Last.fm: acordo com gravadoras, mais música de graça

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lastfm.JPGLast.fm: mudanças í  vista, e para o bem.

O site, até então focado em rastrear os perfis musicais dos usuários e tocar músicas baseado neles, vai se tornar uma plataforma de streaming de música on-demand, graças a um novo acordo divulgado hoje entre a emissora de rádio/comunidade/indicadora de tendências online e gravadoras (incluindo as quatro grandes: Universal, Sony/BMG, Warner e EMI, mais 150 mil selos e artistas independentes).

A nova plataforma, ainda em fase de testes, terá álbuns e faixas completos disponí­veis para ouvir no site.

O Last.fm já tem 20 milhões de visitantes únicos por mês, vindos em 240 paí­ses, incluindo o Brasil. O acordo incialmente está restrito a Estados Unidos, Inglaterra e Alemanha, com expansão em breve para outros paí­ses. E artistas sem gravadora poderão receber royalties diretamente da Last.fm toda vez que sua música tocar na programação. O modelo de negócios se baseia em gerar receita por meio de publicidade online.

O novo serviço, por enquanto, terá algumas limitações. Quem escutar música na Last.fm poderá ouvir a mesma faixa até três vezes antes de ser lembrado do novo serviço de assinaturas. Quando entrar no ar oficialmente, novos recursos darão direito í  reprodução ilimitada de faixas e outros serviços – como trazer as músicas completas para o cliente de desktop, por exemplo.

Vale lembrar que o dono da Last.fm é a CBS, que deve criar inúmeras oportunidades de divulgar o serviço em suas redes de rádio e TV nos EUA.

Sobre o autor

Henrique Martin

Henrique Martin é o fundador do ZTOP+ZUMO e da newsletter de tecnologia Interfaces. Já escreveu na PC World, PC Magazine, O Estado de São Paulo, Folha de S. Paulo e criou o ZTOP+ZUMO em 2007, referência em conteúdo original sobre tecnologia em um mundo pós-PC.

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