OOXML consegue certificação ISO

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Passados mais de 14 meses de estudos e negociações, o comitê técnico conjunto da ISO e o IEC finalizaram o processo formal para a certificação internacional ao padrão Office Open XML, também conhecido como OOXML.

Segundo nota oficial enviada pela Microsoft, de acordo com os documentos disponí­veis na internet, 86% de todos os paí­ses que participaram do processo na ISO/IEC votaram a favor do formato, sendo que são necessários apenas 75% para obter a certificação internacional. Assim, o Open XML passa a fazer parte dos padrões de formato de documentos abertos reconhecidos pela ISO e IEC, como o HTML, PDF e ODF.

Com a certificação ISO encerra-se um capí­tulo dessa novela, mas o suspense pode não ter acabado aqui no Brasil, já que – na semana passada – o OOXML foi rejeitado novamente pela ABNT na ISO/IEC JTC-1 mantendo, assim, a mesma decisão de setembro do ano passado.

Henrique comenta: e agora vamos esperar o pessoal do ODF chiar. E que venha a duplicidade de formatos, para infelicidade geral.

Nagano complementa: Se não tivesse recebido esse informe pelos canais oficiais da MS, eu juraria que isso cheirava a brincadeira de 1º de Abril. ;^)

Sobre o autor

Mário Nagano

Desde o século passado Mario Nagano analisa produtos e já escreveu sobre hardware e tecnologia para veículos como PC Magazine, IDGNow!, Veja e PC World.
Em 2007 ele fundou o Zumo junto com o Henrique assumindo o cargo de Segundo em Comando, Editor de Testes e Consigliere.

<span class="dsq-postid" data-dsqidentifier="2550 http://zumo.com.br/2008/04/01/ooxml-consegue-certificacao-iso/">comentários</span>

  • Não é questão de chiar. É irritante ver esses comentários do tipo “ah, mas você é um fanboy de ODF” ou coisa parecida.
    Se houvesse uma interação real entre Microsoft e a ISO no sentido de resolver os problemas do OOXML, eu defenderia o OOXML. Como o processo de aprovação foi baseado na compra de votos descarada (pagar a entrada de membros que, obviamente, vão votar em você, é compra de votos), pressão sobre parceiros, etc, esse foi um golpe fatal na reputação da ISO como entidade séria. Agora, não há como deixar de imaginar a ISO como uma entidade que pode ser comprada por qualquer companhia. Basta comprar os membros, oras bolas.

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