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Novo ThinkCentre no IDF 2007

lenovo_m52_front.JPGPós-IDF 2007 San Francisco: Passeando pelo showcase da Intel com meus colegas da Turquia, passamos ao lado do stand da Lenovo e, no meio de velhos conhecidos como os ThinkPads T61 e X61, topei com um simpático desktop não maior que uma caixa de sapatos.

Tratava-se do pequeno ThinkCentre M57 Ultra Small Form Factor que havia sido anunciado no primeiro dia do evento (18/09) e, apesar de ser um dos menores desktops já desenvolvidos pela empresa, nem por isso ele deixa a desejar em termos de desempenho.

Ele mede apenas 27,6 x 8,9 x 27,6 cm (LxAxP) e 6,4 kg de peso e já vem equipado com o novo chipset Intel Q31, compatí­vel com toda a linha de processadores Intel, desde o modesto Celeron 420 de 1,6 GHz até o Core 2 Quad de 2,66 GHz.

lenovo_m57_open.JPGSeu gabinete consegue abrigar um disco rí­gido de 3,5 polegadas e um dispositivo óptico não removí­vel do tipo Ultrabay Slim (o mesmo usado nos portáteis da empresa). Ainda tem espaço para uma placa PCI pequena montada num riser card.

Ele ainda conta com chip de segurança TPM 1.2 e dispõe de 8 portas USB 2.0 (que podem ser desativadas via hardware), conector e-SATA externo, Firewire, porta paralela, serial, som e SVGA na maioria concentrados no painel traseiro. Sua aceleradora gráfica integrada já é compatí­vel com Direct X 10, o que torna esse computador compatí­vel com Windows Vista Business com opção de troca pelo Windows XP Pro.

Conversando com um porta voz da Lenovo, ele comentou que a linha 3000 já passou por uma reformulação nos EUA (o que também deve acontecer no Brasil), recebendo um novo logo com os anéis Olí­mpicos, algo que já tinha visto no Brasil na forma de protótipo.

Quando perguntei de sobre a função da curiosa chave vermelha com os dizeres “Safe” que vi num desses novos gabinetes, ele me explicou que como esse design veio da China, ele acredita que essa tecla seja a notória “chave de censura” que, quando acionada, impede o acesso do PC í  conteúdo inapropriado na web, algo útil para pais preocupados com que suas crianças vêem por aí­.

Ele também aproveitou a oportunidade para perguntar para nosso grupo, se nós – como consumidores – teriamos interesse num ThinkCentre numa outra cor que não fosse preto. Pensei em dar uma sacolada nos meus opositores, mas felizmente o preto ganhou por três votos a zero.

Depois as pessoas se perguntam como grandes empresas tomam decisões. ;^).

Desde o século passado Mario Nagano analisa produtos e já escreveu sobre hardware e tecnologia para veículos como PC Magazine, IDGNow!, Veja e PC World. Em 2007 ele fundou o Zumo junto com o Henrique assumindo o cargo de Segundo em Comando, Editor de Testes e Consigliere.

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