[MWC 2012] Hands-on: Nokia Lumia 610

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O Nokia Lumia 610 é o primeiro Windows Phone com menores requisitos de hardware.

Na prática, para o consumidor, isso significa preços mais baixos (o preço sugerido do Lumia 610 é de 189 euros, contra mais de 450 euros para o topo de linha Lumia 800).

Para desenvolvedores, sim, é o início da fragmentação da plataforma (Android passou por aqui e disse “tenho bastante experiência nisso, só me perguntar”): até então, todos os aparelhos com Windows Phone rodavam praticamente o mesmo hardware (1 ou + GHz no processador, 512 MB de RAM).

>>>Leia o review do Lumia 800 e do Lumia 710

Agora, o Lumia 610 tem processador de 800 MHz e 256 MB de RAM. E a estratégia da Microsoft para esses aparelhos – codinome Tango para o sistema operacional – é vendê-los em mercados emergentes, como a China – que acabou, curiosamente, de liberar a venda da linha Lumia por lá. É o famoso “mal necessário”: para baratear uma plataforma, torne-a menos exigente de hardware. A ZTE também anunciou hoje no MWC o Orbit, também com “Tango”. Update: a Microsoft diz que quase todos os 65 mil dos apps do Marketplace vão rodar com 256 MB de RAM.

Como vai funcionar (e isso não dá para ver direito nas demos do MWC 2012), é outra história.

E essa redução no preço mostra que os materiais usados também são mais baratos. Embora feitos de plástico, os Lumia 800/900/710 dão uma sensação de segurança ao tê-los em mão. O Lumia 610 é todo de plástico – não deve quebrar fácil, mas tem o visual mais de “brinquedo” que os demais smartphones da família.

O aparelho segue o básico: conector microUSB, fones de ouvido 3,5 mm…

Controle de volume, trava da tela, disparador da câmera de 5 megapixels (vídeos em VGA)…

A tela é de 3,7 polegadas (800 x 480) e o Lumia 610 tem 8 GB de armazenamento interno, sem expansão de memória via cartões.

E terá versões coloridas: branco, azul e magenta. As laterais são metalizadas e a parte traseira, fosca.

Sobre o autor

Henrique Martin

Henrique Martin é o fundador do ZTOP+ZUMO e da newsletter de tecnologia Interfaces. Já escreveu na PC World, PC Magazine, O Estado de São Paulo, Folha de S. Paulo e criou o ZTOP+ZUMO em 2007, referência em conteúdo original sobre tecnologia em um mundo pós-PC.

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