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Hack the City: tecnologia para mudar a metrópole

Nova série nacional produzida pela NAT GEO em parceria com a Intel Brasil mostra como artistas tentam amenizar a brutalidade de uma megalópole por meio de intervenções urbanas.

Na semana passada fomos convidados pela Intel Brasil para conhecer Hack The City …

… a mais nova série de documentários do canal National Geographic que vai ao  ar em breve no canal de TV da Nat Geo e no FOX App:

Ela foi criada e produzida pelo FOX Lab, área de criação de conteúdo para marcas e inovação da FOX Networks Group no Brasil em parceria com a Intel Brasil, que forneceu os equipamentos usados pelos protagonistas da série (ou mais exatamente, computadores com chips Intel Core de 8ª geração + acelerador de sistema Intel Optane) para desenvolver seus projetos com agilidade, eficiência e qualidade.

Segundo Wladimir Winter, diretor do FOX Lab no Brasil, a idéia original dessa série era de mostrar como os computadores são capazes de ajudar as pessoas a realizarem grandes trabalhos (uma idéia por sinal meio batida, diga-se de passagem) mas que evoluiu para algo bem mais interessante, ou seja, como as pessoas são capazes de realizar grandes trabalhos com a ajuda dos computadores — ou seja — tirar o foco sobre as máquinas e passá-la para as pessoas, valorizando assim a história por trás de cada intervenção urbana mostrada na série e sua capacidade de tocar positivamente as pessoas. Sob esse ponto de vista, o título “Hack the City” sintetiza muito bem o espírito desse projeto. 

O executivo afirma estar muito orgulhoso com esse projeto e feliz com as obras criadas pelos artistas que toparam esse desafio “nosso objetivo é gerar incentivo para que formas diferentes de manifestação artística sejam mais democráticas e alcancem o público com mais facilidade, gerando impacto positivo nas pessoas. Consideramos a intervenção urbana, potencializada pelo uso da tecnologia, um caminho perfeito”, concluiu o executivo.

E o resultado desse desafio proposto pela Nat Geo e a Intel para quatro artistas da cena paulistana podem ser vistos nos quatro episódios da série, que são os seguintes:

GIGANTO de Raquel Brust — A fotógrafa, jornalista e artista multimídia criou um painel gigante em um dos edifícios que permeiam o elevado Presidente João Goulart, mais conhecido como Minhocão. A obra “conversa” com o público por meio do olhar da protagonista do retrato — Salsabil — uma jovem que chegou na cidade como refugiada da guerra da Síria que está reconstruindo sua vida como mãe e empreendedora com sua cozinha árabe:

 

EU SOMOS do Coletivo MOOC — Formado por oito jovens negros moradores da periferia paulistana, o coletivo MOOC (Movimento Observador Criativo) revitalizou uma pista de skate pública no meio da favela de Paraisópolis na Avenida Hebe Camargo. Além do recapeamento do piso e das paredes, foram adicionados novos obstáculos e um espaço físico para que jurados e DJs possam utilizá-los em campeonatos ou apresentações musicais. Os artistas consideram que o resultado final fala com a comunidade local, enviando uma mensagem de inclusão e inspiração artística.

 

BIOLUMEN de Leandro Vigas — Instalada no teto do interior do viaduto Júlio de Mesquita Filho, na Bela Vista, próximo à Avenida Paulista. A proposta de Vigas é de iluminar os buracos escuros da cidade por onde as pessoas tem medo de passar a noite, utilizando luzes e formas geométricas para criar uma estrutura capaz de se comunicar com o interlocutor. Com isso o seu desejo é essa área degradada da região do Bixiga renasça e se torne passagem obrigatória para seus frequentadores.

 

MEU CORAÇÃO BATE COM O SEU de Guto Requena — Mistura de mobiliário urbano interativo e arte urbana, trata-se de um grande banco-estrutura que se afirma como uma espécie de memorial para os 40 anos de ativismo LGBT na região do centro histórico de São Paulo. Localizado na Praça Dom José Gaspar, ele conta com caixas de som que tocam trechos de depoimentos de ativistas da causa e pessoas comuns e luzes que pulsam no ritmo dos batimentos cardíacos desses ativistas. O público pode participar dessa instalação, enviando depoimentos de até três minutos pelo WhatsApp.

Carlos Buarque, diretor de Marketing da Intel Brasil, diz que a sua empresa sempre busca proporcionar experiências positivas às pessoas, inspirar por meio do talento e do uso da criatividade e ser parte de um projeto como esse é não só mostrar como a tecnologia está presente no dia-a-dia de todos, mas também disseminar o impacto que a ela pode ter.

Hack The City estreia no National Geographic e no FOX App na quarta-feira, dia 12 de setembro às 19h45 e também no canal da National Geographic no YouTube.

Mas quem quiser apreciar essas obras em cores e ao vivo também podem fazê-lo nos locais mencionados já que elas ficarão expostas por aproximadamente seis meses nos diferentes locais de São Paulo. 

Pata mais informações visite o site www.nationalgeographicbrasil.com/hackthecity

Desde o século passado Mario Nagano analisa produtos e já escreveu sobre hardware e tecnologia para veículos como PC Magazine, IDGNow!, Veja e PC World. Em 2007 ele fundou o Zumo junto com o Henrique assumindo o cargo de Segundo em Comando, Editor de Testes e Consigliere.