ZTOP+ZUMO

Review: Panasonic Toughbook CF-52

Se o Panasonic Toughbook CF-31 é o Humvee dos notebooks, o CF-52 é o Land Rover dos portáteis: um modelo “off-road” cujo visual combina bem tanto na cidade quanto no campo.

Medindo aproximadamente 35,6 x 5,2 x 28,9 cm (LxAxP fechado, incluindo a alça) e 3,4 kg de peso, o Toughbook CF-52 é considerado um modelo semi-rugged (ou “semi-robustecido”), mais voltado para aqueles que precisam de um equipamento mais resistente que um notebook de linha, mas não ao ponto de ter que aguentar condições extremas como tomar uma chuvarada ou rolar na lama.

Nesse grupo podemos citar os profissionais da área de engenharia civil, florestal, agronomia, mineração, gás e petróleo, além de topógrafos, geólogos, agrônomos, vendedores de campo, agentes imobiliários, pesquisadores, etc. (uma lista de empresas e instituições que já usam Toughbooks pode ser vista aqui).

E mesmo dentro do escritório, o CF-52 combina bem com o cenário local e pode ser usado sem chamar muito a atenção podendo até ser levado para uma reunião com a diretoria sem parecer que você está com uma caixa de ferramentas. Resumindo, a proposta deste portátil de ser uma combinação balanceada entre resistência, durabilidade e elegância.

Curiosamente, o CF-52 parece ser um descendente direto dos primeiros Toughbook — como esse modelo CF-25 de 1996 — que vimos no museu da Panasonic no Japão.

ZTop in a Box:

Qual é a diferença entre um sistema “semi-rugged” de um “fully-rugged”?

Apesar de  incorporar diversas características dos modelos mais robustecidos — como chassis de liga de magnésio, tela LCD e disco rígido protegido contra impactos e ser capaz de resistir a quedas de até 76 cm de altura sem sofrer danos  — o CF-52 não foi feito para suportar outros sofrimentos como exposição a altas e baixas temperaturas, maresia, chuva, umidade, ataque de fungos, entrada de pó e areia no seu interior, etc.

Para isso ele precisaria ser certificado pelas normas civis IP65/IP64, cuja sigla IP vem de Ingress Protection — uma escala que mede o nível de proteção oferecido por um equipamento contra impactos e a entrada de pó e água no seu interior — e a MIL-STD-801G, uma metodologia de testes criada pelo departamento de defesa americano que avalia a resistência de um equipamento sob diversas condições extremas de ambiente.

Outros Toughbooks como o CF-U1, CF-19 e CF-31 passaram por todos esses testes e, por causa disso são chamados de Fully Rugged.

Por exemplo, na época em que testamos o Toughbook CF-U1 Ultra, notamos que as tampinhas que protegem as portas de comunicação possuíam uma espécie de espuma plastificada que era prensada contra um ressalto que contorna o conector o que realmente impede que o líquido ou a poeira contamine o interior do sistema.


Já no CF-52 as tampinhas são mais simples, protegendo as portas apenas da exposição direta ao meio ambiente, o que ainda é bem mais do que a maioria dos computadores de linha oferecem.

Assim, o CF-52 pode até ser um equipamento duro na queda, mas nem pense em levar ele pra tomar banho de cachoeira, praticar luta na lama ou usar ele como disco num jogo de malha.

 

Para os padrões atuais, esse Toughbook é dono de um desenho bastante convencional, com seu gabinete todo em liga de magnésio cujo tom predominante é o preto, com exceção da sua tampa superior…

… que mantém o tom natural do metal (uma marca registrada dos Toughbooks). Note o acabamento rugoso que dá uma aparência fosca à superfície e que não segura (e, se segura, esconde muito bem) marcas de dedo (yay!). Esse vinco na forma de trapézio, além de quebrar um pouco as linhas quadradas desse portátil, ajuda a reforçar a rigidez estrutural dessa tampa, protegendo ainda mais a tela LCD.

E falando em rigidez na estrutura, notamos esse ressalto na moldura interna da tela…

… que se encaixa nesse resssalto na base do teclado e que…

… quando unidos, travam completamente o conjunto, protegendo o computador (e em especial a tela) contra impactos laterais.

A trava da tela é uma lingueta de metal bastante simples mas que a prende firmemente no lugar. Basta pressioná-la na parte de cima que ela solta.

Num mundo onde os atuais notebooks estão cada vez mais finos, o CF-52 ainda mantém um visual meio quadradão e até meio monótono, cheio de linhas retas e ângulos de 90 graus. A grande sacada nesse caso é que isso liberou bastante espaço — além de fácil acesso — para uma generosa quantidade de periféricos, slots para acessórios e portas de comunicação que foram montados ao redor desse portátil.

Assim, na lateral esquerda encontramos o seu gravador de DVD de estilo até que bastante convencional se comparado com outros modelos da própria Panasonic que colocam esse periférico dentro do teclado. Para mim isso reforça a mensagem de que o CF-52 é um equipamento semi-rugged, já que no caso de algum acidente envolvendo líquidos, essa unidade pode ser facilmente exarcada.

O mesmo pode ser dito do seu slot para cartão SD/SDHC/MMC, já que sua entrada fica totalmente exposta, ao contrário do que vimos no CF-U1 Ultra. Interessante ver que ele possui um LED de estado que informa quando a unidade está sendo acessada.

Logo abaixo fica o compartimento da bateria, escondida por trás de uma tampinha lateral. Trata-se de uma solução pouco usada nos dias de hoje, mas que oferece maior proteção do que os modelos encaixados na base.

Sua bateria de íons de lítio é um modelo CF-VZSU29AS de nove células e 11.1 volts x 7,5 Ah e é compatível com os modelos das séries CF-29, CF-51 e CF-52. Esse modelo em especial é descrito pela empresa como a versão de longa duração, com autonomia estimada em 8 a 9 horas. Ainda existe uma versão mais simples (CF-VZSU65U), com autonomia estimada em 4,5 horas.

E por que a unidade de disco óptico está no lado esquerdo do portátil? É que a lateral direita já está tomada por diversas portas de expansão.

Curiosamente, o CF-52 ainda vem com dois slots para cartões: um PCMCIA/PC Card do tipo II e um ExpressCard /54. Outro item cada vez mais raro em notebooks de linha.

Logo na sua direita vemos uma porta FireWire (presente apenas nos modelos com tela touchscreen) e duas USB 2.0. No canto direito podemos ver a entrada da sua fonte de alimentação…

… de 15,6 volts x 8 ampéres. Fora isso a empresa também oferece um adaptador para bateria de carro.

Note que o conector macho também é reforçado e, como nossa nova tomada nacional, ele possui um ressalto de plástico que encaixa no gabinete metálico, fornecendo assim maior proteção em caso de batida nessa área.

Na lateral direita também fica o compartimento do disco rígido que, como a bateria, entra e sai pelo lado e não por baixo.

Mas ao contrário desta, o disco SATA de 2,5 polegadas vem empacotado dentro de uma espécie de cartucho de metal e plástico que se conecta com o CF-52 por meio de um conector proprietário.

Ao remover a parte de plástico podemos ver algo que a fabricante fala muito, mas que nunca tinha tido a oportunidade de ver pessoalmente: que o disco se apoia sobre espumas de borracha, isolando assim o mesmo de vibrações externas.

De fato o disco é amortecido de todos os lados, inclusive nas laterais. Também notamos que o conector proprietário fica meio solto, permtindo assim que ele se mova livremente para todos os lados — novamente — não transmitindo o movimento externo para o disco.

A parte de trás do CF-52 também é bem povoada por diversos conectores. Na maioria saída de cabos que não incomodam muito nessa posição.

As duas portas da esquerda abrigam mais duas portas USB 2.0 e saída de vídeo padrão SVGA de 15 pinos.

Na parte central temos o slot para trava de segurança padrão Kensington e uma saída de ar (do cooler do processador?). Vimos que podemos remover a essa grade, mas ao fazê-lo vimos que existe outra idêntica por dentro. E para que serve isso? Até agora não descobrimos (colocar um filtro de pó talvez?)

Finalmente no lado direito temos uma porta de modem (uia!), rede Gigabit  Ethernet e até porta serial (uia! uia!), uma interface meio arcaica para alguns, mas ainda muito usada em equipamentos industriais e em aplicações de automação comercial.

Na parte da frente do CF-52 também existem alguns componentes posicionados em locais cômodos e de fácil acesso…

… como as portas de som (fone de ouvido e microfone) que ficam bem na frente facilitando assim o seu uso.

No outro canto podemos ver as luzes indicadoras de estado da bateria e da rede elétrica, que podem ser monitoradas mesmo com o computador fechado.

Entretanto, o que mais chama a atenção na frente do CF-52 é mesmo sua alça de transporte. Toda feita em metal, ela é praticamente um sinônimo de notebook robustecido e copiado por quase todos os concorrentes. A Panasonic explica quea  maioria das quedas de notebooks poderia ser evitada se o usuário tivesse uma maneira simples e segura para transportar seus equipamento de lá pra cá, em vez de carregar na mão ou debaixo do braço correndo o risco de escorregar.

Finalmente, notamos que essa alça também serve de Santo Antônio para proteger a chave de liga/desliga da interface wireless.

Segundo a Panasonic, o CF-52 pode vir equipado com duas opções de tela: o tradicional modelo de 15,4″ wide de 1.280 x 800 pontos ou uma curiosa versão de 13,3″ de 1.024 x 768 pixels, caso do modelo analisado por este ZTOP.

Um dos atrativos dessa tela é que ela é seu alto nível de brilho — que chega a 1.000 nits — o que permite usar esse computador em locais abertos, inclusive sob a luz direta do sol (imagem abaixo). A imagem em si não é perfeita, mas é bastante legível e bem melhor do que muita coisa que temos no mercado.

Vale a pena notar que o nível contraste melhora bastante se levarmos o portátil para um local com sombra.

Apesar de menor e ainda ser do formato 4:3, essa tela de 13,3″ tem a vantagem de ser touchscreen, algo raro em notebooks de linha (não conversíveis) e que pode ser uma mão na roda na hora de criar aplicações que possam tirar proveito desse recurso. E com o Windows 8 começando a ser avistado no horizonte, esse recurso pode se tornar ainda mais atraente.

Neste caso, a economia de espaço é aproveitada pelo CF-52 para incorporar outros recursos, como um “porta canetas” (provavelmente usado para guardar o dispositivo apontador do tipo stylus)…

… que pode ser amarrado num espaço existente na moldura da tela.

Também notamos que essa tela touchscreen esses curiosos recessos em cada canto da tela que achávamos servir para encaixar algum tipo de acessório.

Mas descobrimos que essas aberturas abrigam os LEDs que iluminam o teclado, como o ThinkLight da Lenovo. Segundo a Panasonic esse recurso é exclusivo do modelo com tela touchscreen de 13,3 polegadas.

Como é de se esperar de um portátil feito para levar pancada, o teclado do CF-52 é dono de um layout simples e sem muita frescura. Nada de formato chiclete, retroiluminação ou teclas de atalho/multimídia. Segundo o fabricante, esse teclado (assim como a tela) resiste a derramamento de líquidos, o que não significa que você pode levá-lo para trabalhar debaixo do chuveiro.

Acima do teclado estão as saídas dos alto-falantes estéreo, as luzes indicadoras de estado e o botão de liga/desliga feito de borracha. Curiosamente, a placa que recobre esse painel superior é uma das únicas partes expostas desse portátil que não é feita de liga de metal.

Assim como o teclado, o touchpad do CF-52 é bastante simples e até pequeno para os padrões atuais ocupando uma área útil de apenas 5,9 x 4,4 cm (LxA). Ele possui comando de scroll nas laterais, mas não aceita comandos de multitoque.

Na lateral teclado ainda existem dois compartimentos. Segundo o manual do usuário, o espaço da esquerda (A) é reservado para instalação de um leitor de Smart Card enquanto que o da direita (B) pode abrigar o módulo/antena Bluetooth.

A base do CF-52 (também em liga de magnésio) possui diversos pontos de encaixes, travas e dois compartimentos parafusados. Esse modelo em especial foi fabricado em Taiwan.

No canto superior esquerdo encontra-se um ponto de conexão para docking station/replicador de portas.

O curioso compartimento trapezoidal localizado mais ao centro abriga o cartão Wi-Fi da Intel e um uma pequena daughter card que não conseguimos identificar (TPM 1.2?). Pode ser também que ela sirva apenas para fechar o circuito, caso o portátil não venha equipado com seu cartão de banda larga móvel Gobi (WWAN) oferecida como opcional.

Já o compartimento mais a esquerda abriga os slots para pentes de memória. O modelo analisado veio com apenas 2 GB de SDRAM, mas pode ser expandido para até 8 GB.

Assim como os Thinkpads, a unidade de disco óptico fica montada numa espécie de gaveta que pode ser removida pressionando-se uma trava.

O mesmo ocorre com o cartucho do HD (e a bateria), só que nesse caso a trava fica no gabinete…

… e no caso específico do HD ele possui um buraco de parafuso que acreditamos ser usado para impedir (ou pelo menos dificultar um pouco) o movimento da trava e a retirada do disco, o que pode ser algo muito útil, caso alguém tenha a má intenção de remover esse periférico sem a autorização do seu dono.

Sob Testes:

O modelo analisado por este ZTOP veio equipado com um processador Intel Core i5 520M “Arrandale”, um Core ix de primeira geração de 2,4 GHz com picos de 2,933 GHz no modo turbo. Ele possui dois núcleos com HT, de modo que ele é visto pelo SO como um chip quadcore.

Já sua aceleradora gráfica integrada é uma Intel GMA HD (ou GMA5700MHD) cujo clock pode chegar de 500~766 MHz no modo turbo e que consideramos um chip bom para uso geral e reprodução de conteúdo em HD, mas nada nos que salte aos nossos principalmente em aplicações mais elaboradas que exija suporte de gráficos em DX11.

Fora isso, o sistema analisado ainda veio com chipset Intel QM57, 2 GB de SDRAM DDR3, disco rígido SATA Hitachi modelo  HTS545016B9SA00 de 160 GB. O sistema operacional é o Windows 7 Professional.

Segundo o índice de experiência do Windows 7, o CF-52 bateu 4,1 pontos, o que o coloca dentro da média dos notebooks de linha com Core i5 e, como era de se esperar, a pontuação poderia ser até melhor se não fosse pela aceleradora gráfica.

Apesar de que isso não interfere no desempenho desse equipamento nas aplicações de processamento de mídia e reprodução de conteúdo em HD:

Em outros testes, o portátil bateu 5.1571 pontos no PCMark Vantage . Para criar uma imagem de DVD a partir de um conjunto de arquivos de vídeo com o DVDFlick 1.3.0.6, o CF-52 levou 2h53m23s utilizando um thread e 2h22m39s com quatro threads.

O teste com o Cinebench 11.5:

E o Super-Pi do David Lopes:

Finalmente, nos testes com o polêmico Battery (comedor de farinha) Eater, onde suas seis células de energia foram devoradas em 2h02m45s, um resultado um pouco abaixo do que esperávamos para uma bateria de nove células. Mas como o modelo que recebemos não é novo e é constantemente usada pela Panasonic para demonstrações para diversos clientes, não podemos garantir que essa bateria esteja em perfeitas condições de uso.

Nossas conclusões:

Como dissemos no início desse review, o Toughbook CF-52 é um equipamento bastante específico para um público igualmente seleto, que passa mais tempo fora do escritório do que dentro dele.

Sob esse ponto de vista, o CF-52 atende bem a esse público  já que incorpora algumas das melhores características dos modelos fully-rugged em um equipamento menor e mais jeitoso cujo desempenho não fica atrás de um notebook de linha baseado na mesma plataforma.

Mas, para isso, a Panasonic teve que abrir mão de alguns recursos — principalmente na resistência às interpéries do tempo — o que de um certo modo não atinge os potenciais usuários desse produto que acredito não costumam rolar na lama para regularmente como parte do seu serviço. E, no caso de qualquer imprevisto, a empresa oferece três anos de garantia no equipamento, incluindo peças e mão de obra.

Se comparados com os computadores de linha, o CF-52 pode ser considerado um equipamento grande e relativamente pesado, mas ele tira proveito dessas características oferecendo para o usuários diversos recursos que hoje praticamente não existem (a não ser na forma de acessórios opcionais) como porta serial, modem e slots para cartões PCMCIA e ExpressCard. Desse modo, o equipamento se mostra bastante versátil, especialmente para profissionais de campo que precisam por exemplo se conectar com um switch inteligente, reprogramar um coletor de dados numa filial no interior do País e mandar suas informações de locais onde o único meio de comunicação com a grande rede é pela linha discada.

Com relação ao seu desempenho, o CF-52 nos pareceu estar dentro do que poderíamos esperar de um computador de linha com Core i5 — o que já é algo bastante positivo nesse mercado de computadores especializados, cuja plataforma tecnológica nem sempre acompanha a dos modelos de consumo. De fato a Panasonic do Brasil já anunciou que o CF-52 irá passar em breve por uma atualização para os novos Core ix “Sandy Bridge”, de modo que os novos modelos a serem vendidos no Brasil serão ainda mais modernos que este testado pelo ZTOP.

Na nossa opinião é que a única coisa que pega nos Toughbooks é seu preço e seu modelo de comercialização, já que ele não será oferecido em lojas e sim comercializado diretamente para as empresas interessadas. Isso faz com que os preços variem de acordo com a quantidade, configuração e tipos de acessórios inclusos na oferta, o que nos impede de fazer uma avaliação de custo benefício.

Mas como é comum nesses casos, o consumidor de Toughbook não se interessa por ele por que ele é bonito ou por que com ele você vai arrasar as garotas e os amigos nerds, mas sim porque esses computadores possuem certas características e/ou qualidades importantes (para não dizer únicas) para o bom andamento do seu negócio — o que por si só pode pode valer o investimento num CF-52 por mais ultrajante que possa parecer para a turma do “urra meu, tá muito caro”.

Capisce?

Resumo: Panasonic Toughbook CF-52

O que é isso? Notebook semi-robustecido para uso geral e trabalhos de campo.
O que é legal?
Bastante resistente a batidas e maus tratos, bom desempenho para um produto de nicho.
O que é imoral? Não é exatamente leve nem fino. Não é resistente a chuvas, maresia, ataque de fungos e entrada de pó ou areia no seu interior.
O que mais?
Oferece 3 anos de garantia (peças e mão de obra). 
Avaliação: 7,9
(de 10). Entenda nosso novo sistema de avaliação.
Preço sugerido:
Não divulgado
Onde encontrar:
www.cdcbrasil.com.br — (11) 3889-4184 — atendimento.toughbook@br.panasonic.com

 

Desde o século passado Mario Nagano analisa produtos e já escreveu sobre hardware e tecnologia para veículos como PC Magazine, IDGNow!, Veja e PC World. Em 2007 ele fundou o Zumo junto com o Henrique assumindo o cargo de Segundo em Comando, Editor de Testes e Consigliere.

  • Anderson Costa 07/06/2011, 14:18

    Não sei quanto vai custar e com certeza não é um preço popular, mas sem dúvida é um bom produto que eu compraria em infinitas vezes com juros astronômicos, mas compraria. Me sentiria muito mais seguro (de inumeras formas) com ele.

  • dflopes 08/06/2011, 23:32

    opa, presente!!!

    Eis um usuario de porta serial, que depende de adaptadores usb-serial, pcmcia-serial, express card-serial.
    Que que sempre perco o cd de drives e nunca acho o site para baixar…

    Mas tenho que mostrar isso pro meu chefe.