate, uma suíte de aplicações gravadas na própria placa-mãe e que permite acessar diversas tarefas básicas — como nevagar na web, trocar mensagens ou até mesmo fazer ligações no Skype sem ter que carregar o sistema operacional do disco. Basta ligar o equipamento, esperar alguns segundos e já ir se comunicando. Também já fizemos uma análise prévia desse recurso aqui.

Na bancada

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Por se tratar de uma plataforma muito nova no mercado, para facilitar a nossa vida a Asus Brasil não nos enviou apenas a placa-mãe e sim um computador completo para os testes — obviamente com o maior números de componentes com a marca da empresa, incluindo alguns ainda pouco conhecidos por aqui como o gabinete e o gravador de DVD modelo DRW-20B1LT.

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O gabinete é da série Vento TA-M1 feito em aço e do jeito que eu gosto — fácil de abrir, bem organizado e fácil acesso, boa circulação de ar, silencioso e sem muita frescura. A exeção fica por conta das ventoinhas que são iluminadas por LEDs azuis que produzem um curioso efeito visual. Minha única crítica para esse produto é seu sistema de travinhas de placas de expansão cujo procedimento de instalação/fixação não é muito intuitivo (principalmente quando uma delas sai do lugar). :^P

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Como a ASUS não fabrica memórias, o sistema veio equipado com seis pentes de memória Kingston KVR-1333D3N9/2G DDR3 de 1.333 MHz e 2 GB cada, totalizando 12 GB de SDRAM.

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Para nossa surpresa o sistema veio equipado com duas placas de vídeo ASUS ENGTX285 TOP baseado na plataforma GeForce GTX 285 tinindo de novas e montadas em SLI. Apesar de não ser o foco do nosso teste, aproveitamos essa oportunidade para brincar um pouco com a tecnologia GPGPU CUDA, principalmente agora que as primeiras aplicações par o usuário final começam a surgir no mercado.

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Finalmente, não poderiámos fazer uma análise de uma placa para Core i7 sem um processador Core i7. Nesse caso recebemos um modelo de engenharia (daí a marcação Intel Confidential) que normalmente circulam entre os parceiros e jornalistas técnicos para avaliações de produtos e reviews. Esses diabinhos costumam vir destravados, de modo que eles costumam ser o sonho de consumo de qualquer adepto de overclock.

Segundo o Sisoft Sandra, o chip acima foi identificado como um modelo de 2,93 GHz com 1 MB de cache L2 e 8 MB de cache L3 o que nos leva a crer que ele se trata de um Core i7 940, apesar do mesmo estar rodando a 3,65 GHz! Isso é mais rápido que o Core i7 965 Extreme Edition que roda a 3,2 GHz.

Quando vi isso, me caiu a ficha de uma recomendação que havia recebido da ASUS para “não mexer no processador”, ou seja, provavelmente esse chip estava acelerado. Se fosse um comparativo de máquinas ou um review de processador isso já seria motivo suficiente para cancelar o teste e chutar o balde com o fornecedor.

Mas, pensando bem, como se trata de um review individual e o foco está realmente na placa-mãe, deixamos a configuração como estava e partimos para os testes,  já que, sob um certo ponto de vista, isso mostraria uma característica importante da placa-mãe que seria sua estabilidade — mesmo com um processador rodando bem acima da sua especificação.

Mandar uma máquina nessas condições para teste é confiar muito no seu taco ou não ter nenhum juízo na cabeça. Então quem sou eu para contrariar os caras.

Ao contrário do que aconteceu com a workstation móvel Dell Precision 6400 Covet, o sistema enviado pela Asus veio com o Windows Vista Utimate de 64 bits em português, o que permite tirar proveito dos 12 GB de RAM instalados no mesmo. O problema é como nossa metodologia de testes é baseada no Vista de 32 bits em inglês, existia a possibilidade de alguns de nossos testes não serem compatíveis com SO de 64 bits. Assim optamos por realizar duas baterias de testes, fazendo o que fosse posivel com o Vista de 64 bits, complementando os testes com a versão de 32 bits.

A primeira coisa que nos chamou a atenção foi o índice de experiência do Windows que alcançou a maior pontuação final possível, com  5,9 pontos:

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O PCMark Vantage e o 3DMark Vantage rodaram sem problemas em 64 bits, resultando num score final de 7.067 e 26.514 pontos respectivamente. Outro benchmark que possui versão específica para 64 bits é o Cinebench 9.5 que, nos testes de renderização, resultou em 794 CB-CPU (single CPU) e 2.834 CB-CPU (Multiple CPU), um ganho de velocidade de 3,57 vezes. No caso do Cinebench 10 os resultados foram 5.102 CB-CPU (Single CPU) e 2.0931 CB-CPU (Multiple CPU), um ganho de 4,10 vezes. Vale a pena lembrar que o Core i7 vem equipado com quatro núcleos físicos com tecnologia HT, o que permite emular mais 4 núcleos virtuais, totalizando 8 threads:

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Tambem realizamos alguns benchmarks com o jogo Crysis da Electronic Arts. No modo CPU o teste rodou numa média de 54,45 qps (quadros por segundo) no modo CPU e 77,6 qps no modo GPU. Nada mal para um jogo tão pesado rodando em Dx10.

Para quem possa interessar, os testes com o Crysis no modo CPU e GPU, assim como algumas cenas do 3DMark Vantage também foram filmados por esse Zumo e apresentados previamente em outro post.

Além disso, aproveitei a oportunidade de ter em mãos um sistema com duas placas de vídeo da NVidia em SLI para realizar alguns testes com sistemas GPGPU com um dos primeiros produtos desenvolvidos em CUDA para usuário final: o Badaboom Media Converter. Veja a análise completa aqui.

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Concluído os teste de 64 bits, apagamos o sistema operacional do disco e reinstalamos o Windows Vista Ultimate 32 com SP2 com os drivers gravados em CD que acompanharam o produto. Como era de se esperar apesar de o Vista 32 reconhecer a preseça dos 12 GB de RAM, apenas 3 GB eram utilizados pelo sistema.

Novamente, fomos dar uma olhada no índice de experiência do Windows e o score máximo se mateve: 5,9 pontos em todos os itens!

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Nos testes realizados, o P6T Deluxe bateu 186  pontos no Sysmark 2007 Preview 1.05 11.887 pontos no PCMark 2005, 23.248 pontos no 3DMark 2006 e no AutoGK 2.45 o P6T levou aproximadamente 43m40s para transformar um filme em DVD para um arquivo AVI de 700 MB. Novo recorde absoluto aqui no Zumo.

Nos testes de renderização com o Cinebench 9.5 o sistema obteve 726 CB-CPU (single CPU) e 2.488 CB-CPU (multiple CPU), um ganho de 3,43 vezes no modo multiprocessado. No Cinebench 10 os resultados foram melhores ainda: 4.176 CB-CPU (Single CPU) e 17.076 CB-CPU (Multiple CPU), um ganho de 4,09 vezes.

Depois de todos esses números, minha impressão da P6T foi bastante positiva já que ela mostrou ser uma plataforma bastante robusta e estável, mesmo trabalhando com um processador acelerado, não travando nem apresentando problemas de superaquecimento durante todo período que ficou trabalhando em nossa bancada. E apesar do sufixo “Deluxe”, um bom número de seus atrativos não são penduricalhos estéticos e sim recursos realmente úteis como o Express Gate e o OC Palm, que realmente adicionam valor ao produto.

Outro destaque precisa ser dado ao processador Core i7, que como seu antecessor, está mostrando ser um sucessor a altura da linha Core 2 Duo/Quad o que pode garantir a hegemonia tecnológica e o mais importante ainda, a impressão por parte do consumidor que vale a pena investir na plataforma do pessoal de Santa Clara e até mesmo numa placa-mãe do pessoal de Taiwan.

Quem viver verá.

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Resumo: Asus P6T Deluxe — OC Palm Edition
O que é isso? Placa mãe com chipset X58 express para entusiastas e gamers.
O que é legal? Rico em recursos, estável, compatível com SLI e Crossfire.
O que é imoral? Não é compatível com memória DDR2 nem chips LGA 775.
O que mais? Recomenda-se o uso de pelo menos 3 ou 6 pentes de memória.
Avaliação: 8,5 (de 10). Entenda nosso novo sistema de avaliação.
Preço sugerido: R$ 1.499
Onde encontrar: br.asus.com

Veja também todas as notas da Zumo-caverna relacionadas com este review:


Desde o século passado Mario Nagano analisa produtos e já escreveu sobre hardware e tecnologia para veículos como PC Magazine, IDGNow!, Veja e PC World. Em 2007 ele fundou o Zumo junto com o Henrique assumindo o cargo de Segundo em Comando, Editor de Testes e Consigliere.

  • Bruno

    pergunta: por que ainda nao existem placas-mae para i7 baratas??? queria comprar um processador desses, mas alem de ser caro o processador, so encontro placas-mae caras tb… nao basta ter uma coisa cara, nao??? alem do processador, ainda teria q comprar placa mae e pelo menos 3 pentes de memoria(de 2gigas pelo menos, ne?) aih tenho q me contentar e esperar…

  • Oi Bruno,

    No geral as primeiras placas produzidas pelos big-players enviadas para testes costumam ser topo de linha exatamente para impressionar o público.

    Mas isso não impede que, com o passar do tempo, versões mais acessíveis começem a entrar no mercado até mesmo para ser um atender a demanda de placas mais simples e mais em conta. De fato, até o Core i7 terá no futuro uma versão dual-core mais em conta que deverá ficar no lugar dos atuais Core 2 Duo nos PCs de linha.

    Com relação aos pentes de memória, a regra é que para tirar pleno proveito do triple channel, o usuário deveria instalar três ou seis pentes ao mesmo tempo.

    Se sua intenção é rodar o Vista de 32 bits, três pentes de 1 GB já são mais do que suficiente, já que o SO não endereça mais do que isso.

    [ ]s

    Mário

  • Rafael

    Não e´de hoje que a asus tem umas das melhores linhas para overclock desdo tempo do (soquete A 462 Druron AthonXP) já era assim .

  • Srs,

    Vamos por partes:

    a) vou abusar, mas espero que entendam: teste SuperPI, teste SuperPI, teste SuperPi, please!!! de 1M para comparação.

    Trabalho com simulação matemática, e um processador matemático decente é ideal (coisa que não precisa de RAM ou HD veloz)

    b) Esse botão interno liga/desliga e reset é fantástico. Já liguei muita placa usando chave de fenda para ligar os circuitos.

    c) para que as duas conexões de rede???

    d) as conexões do painel frontal são legais, não precisa nem do manual para montar a máquina

    e) E essa memoria tripple-buffer é mais uma forma de ganharem dinheiro. Antes, bastava uma memoria, depois, vieram as double-buffer – AGORA, precisamos de 3 pentes!!! afff.

    f) Vai vender o processador no “todaoferta”???? ou ML???? rs
    E falando disso, a maioria desses componentes já existe no mercado nacional, seria possível levantar o preço dessa máquina???

    g) pq os hds são enfiados daquela forma, com os cabos para trás???

    ufa, acho que é só.

  • “8 GB de cache L3” UIA!!!! Tem mais cache do que eu tenho de ram!!! XD

  • É como eu digo marcelo, esses chips de engenharia fazem coisas que até Deus duvida.

    de qq modo, brigado pelo aviso.

    [ ]s

    M.

  • Aurelio

    Mário, depois do Teste, fala pra Asus que você jogou essa máquina toda no LIXO (no meu lixo é claro.. risos).

    Mário, se fosse pra comprar essa máquina completa numa loja, sairia quanto heim? Porque eu só vi componente top de linha, sonho dos sonhos de qualquer um entusiasta.

  • Maudy

    bom pessoal, para a felicidade de todos, há sim uma mobo da Asus mais em conta, a P6T…modelo básico…rs…e com certeza mais barato…ela chega no começo do mês que vem…cobrem suas lojas de preferência quanto ao preço…abç…bom review Nagano!

  • Massaru

    É possível comprar o OC palm separado da placa mãe? E funcionará sem problemas na placa mãe asus p6t deluxe?

  • Geraldo

    Senhores, depois de muito sonhar com uma configuração dessas, comprei o i7 e uma mobo dx58so e um kit de 3 pentes 2Gb 1333 e juntei à fonte aurora 600 w reais e uma placa de vídeo 9800 gt(aquela que tem um cooler gigantesco) e qual não foi a minha surpresa em verificar que tive muitos problemas até agora. O windows vista depois de instalado não conseguiamos ativar de jeito nenhum. Formatamos e instalamos outro e tentamos ativar e nada…
    Aí lembrei de um windows 64 em ingles que eu tinha e pus o bicho. Aí ficou legal mas até agora não consegui ativar(validar) e os poucos testes com benchmark que fiz me desanimaram mais ainda… Foi uma desilusão total. Não sei se minha placa mãe está com problemas. Mas despois disso dei uma real importância ao meu AMD x2 3.2 que ainda roda aqui em casa… Ha séculos que eu não comprava a intel, e essa, com toda certeza, vai ser a última!

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  • GUSTAVO

    Essa placa de viodeo éu posso colocar num gabinete CM690 Pure Black RC-690K-KKN1-GP