Nokia + Cambridge: celular que “estica”

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Morph no modo “telefone”

Conheça o Morph, um dos primeiros frutos de um projeto envolvendo nanotecnologia feito em conjunto entre o Nokia Research Center (NRC) e a Universidade de Cambridge, na Inglaterra.

O telefone futurista é um conceito de como os futuros aparelhos devem ser flexí­veis e expansí­veis, permitindo que o usuário modifique sua forma. O mais curioso da história: o protótipo passa a fazer parte do catálogo do Museu de Arte Moderna de Nova York (MoMA), na mostra Elastic Mind.

O Morph, segundo os desenvolvedores, demonstra as funcionalidades mais recentes que a nanotecnologia pode ser capaz de criar: materiais flexí­veis, componentes transparentes e superfí­cies autolimpantes.

A parceria entre a Nokia e Cambridge vem desde março de 2007 e é focada em projetos de nanotecnologia – os trabalhos são feitos no centro de nanociência e na divisão elétrica do departamento de engenharia.

Claro que o Morph não existe ainda. As desenvolvedoras acreditam que em sete anos alguns de seus elementos passem a fazer parte dos celulares comerciais, principalmente os topo de linha. Veja no ví­deo abaixo o que o Morph poderá oferecer.

Falando em design, amanhã eu conto algumas novidades que a Nokia traz ao Brasil nesse terreno.

(Mais fotos do Morph depois do clique abaixo).

Morph no modo “pulseira” com o fone Bluetooth

Morph “aberto”

Morph em uso

Sobre o autor

Henrique Martin

Henrique Martin já escreveu na PC World, PC Mag, Folha de S. Paulo e criou o Zumo em 2007. Em 2011, o Zumo se transformou no ZTOP, referência em conteúdo original sobre tecnologia em um mundo pós-PC. Siga-o no Twitter: @henriquemartin

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