Review: Notebook Samsung Série 9

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De olho num público mais sofisticado, a Samsung chuta o balde e traz para o Brasil o Samsung Série 9 (NP900X3A-A1), um notebook leve e fino com design primoroso e desempenho que não fica atrás de modelos maiores e mais pesados. O anúncio oficial foi feito na manhã de hoje, mas este ZTOP teve acesso antecipado ao equipamento.

Segundo a fabricante, o público-alvo desse produto ainda é o usuário doméstico que procura por um equipamento moderno e de estilo diferenciado, mas que ao mesmo tempo não quer abrir mão do desempenho oferecido pelas plataformas mais modernas (encaixa direitinho na nova definição de ultrabook). De qualquer modo, nada impede que o Série 9 também não encontre seu espaço entre profissionais liberais, pequenos negócios ou mesmo entre altos executivos.

Acredito que num mercado onde os computadores cada vez mais se tornam “commodities”,  a Série 9 quer fugir desse ciclo procurando resgatar a imagem do notebook como um objeto de desejo investindo pesado em design e alta tecnologia, algo que a indústria automobilística já faz há muito tempo (como a Volkswagen com a Audi ou a Fiat com a Ferrari). A única diferença nesse caso é que a Samsung ainda investe no seu próprio taco, sem apostar em uma marca mais premium (ou quase).

E como nesse mercado de luxo, a emoção vale tanto ou até mais que a razão. Sintam o drama:

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Como era de se esperar de um produto “fino” o NP900X3A vem dentro de uma caixa grande e muito bem acabada, que parece nos dizer que você agora é dono de algo realmente especial.

Ao abri-la e remover uma segunda capa protetora, temos a primeira visão do portátil (repitam comigo: ooooh…)

Um segundo compartimento inferior acomoda os acessórios e a documentação fica em um espaço logo abaixo do portátil.

Ah sim… e se você não quiser ser flagrado no Shopping Center carregando uma caixa de papelão vulgar, a Samsung colocou dentro dela sua própria sacola de compras para que você possa desfilar com seu novo computador de maneira chiquérrima da loja até é o carro.

Bom, deixemos as frescuras de lado e vamos ao que interessa:

Medindo apenas 32,8 x 1,65 x 22,7 cm (LxAxP fechado) e 1,6 kg de peso (com sua fonte inclusa), o NP900X3A é dono de um visual limpo (quase minimalista) e bastante sóbrio, bem no estilo de outros produtos da empresa onde o tom predominante ainda é o preto com detalhes em branco ou azul.

Mas o que realmente chama a atenção desse portátil é a sua espessura (algo como 1,65 cm), o que faz desse equipamento um dos mais finos que passaram aqui pela Zumocaverna. Isso também explica a declaração da Samsung que ele seu principal concorrente é o Apple MacBook Air.

Para chegar num notebook tão fino e que não vergasse  com seu próprio peso, a Samsung teve a brilhante idéia de usar na construção do NP900X3A uma liga de duralumínio de 1,5 mm de espessura, proporcionando assim uma plataforma bastante sólida para a montagem do seu novo computador.

Inicialmente achei que a Samsung tinha usado apenas chapas de metal, mas depois de uma olhada mais cuidadosa dá para perceber que algumas partes do gabinete, como a tampa traseira ou a base do teclado, são fundidas numa única peça (c0mo a lateral abaixo), proporcionando assim maior rigidez estrutural do portátil, que pode ser levantado pela ponta do teclado e, mesmo balançando o mesmo não ouvimos um único rangido ou estalo.

A grande sacada nesse caso é que além de proporcionar solidez, o duralumínio também serve para dar o acabamento no portátil, neste caso dominado pelos tons de preto escovado, também presente na parte de dentro do notebook.

Isso significa que o duralumínio é a solução perfeita para uso em portáteis?  Não exatamente. Se comparado com o polêmico black “não olha feio que risco” piano, seu acabamento em metal escovado apesar é bem mais resistente a riscos. Entretanto ele ainda é um ímã danado de marcas de dedos, mas nada que um paninho de microfibra não resolva . Outra alternativa é usar luvas brancas.

Note que para quebrar um pouco a monotonia do preto sobre preto, a Samsung não pintou as bordas do portátil para parecer que a cobertura de metal envolve o notebook como se fosse a capa de um caderno.

Além disso, a Samsung aproveitou a curva dessa “lombada” para colocar alguns componentes “maiores”, como esse ponto de fixação para cabo de anti-furto que, curiosiamente não segue o padrão Kensington. Isso porque esse tipo de trava simplesmente não entra nesse espaço, de modo que a fabricante optou por colocar dois furos por onde pode passar um cabinho de aço, do mesmo tipo usado para prender celulares nas lojas.

Do lado oposto podemos ver o mesmo visual clean, sendo que o único conector visível…

… é a entrada para a fonte de alimentação do portátil. Ao contrário do que costumamos ver por ai, o adaptador de rede elétrica do NP900X3A é um bloco transformador já equipado com um adaptador na forma da nova tomada tripolar nacional, também conhecida como tridente do capeta.

Tanto na parte da frente quanto atrás, também nada. Nem aquelas luzes indicadoras de estado como carga da bateria ou coisa do tipo.

Aí você pode estar se perguntando…  Onde estão as portas de comunicação? Elas estão escondidas dentro de um compartimento lateral localizado na sua base…

… que se abre quando puxamos a portinha para baixo, ou nesse caso para cima já que o portátil está de cabeça para baixo. No lado direito temos uma porta USB 2.0 padrão, uma porta de som que combina microfone e alto falante no mesmo conector e um slot para cartão Micro SD (uia!). Essa tendência de adotar um único conector para áudio e microfone já vimos antes nos portáteis da Lenovo e achamos uma idéia legal, já que isso permite usar o mesmo fone de ouvido (com fone) usado em celulares, o que pode ser uma mão na roda na hora de fazer ligações de VoIP/Skype.

Já do outro lado existe um compartimento semelhante…

Que esconde um conector USB 3.0 (note o uso das letras SS de “Super Speed”), um conector HDMI micro e uma porta de rede Gigabit. Interessante notar que essa porta USB 3.0 também é Powered: ela fornece mais energia que uma USB padrão, permitindo assim usar periféricos mais fominhas como um gravador de DVD externo ou mesmo recarregar o celular mais rapidamente.

Segundo a Samsung, o formato da sua porta HDMI Micro é padrão de mercado e por causa disso, pode usar o mesmo cabo/adaptador usado no Motorola Xoom, Nokia N8 etc. De qualquer modo, a empresa informa que venderá seu cabo de marca própria na forma de acessório opcional.

A porta de rede já é outra história, pois a Samsung adotou um conector de desenho proprietário e a única justificativa que me passa pela cabeça é que eles fizeram isso porque um conector padrão RJ45 simplesmente não caberia nesse espaço. Felizmente já acompanha o produto um cabinho adaptador. Eu particularmente não gosto desse tipo de solução (já que é mais uma coisa pra gente carregar de lá pra cá e depois perder), mas não acho que seja algo que desabone o produto, já que a idéia desse tipo de portátil é que ele se conecte mais com a rede via Wi-Fi do que pelo cabo. E como vimos no Dell Inspiron Duo, antes isso do que nada.

Visualmente falando, o NP900X3A é dono de um interior bastante clean. Nada de teclas especiais, controles exóticos ou luzinhas psicodélicas. Mas — neste caso — não confunda simplicidade com falta de recursos.

Começando pelo teclado, o NP900X3A vem equipado com uma tela LCD/LED de 13,3″ com resolução nativa de 1.366 x 768 pontos e apenas 1,25 cm de espessura. Uma das novidades dessa tela é seu nível de brilho que alcança 400 nits. Na prática, isso significa reproduzir cores mais vivas e até trabalhar de maneira até que decente em ambientes abertos 0nde outras telas LCD ficam simplesmente ilegíveis. Curiosamente (ou na minha opinião, felizmente) essa tem acabamento anti-reflexivo ao contrário das versões de “alto-contraste” muito usada em notes para uso pessoal/doméstico.

Acima da tela fica sua webcam “Digital Livecam” de 1,3 MP.

Seu teclado já compatível com o padrão ABNT2 brasileiro, segue a moda do estilo “chiclete” com telas de desenho quadrado e plano, bem espaçados e apesar de não ser tão macio quanto um ThinkPad seu uso é bastante confortável…

… mesmo no escuro, já que seu teclado é retro iluminado (yay!).

Interessante observar que esse notebook vem equipado com um sensor de luminosidade que pode controlar tanto o brilho do teclado quanto da tela LCD de acordo com nível de luz do ambiente. Esse recurso também pode ser desativado para que o usuário faça os ajustes de sua preferência.

O NP900X3A entra na polêmica se as teclas F1~F12 deveriam ou não ser a função primária de uma maneira bastante pragmática. Apesar das funcões tipo Setup, mais brilho, menos brilho, etc. estarem mais em destaque, as funções que valem são as boas e velhas F1~F12. A grande sacada da Samsung foi de criar uma nova tecla batizada de Fn Lock que, quando ativada, inverte a função dessas teclas. Uma solução tão simples que fico imaginando como é que ninguém pensou nisso antes. (Henrique comenta: Nagano, olha pro teclado do seu Nokia N900)

Outra sacadinha interessante desse portátil é que, do mesmo modo que ele utiliza luzes indicadoras azuis para informar que o Caps Lock ou o FN Lock estão ativados, o mesmo alerta é feito para indicar que o alto falante está mudo (mute) e o Wi-Fi, ligado. Novamente: simples e prático.

No canto superior direito do teclado ainda temos as tradicionais luzes de estado que indicam (a partir da direita): se o computador está ligado, se está ligado na tomada/carga da bateria e o acesso ao HD. À esquerda dessas luzes estão o microfone embutido e o sensor de luminosidade que controla o brilho da tela e do teclado.

Abaixo do teclado fica o touchpad que, ao contrário do andamos vendo recentemente, a área de toque ocupa uma área bem delimitada de 10 x 6,6 cm (LxA) e possui uma textura levemente emborrachada, ao contrário do resto da área de descanso das mãos que faz parte do monobloco do chassis de metal do portátil. Ele possui função de scroll e aceita comandos de multitoque.

Para quem ainda não notou, esse touchpad não tem botão esquerdo e direito (como nos MacBooks!). Essas funções foram integradas ao touchpad de uma maneira bem curiosa, já que ao pressionarmos um dos cantos inferiores desse dispositivo eles afundam levemente (~0,5 mm) e sentimos o clique do botão sendo apertado. Essa solução tem a vantagem de abrir mais espaço para o touchpad que antes era ocupado pelos botões.

A parte de baixo do NP900X3A é surpreendentemente limpa, sem conexão para docking station ou abertura para os pentes de memória, disco rígido ou até mesmo sua bateria. Para mim a mensagem está clara, ou seja: “volta pro outro lado, você não tem nada o que mexer aqui”. 🙂

De qualquer modo, com um pouco de paciência — e muuuito cuidado — é possivel remover toda a base do portátil (também feita de metal) para termos acesso a alguns de seus componentes internos. E de fato, não tem muito o que o usuário possa fazer aqui dentro:

Na parte de cima da placa-mãe podemos ver o processador (CPU) e o chipset (PCH) cobertos por uma espécie de trocador de calor ligado a um pequeno irradiador de calor cuja ventoinha pega o ar do exterior e joga o ar quente por uma pequena abertura localizada entre o gabinete e o monitor LCD. A simplicidade desse desenho mostra como o processador consome pouca energia, gerando assim menos calor.

De fato, fiquei tão curioso se essa solução térmica funcionava bem que reproduzi um teste que já feito no Sony Vaio Y: Instalei e botei pra funcionar Prime95 e deixei a máquina cozinhar por algumas horas. Feito isso, fiz algumas leituras da temperatura da base meu termômetro a laser e a máquina estava estranhamente fria (variando de 27 a 28 graus), com um único ponto mais quente que bateu 43 graus. Vale a pena notar que o metal do gabinete ajuda a dispersar o calor gerado pelo sistema, ao contrário dos gabinetes de plástico que muitas vezes funcionam como isoladores térmicos.

O sistema vem equipado com apenas um pente de memória SODIMM de 4 GB de memória DDR3 de 1.333 MHz (PC3 10600s). Apesar de a Samsung informar que esse portátil não aceita mais do que 4 GB, a existência de um segundo slot vago poderia (na teoria) expandir essa capacidade para até 8 GB, que é o limite informado pela Intel.

Para mim o componente mais interessante desse portátil é seu disco SSD de 128 GB (modelo Samsung MZMPA128HMFU-000) que, ao contrário de outros modelos que vimos no passado, não se parece com um disco e sim com uma plaquinha PCI-e Mini. Esse padrão de formato era muito usado nos primeiros Eee PC da Asus e mostra uma tendência do mercado de que o disco rígido deixe de ser um “periférico” para se tornar parte integrante da placa-mãe do PC, sendo que em muitos casos ele (ou mais exatamente, os chips de memória flash + controladora) virá soldado diretamente na placa-mãe.

Para quem quiser conhecer um pouco mais das características desse disco:

Outro componente meio escondido é sua placa de rede Wi-Fi 802.11n da Broadcom, um modelo de meia altura que se conecta numa espécie de antena localizada na base.

Em cada canto inferior desse computador existe esse curioso componente: um alto falante de 1,5 watt de potência (totalizando 3 watts, já que o sistema é estéreo). Interessante notar que o que parece ser um slot para cartão de memória…

… é a saída de som com sua minúscula grade interna — uma das menores que já vimos num portátil.

Finalmente, o que parece ser um grande tablete de plástico localizado entre os falantes é o módulo da bateria que, segundo a Samsung, é um modelo de seis células e autonomia estimada em até 7,7 horas. Como podemos ver esse módulo é fíxo e não pode (ou na teoria não deveria) ser removido pelo usuário. Se de um lado o usuário perde por não poder andar com uma bateria extra, do outro ele ganha em espaço e comodidade. E, cá entre nós, com o aumento da autonomia desses novos portáteis, quem realmente anda por aí com uma bateria extra na mala?

Sob testes:

O modelo analisado por este Ztop veio equipado com um processador Intel Core i5 2537M “Sandy Bridge”, um chip dual core de 32 nm com HT e clock de 1,4 GHz (~ 2,3 GHz no modo turbo) e equipado com um controlador de memória DDR3-1066/1333 MHz

 

Já sua aceleradora gráfica integrada é uma Intel HD Graphics 3000. Seu TDP máximo de é apenas 17 watts, um a menos que os 18 watts do AMD E-350 “Fusion” do Vaio Y VPC-YB15AB da Sony. Apesar de ele não oferecer suporte para DX11, vem recheado de recursos como o Intel Quick Sync Video, InTru 3D, Wireless Display, Flexible Display Interface (Intel FDI), Clear Video HD Technology etc.

Fora isso, como já vimos acima, o sistema veio equipado com 4 GB de SDRAM DDR3 1.333 MHz, disco SSD de 1,8 GB, placa de som HD,  Wi-Fi 802.11bg/n, Bluetooth 3.0, uma USB 3.0 “powered”  e uma 2.0, bateria de seis células e Windows 7 Home Premium de 64 bits pré-instalado.

Segundo o Índice de Experiência do Windows, o NP900X3A bateu 4,7 pontos. De acordo com a métrica da Microsoft, o resultado o qualifica para uso em aplicações de processamento gráfico intensivo.

Essa informação bate com os testes de HDxPRT, um benchmark especialmente criado para avaliar o desempenho de PC em aplicações que envolvem o processamento de mídia, incluindo vídeos em alta definição.

Em outros testes, o NP900X3A bateu 7.945 pontos no PCMark Vantage.

E 2.758 pontos no novíssimo PCMark 7:

No AutoGK 2.45, o sistema levou  1h37m29s para transformar um filme em DVD para um arquivo AVI de 700 MB. O processo oposto (criar uma imagem de DVD a partir de um arquivo de vídeo)  feito com o DVDFlick 1.3.0.6 foi de 4h30m56s utilizando um thread e 3h22m40s utilizando quatro threads.

Para avaliar o desempenho do processador rodamos o CINEBENCH R11.5 os resultados foram os seguintes:

 

Ah sim, o Super Pi do David Lopes:

Com relação ao consumo de energia nos nossos testes realizados com o polêmico Battery (comedor de farinha) Eater, onde suas seis células de energia foram devoradas em 2h14m47s, nada mal se levarmos em consideração que esse teste não tira proveito de nenhum recurso de ecomomia de energia oferecido pelo sistema, de modo que esse resultado não pode — e nem deve  — ser usado para contrariar a autonomia anunciada pelo fabricante.

Não costumamos rodar testes de HD em sistemas completos, mas como é a primeira vez que temos contato com esse tipo de disco SSD, rodamos nesse o HD Tach 4.01:

 

Nossas conclusões:

O que todos esses resultados nos mostram é que a Samsung não é exatamente uma workstation móvel, mas está dentro do que podemos esperar de um notebook para uso geral com Core i5 de linha, o que não é algo ruim.

Isso porque entendemos que o potencial comprador da Série 9 é um profissional liberal, dono de pequena ou média empresa ou até mesmo um alto executivo que procura por um equipamento leve e ao mesmo tempo confortável e que seja capaz de realizar todas as suas necessidades do dia a dia do trabalho, mas também de diversão, o que também inclui editar algumas fotos e vídeos ou mesmo ver um filminho com o note ligado na TV. Sob esse ponto de vista, achamos que a Samsung conseguiu chegar numa fórmula bem equilibrada de desempenho, conforto de uso e mobilidade.

Fora isso, não poderíamos deixar de dizer que ficamos realmente impressionados com o design do produto, em especial do seu padrão de construção e das pequenas soluções tecnológicas ou mesmo de desenho que foram adotadas para melhorar a experiência de uso desse portátil. Mas isso significa que ele é o presente divino para os usuários de PC? Não exatamente. Para se chegar nesse resultado a Samsung teve que fazer algumas concessões como adotar aquele estranho sistema de trava de segurança, que para mim não serve para muita coisa além de pendurar aqueles enfeites de celular que os asiáticos tanto adoram, ou o uso de conectores proprietários (como o Ethernet), pouco usuais (como o slot para cartão Micro SD) ou ainda raros no mercado (como o Micro HDMI). Fora isso, o belíssimo acabamento preto escovado ainda é um verdadeiro ímã de marcas de dedo, o que com o passar do tempo pode desanimar aqueles que gostam de ter seus gadgets limpinhos e imaculados.

No geral, nossas impressões do Série 9 foram bastantes positivas de modo que não vimos nada muito sério que desabone o produto. E se você acha que pagar R$ 4.999 é muito por um portátil, podemos enumerar outras coisas bem piores que as pessoas podem fazer com essa grana.

Resumo: Samsung NP900X3A-A1
O que é isso? Notebook leve e fino de uso geral.
O que é legal? Belíssimo design e excelente acabamento. Rico em recursos e ótimo desempenho para sua categoria.
O que é imoral? Uso de conectores proprietários ou ainda raros no mercado. Acabamento ainda atrai marcas de dedos.
O que mais? Fabricante oferece gravador de DVD externo grátis.
Avaliação: 9,0 (de 10). Entenda nosso novo sistema de avaliação.
Preço sugerido: R$ 4.999
Onde encontrar:www.samsung.com.br

 

Ainda em tempo:

Aqui no Brasil a Samsung irá oferecer junto com seu série 9 um gravador de DVD externo com porta USB (modelo AA-ES3P95B), cujo visual segue o mesmo padrão do portátil:

A grande notícia porém é que esse periférico será entregue junto com o portátil (numa caixa separada) na hora da venda sem custo adicional para o consumidor.

Wai-wai!!!

 

 

Sobre o autor

Mário Nagano

Desde o século passado Mario Nagano analisa produtos e já escreveu sobre hardware e tecnologia para veículos como PC Magazine, IDGNow!, Veja e PC World.
Em 2007 ele fundou o Zumo junto com o Henrique assumindo o cargo de Segundo em Comando, Editor de Testes e Consigliere.

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