O mercado local de PCs, segundo a Microsoft

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Durante o evento de workstations que ocorreu ontem aqui em São Paulo, assisti a uma apresentação de Ricardo Wagner, gerente de produtos Windows para consumidor da Microsoft Brasil. Ele falou um pouco sobre a sua visão do mercado de PCs, o fim do Windows XP  e que o acesso para o Windows 7 deve passar pelo Vista.

Segundo o executivo, o perfil dos compradores de PC mudou um nesses últimos meses no sentido de que, se de um lado as vendas caíram um pouco, a qualidade das compras também melhorou, o que indica que o consumidor está mais exigente na hora da compra e que espera um melhor retorno para seu investimento.

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Wagner também disse que ao contrário do hardware, os sistemas operacionais são produtos vivos que se alimentam e evoluem de acordo com o feedback de seus usuários de modo que o Windows Vista SP1 já é um produto melhor e o Windows 7 — previsto para sair no final desse ano — será melhor ainda.

Henrique comenta: prefiro nem imaginar o que é a dieta do Windows…

Segundo o pessoal de Redmond, os usuários do Windows XP não devem esperar pelo 7: a empresa acredita que a entrada no futuro SO tem que passar pelo Vista, já que muitas tecnologias inovadoras como o WPF e o Silverlight nasceram com o Vista. E para facilitar a vida das pessoas e das empresas, a Microsoft oferece diversos modelos de licenciamento que começam com o Vista e que darão direito a um upgrade automático para o 7.

Como achei que a apresentação da Microsoft estava meio descolada do evento em si eu aproveitei a seção de perguntas e respostas para perguntar para Wagner qual é a melhor versão do Vista para workstations. Sua resposta foi que os usuários devem dar preferência para as versões Business e Ultimate de 64 bits para tirar pleno proveito das atuais capacidades de memória.

Eu também questionei o executivo se poderia haver uma versão do Windows 7 específica para uso em estações de trabalho — como já existiu no passado com o NT Workstation — e ele achou que não, pois o kernel do Windows 7 tem capacidade de atender as demandas das aplicações mais simples até a mais sofisticadas, ou seja, no futuro Windows 7, as indicações ficarão com o 7 Professional e 7 Ultimate.

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Sobre o autor

Mário Nagano

Desde o século passado Mario Nagano analisa produtos e já escreveu sobre hardware e tecnologia para veículos como PC Magazine, IDGNow!, Veja e PC World.
Em 2007 ele fundou o Zumo junto com o Henrique assumindo o cargo de Segundo em Comando, Editor de Testes e Consigliere.


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