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Review: Panasonic Lumix DMC-G1

Mais conhecida por aqui pela suas câmeras de bolso, a Panasonic expande ainda mais sua oferta de produtos no Brasil, com a chegada da Lumix DMC-G1. É sua primeira câmera D-SLR baseada no novo padrão Micro Four Thirds, que abre espaço para toda uma nova geração de modelos compactos com lente intercambiável.

Com o mérito de ter sido a primeira câmera Micro Four Thirds do mercado, a Lumix DMC-G1 é dona de um visual até que bastante convencional e que poderia ser facilmente confundida com uma D-SLR da concorrência se não fosse pelas suas dimensões realmente compactas (12,4 x 8,4 x 4,5 cm — LxAxP —  e 360 gramas sem a lente) e o fato dela estar disponível em outras cores além do pretinho básico da vida, como o vermelho (embaixo) ou azul marinho, isso só já é um interessante diferencial (literalmente falando).

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E mesmo sendo uma das menores (se não a menor) D-SLR do mercado, a DMC-G1 tem uma pegada bastante confortável e sua distribuição de  peso bem balanceada. Essa economia de espaço pode ser mais sentida quando colocamos a DMC-G1 ao lado de outras câmeras reflex como sua prima distante — a Olympus E-510 — que também não é lá uma câmera grande.

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Seu corpo em policarbonato possui um interessante acabamento fosco que não escorrega da mão e que passa a impressã0 de ser um produto de contrução bastante sólida, ao contrário de alguns modelos de entrada que mais parecem brinquedos de plástico. Como a maioria dos novos produtos que começam a ser fabricados, o modelo analisado assim como sua lente foram produzidos no Japão.

E apesar da economia de espaço, os controles da DMC-G1 estão distribuídos de maneira bastante intuitiva e lógica para aqueles já acostumados com o dialeto desse mercado. Os botões estão bem espalhados pelo espaço disponível, o que facilita a sua operação mesmo pelas pessoas com mãos grandes. Note o apoio de borracha para o polegar no canto superior direito que dá mais firmeza ao segurar a câmera.

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Assim, os entusiastas (seu público-alvo)  irão se sentir bem à vontade com a nova câmera depois de alguns cliques e os iniciantes poderão assimilar rapidamente o seu uso com uma boa lida no seu manual em português.

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Ah sim, a interface da câmera também está disponível em português (yay!):

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Curiosamente, a DMC-G1 não possui um controle externo para selecionar o modo do flash (ligado, desligado, automático, etc.) e está disponível apenas como um comando na tela, o que compromete um pouco a sua agilidade de uso.

Apesar de parecer e se comportar como uma câmera reflex, a DMC-G1 não possui caixa de espelho de modo que seu sensor de imagem pode ser facilmente visto quando removemos a lente.

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Felizmente, ele fica protegido por trás de um filtro transparente que até facilita a sua limpeza, já que não é necessário levantar a cortina e o espelho como nas D-SLR. De qualquer modo, não aconselhamos deixar o interior da câmera exposto assim por muito tempo devido ao risco de contaminação por poeira (ugh!).

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Além disso, tamanha exposição do sensor tem um outro problema que é exatamente a curiosidade das pessoas, principalmente daquelas que olham com os dedos. Já vi muitas dessas câmeras expostas em lojas com  sensor totalmente impregnado com marcas de dedos.

Sob um certo ponto de vista, essa solução não deixa de ser uma quebra de paradigma já que, além da economia de espaço, ela simplifica em muito o projeto da câmera, substituindo as tradicionais partes mecânicas (herança das câmeras de filme) por um sistema totalmente eletrônico, com menos partes móveis e — por causa disso — mais resistente à batidas e impactos e menos propenso a apresentar defeitos. O interessante é que, ao tirar uma foto, a tela escurece por algumas frações de segundo, seguido de um som de clique característico. Desse modo a sensação de uso é praticamente a mesma.

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E como era de se esperar de uma câmera sem caixa de espelho, a DMC-G1 vem equipada com um visor eletrônico (LVF) com tecnologia Direct-view LCOS (liquid crystal on silicon) que, segundo o fabricante, produz uma imagem melhor que a atual tecnologia LCD e também é usada pelas filmadoras high-end da empresa.

Ao experimentar esse visor eu confirmo que a imagem é realmente muito boa, mas não deixa de ser uma imagem “eletrônica” com seus notórios arrastes de imagem ao mover a cena, contornos às vezes serrilhados e a intensificação artificial das imagens, principalmente em cenas escuras. A vantagem nesse caso, é que as informações periféricas (velocidade/abertura, modo de exposição, flash etc.) integram-se melhor à imagem do visor, permitindo até coisas impossíveis de ser feitas num visor óptico como rever uma foto sem ter que olhar no LCD externo.

Os fotógrafos mais puristas podem até preferir o visor óptico, mas se levarmos em consideração que essa solução não ser nova e amplamente usada por praticamente todos os fabricantes nas suas point-and-shot topo de linha (como a Lumix DMC-FZ28), acho que não podemos dizer que esse visor é tão ruim assim.

E como é comum nesse tipo de câmera, existe a opção de usar tanto o visor da câmera quanto sua tela LCD traseira, que pode ser selecionada pressionando-se o botão LVF/LCD mas no caso dessa Lumix as coisas ficam bem mais simples com a presença de um pequeno sensor infravermelho (montado à direita no visor) que liga o visor LVF quando ele percebe a proximidade do olho (ou mais exatamente da face) do fotógrafo e vice-versa. Simples, prático e engenhoso.

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E por falar em LCD, a Panasonic não economizou miséria na DMC-G1 equipando a mesma com uma generosa tela wide de 3″ de 460.000 pixels no formato, formato ainda raro nesse mercado. O fato dela ser articulada permite utilizá-la em diversos ângulos, incluindo o notório modo “auto-retrato“. Eu particularmente gosto da possibilidade de rebater o LCD para dentro da câmera, protegendo-a quando fora de uso.

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Seu flash embutido é liberado ao puxar uma trava localizada na lateral do visor LFV. Por causa disso ele não é ativado automaticamente sem que o usuário o queira, permitindo assim um maior controle sobre as fotos a serem tiradas.

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E devido à sua parceria tecnológica com a Olympus, sua sapata de flash é a mesma usada por essa fabricante, o que aumenta o número de opções disponíveis no mercado. De fato um dos modelos da Panasonic — o DMW-FL360 (GN 36)— parece ser um irmão gêmeo do FL-36 da Olympus. Instalei meu exemplar na DMC-G1 (embaixo) e ele funcionou perfeitamente. Para aqueles que precisam de um modelo mais potente, ainda existe o modelo DMW-FL500 (GN 50).

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A bateria, por sua vez segue o padrão da empresa, modelo DMW-BLB13PP de 1.250 mAh que é, na minha opinião, uma boa quantidade de energia para um equipamento do seu porte. Sua recarga é feita externamente por meio de um recarregador que já acompanha o produto.

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Para aqueles que precisam de uma fonte de energia mais constante e pode abrir mão da mobilidade, a Panasonic oferece o adaptador DMW-DCC3 que funciona como uma bateria falsa que deve ser ligada no recarregador de bateria que já acompanha a câmera.

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De fato, notamos uma pequena abertura lateral por onde o fio sai da bateria falsa sai da câmera:

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Com relação ao seu sistema de armazenamento, a câmera trabalha com o padrão SD/SDHC/MMC. Seu slot fica atrás de uma abertura lateral da câmera coberta por uma portinha rígida que, apesar de não ter trava, mantém-se bem firme no lugar.

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Do outro lado (por trás de uma portinha de plástico flexível) encontra-se uma saída proprietária (boo!) que combina sinal de som, vídeo e USB e uma porta HDMI (uia!) compatível com a tecnologia Viera Link da Panasonic.

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A portinha menor à esquerda abriga a conexão para o controle remoto com fio modelo DMW-RSL1:

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Na parte da frente apenas dois detalhes que merecem destaque, um LED iluminador laranja montado na lateral direita que ajuda no ajuste do foco em locais pouco iluminados …

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… e a roda de seleção localizada logo abaixo do botão de disparo. Mais usado para selecionar a velocidade/abertura da câmera, ao pressionar essa rodinha é possível também ajustar o controle de ajuste de exposição em +/- 3 pontos.

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Outro componente primordial do novo padrão Micro Four Thirds é o novo padrão de lentes cujo principal atrativo é seu tamanho reduzido, mantendo algum nível de compatibilidade com o atual padrão Four Thirds. No Brasil a DMC-G1 vem acompanhada da lente Lumix G Vario de 14-45 mm / f3.5~5.6 ASPH com Mega O.I.S. (imagem abaixo ao lado de uma Olympus Zuiko Digital de 14~54 mm padrão Four Thirds). Trata-se de uma objetiva zoom básica de uso geral equivalente a uma lente de 28~90 mm em sistemas 35 mm, ou seja, de uma grande angular até uma meia tele-objetiva, o que atende as necessidades de qualquer pessoa em fotos de grupos até retratos de rosto.

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Como a Panasonic também mantém uma parceria tecnológica com a alemã Leitz (fabricante das cultuadas câmeras Leica), o desenho das suas lentes diferem um pouco dos modelos da Olympus.  Note por exemplo que o anel de zoom da Lumix gira no sentido oposto da Zuiko Digital. Outro diferencial é a chave que ativa o  sistema de estabilização de imagem (Mega O.I.S.) fica na lente (lens shift, como nos sistemas Canon e Nikon), enquanto que a Olympus optou por um sistema de estabilização de imagem no sensor (sensor shift, caso da Sony e Pentax).

Para aqueles que não podem ou mesmo não desejam esperar pela chegada de novas lentes, a Panasonic oferece um adaptador opcional DMW-MA1 que permite o uso de lentes Four Thirds na DMC-G1. Acreditamos que o adaptador da Olympus também funcione na G1. Fico imaginando se, no futuro poderá existir um adaptador Micro Four Thirds para Four Thirds, mas acho isso pouco provável.

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Para quem precisar de informações sobre esse assunto, a Panasonic mantém uma página específica que relaciona todas as lentes que podem ser usadas nessa câmera e seu nível de compatibilidade.

Tecnicamente falando, a DMC-G1 é uma câmera de 12,1 megapixels capaz de registrar imagens de até 4.000 x 3.000 pixels no tradicional formato 4:3 mas que também pode ser ajustada para fotografar em 3:2 (4.000 x 2.672 pixels) e até 16:9 ( 4.000 x 2.248 pixels, exemplo abaixo), incluindo o Full HD 1080p (1.920 x 1.080 pixels). Ela também oferece suporte para RAW.

Como qualquer câmera voltada para o amador avançado e entusiasta, a DMC-G1 vem recheada de modos manuais (P, A, S, M) e pré-programados (foto noturna, esportes, macro, paisagem, retrato e SCN) podendo até armazenar seus ajustes preferidos para uso a qualquer momento (CUST). Destaque para o modo iA que ativa toda a parafernália eletrônica da câmera (autodetecção de cena, foco por face, redutor de olhos vermelhos, ISO automático) com o objetivo de obter a melhor imagem apenas pressionando o botão de disparo, ou seja, nada de entrar em pânico na próxima vez que tiver que fotografar aquele disco voador ou monstro do lago.

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Outra marca registrada da Panasonic é o chamado Film Mode, que pré-ajusta diversos parâmetros de sensibilidade do sensor (contraste, saturação, ruído) simulando assim diversos tipos de “películas” (Dynamic,  Nature,  Smooth,  Nostalgic e Vibrant) tanto em cores quanto em preto e branco, além de receitas/ajustes próprios do usuário.

No departamento de foco, a câmera pode trabalhar no modo de foco simples (AFS), contínuo (AFC) e manual (MF). Apesar de ativado na lente, o sistema O.I.S. (Optical Image Stabilization) trabalha em conjunto com a câmera que seleciona um dos três modos de operação: Mode 1 (estabilização contínua), Mode 2 (ativado somente quando pressionado o botão) e Mode 3 (corrige apenas movimentos na vertical, permitindo assim efeitos de arraste que sugerem movimento na horizontal).

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Outro recurso que meio escondido na câmera é o pré-visualizador de profundidade de campo (DOF Preview), um recurso muito usado nas câmeras profissionais que, quando ativado, fecha o diafragma da objetiva, permitindo assim que o usuário tenha uma idéia do efeito de profundidade de campo que será capturado pela foto. Nesse caso, o uso do visor eletrônico leva uma certa vantagem sobre o óptico, já que neste último as imagens tendiam a ficar muito escuras. De qualquer modo, eu ainda prefiro a solução da Pentax que tira uma pré-foto da cena que não pode ser gravada e serve apenas para o usuário ver com calma o efeito da profundidade de campo. Observe que esse botão também assume a função de apagar uma imagem no modo de reprodução (play).

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Nos testes realizados a qualidade de imagem da DMC-G1 me pareceu bastante boa, com reprodução de texturas suaves e sem a formação de efeitos contornos pixelizados. Veja os exemplos abaixo (clique nas imagens para ver um detalhe na escala real – 1:1 pixel):

Exemplo 1 – foto em close à noite com flash embutido na câmera:

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Exemplo 2 – foto de paisagem em dia de sol à tarde. Note a precisão da reprodução das pastilhas:

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Exemplo 3 – outra foto de paisagem em dia nublado e úmido. Note os detalhes da folhagem:

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O sistema O.I.S. funcionou de maneira bastante satisfatória. Esse recurso deve ser usado com parcimônia e respeitando os seus limites de operação já que seu funcionamento não é garantido em situações extremas, como tirar foto de cima de um trator andando numa estrada de terra cheia de buracos. 100% de certeza só com tripé sobre uma superfície estável.

Sem o O.I.S. Ativado:

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Com o O.I.S. ativado:

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Como já disse em outras oportunidades, quando penso em eletrônicos de consumo, a Panasonic nunca é a primeira marca que me vem à mente, mas preciso reconhecer que ao optar por ela nunca me decepcionei. Foi assim com as TVs e também está sendo agora com a Lumix DMC-G1.

Num mercado satuardo pela mesmice dos produtos — tanto no visual quanto nos recursos — a Micro Four Thirds da Panasonic é um produto de transição que combina as características mais interessantes das reflex como facilidade e flexibilidade de uso, tela LCD basculante, diversos modos de operação (do mais simples ao mais criativo), estabilizacão de imagem e, obviamente boa qualidade de imagem. Some-se a isso uma nova baioneta menor, mais simples e retrocompatível com seu padrão anterior e teremos assim todo um novo mercado a ser explorado por uma indústria que procura (ou precisa) se renovar a cada três meses.

Um bom exemplo é a própria Olympus, que anunciou recentemente a Pen E-P1 Digital uma câmera sem visor óptico, com enquadramento pelo LCD e sistema de lente intercambiável. De um certo modo, as digitais estão voltando para suas origens antes das SLR quando as Leicas M e as TLRs dominavam a terra.

Só espero que a Panasonic do Brasil dê uma ajudinha para os early adopters locais e também traga para cá os acessórios para a G1. Ah sim, um botãozinho de modo de flash no corpo da G2 também cairia bem, diga-se de passagem.

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Resumo: Panasonic Lumix DMC-G1KPP-R (corpo vermelho)
O que é isso? — Câmera D-SLR compacta para amadores avançados e entusiastas.
O que é legal? — Ótima qualidade de imagem, lentes intercambiáveis, tela LCD basculante, rica em recursos.
O que é imoral? — Oferta ainda limitada de lentes e acessórios e não filma vídeos. Alguns podem sentir falta do visor óptico.
O que mais? — A câmera já oferece saída HDMI e algumas opções de cores além do preto.
Avaliação: 8,5 (de 10). Entenda nosso sistema de avaliação.
Preço sugerido: R$ 4.999.
Onde encontrar: www.panasonic.com.br

Desde o século passado Mario Nagano analisa produtos e já escreveu sobre hardware e tecnologia para veículos como PC Magazine, IDGNow!, Veja e PC World. Em 2007 ele fundou o Zumo junto com o Henrique assumindo o cargo de Segundo em Comando, Editor de Testes e Consigliere.

  • Roberto

    Pela primeira vez vejo uma reportagem tão completa, não só de câmeras digitais mas como produto eletro-eletrônico em geral.
    Muito esclarecedor e teve atenção de explicar os detalhes técnicos aos menos informados.
    Excelente reportagem ! Parabéns !

  • Evaldo

    Parabéns pela matéria, muito bem explicado. Até os menos acostumados com este formato de imagem (eu, por exemplo) conseguem entender bem as funções e especificações.

  • Julio Neves

    Quem não quiser ser ASSALTADO, o preço desta mesma máquina lá fora é U$ 650,00 na http://www.bhphotovideo.com

  • BH Photo? Aquela que entrega na porta da sua casa aqui no Brasil sem explicar como?

    [ ]s

    M.

  • Peter

    Parabéns! Muito bem feita a reportagem, rica em detalhes. Mas faltou uma foto em modo noturno, com tempo de exposição no máximo, sem flash, tirada com a câmera na mão e com o O.I.S. ativado. Queria ver se esse estabilizador de imagem é bom mesmo! hehehe Qnd eu tiro alguma foto em modo noturno (principalmente do trânsito à noite), se a máquina não estiver num tripé, sai tudo borrado.

  • Oi Peter,

    Pela minha experiência com diversos estabilizadores de imagem, o que posso afirmar é que esse recurso funciona relativamente bem não opera milagres.

    Na teoria, uma pessoa não consegue segurar uma câmera e bater uma foto em velocidades abaixo de 1/30s com filme ASA 100. Com o estabilizador ligado, seria possível nessa mesma situação, bater fotos a 1/20, 1/15 ou até menos em situacões excepcionais.

    Mas exposições acima de 1 segundo já começamos a forçar a barra.

    O ideal nesse caso é usar mesmo um tripé ou apoiar a câmera em cima de um muro. Quando isso não for possível, encoste suas costas numa coluna ou parede, apoie o braço que segura a câmera firmemente contra o peito, respire fundo, segure a respiração e pressione o botão de disparo.

    [ ]s

    M.

  • Douglas Belmonte

    Concordo com vc nagano “Panasonic nao é o primeiro nome a surgir na mente quando se fala de eletronicos de consumo” mas seus produtos são de altissima qualidade.

    Nunca vi nenhum cliente reclamar de algum produto da marca desde barbeadores ate televisores e bd’s players.

    Dos televisores que tenho na loja a minha favorita é a panasonic apesar de pecar um pouco no design a qualidade da imagem e acabamento dos produtos é impecável (e o melhor o preco é mais baixo).

    Pelo que li e noto pelas açoes de marketing é esse mesmo o seu conceito ter produtos bons e público mais seleto.

  • Tenho algumas coisas Panasonic, do barbeador elétrico à câmera Lumix DMC-FX100 que, em condições favoráveis, faz frente a muitas reflex, apesar de já ser um pouco datada. A lente Leica é tudo aquilo que dizem ser de boa. Como contraponto, as objetivas usadas pela Sony com grife Zeiss em geral só prestam quando são da variedade premium supercara – os modelos destinados ao mercado leigo sofrem consistentemente de aberrações e distorções. Algumas Nikon CoolPix conseguem ser ainda piores. Não é assim com a Panasonic.

    Falando em preço, quem colocou na G1 um preço equivalente ao dobro de uma reflex da Canon só pode ser chamado de idiota. Assim simplesmente não dá.

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  • claudio

    Bom dia .

    Gostaria de elogiar está ótima máquina , e também pedir uma ajuda, pois tenho uma máquina modelo DCM -G1 , é um ótimo
    aparelho , mas perdi meu carregador e não consigo encontrar um novo carregador.
    Peço para quem saber de algum site ou tiver para vender pode entrar em contato comigo, pelo E-mail ou pelo fone 49 3224-0738 .