Review: Nokia N96

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Passei dois meses com o Nokia N96, usando o aparelho todos os dias.

Fiz ligações, acessei a internet, fotografei, filmei, transportei arquivos, ouvi música. E tudo isso para chegar à conclusão de que, às vezes, upgrades no hardware e em recursos são simplesmente… upgrades no hardware e recursos.

O N96 é um baita aparelho? Sim. Vale a compra? Sim.

Só que ele traz poucos diferenciais em relação aos seus irmãos N95 e N95 8 GB (pode colocar o N82 nessa lista também). Todos são modelos 3G, com Wi-Fi e Bluetooth. Fazem vídeos a 640 x 480, tiram fotos de 5 megapixels, têm boa qualidade de ligação, vêm com plug 3,5 mm padrão para fones de ouvido, têm GPS e software de mapas.

A grande diferença do N96 é o design (que me lembra um cruzamento do N95 8 GB com um N81, mas infelizmente não é a versão Bruce Lee) e seus 16 GB de memória flash interna, espaço de sobra para guardar músicas e vídeos (ele veio com uma versão de Transformers dublada na memória).

O N96 teria um diferencial enorme no mercado brasileiro se a Nokia adaptasse o receptor de TV digital integrado no aparelho para o padrão brasileiro – se você comprar um N96 e viajar para a Europa poderá ver TV digital na tela do aparelho, de graça (o software está lá, instalado). No fim das contas, se você tem a grana necessária para pagar por um N96 (ou um bom desconto na sua operadora), vale o investimento. Eu, particularmente, prefiro esperar por um 5800 ou um N97.

Então, vamos ao vídeo com as impressões sobre o aparelho:

(mais vídeos do Zumo no UOL Mais e no Videolog. Mais fotos do N96 no Zumo)

Resumo: Nokia N96
O que é isso?
celular multimídia 3G com câmera de 5 megapixels e GPS.
O que é legal?
16 GB de armazenamento, ótima qualidade de som, reproduz vídeos razoavelmente bem.
O que é imoral?
seu receptor de TV digital não funciona no Brasil.
O que mais?
Bateria dura mais que outros modelos da linha.
Avaliação:
7 (de 10). Entenda nosso sistema de avaliação.
Preço sugerido:
R$ 2.399
Onde encontrar: www.nokia.com.br

Sobre o autor

Henrique Martin

Henrique Martin já escreveu na PC World, PC Mag, Folha de S. Paulo e criou o Zumo em 2007. Em 2011, o Zumo se transformou no ZTOP, referência em conteúdo original sobre tecnologia em um mundo pós-PC. Siga-o no Twitter: @henriquemartin

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