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Intel Brasil: Habemus praeses generalis curagendarius!

Se lá nos EUA o CEO da AMD saiu da empresa, aqui do nosso lado a Intel finalmente anunciou seu novo presidente  e gerente geral para o Brasil — Fernando Martins.

Formado em engenharia elétrica e computação pela USP e Ph.D. pelo Carnegie Mellon University, Martins está há mais de 13 anos na Intel e virá para suceder Oscar Clarke, que saiu da Intel em abril de 2010 para assumir a presidência da HP Brasil.

Nesse meio tempo dizem que o pessoal de Santa Clara considerou diversas pessoas (dentro e fora da empresa) para o cargo sendo que o último deles — um executivo brasileiro da área de telecom — simplesmente melou a negociação aos 49 minutos do segundo tempo, o que fez com que a Intel tivesse que reiniciar mais uma vez o processo, decidindo finalmente pelo nome de Martins.

Até ser indicado para o novo cargo, Martins trabalhava na sede da Intel no Oregon e já recebeu duas vezes o Intel Achievement Award por suas contribuições à estratégia de produtos da companhia.

O executivo substitui Jesus Maximoff, que acumulou o cargo de presidente e gerente geral desde abril de 2010 e que curiosamente também deixará o cargo de diretor geral para a América Latina em breve para assumir uma nova posição na Intel. Ele será substituído por Steve Long já anunciado em novembro do ano passado.

A previsão é que ambos os executivos devam estar mais presentes (fisicamente falando) no dia da dia da sede aqui em sampa em meados de março.

Desde o século passado Mario Nagano analisa produtos e já escreveu sobre hardware e tecnologia para veículos como PC Magazine, IDGNow!, Veja e PC World. Em 2007 ele fundou o Zumo junto com o Henrique assumindo o cargo de Segundo em Comando, Editor de Testes e Consigliere.

  • Anderson Costa 13/01/2011, 20:09

    Eu particularmente sempre recebo com ceticismo essa "dança de cadeiras", geralmente é mais "política e afins" do que "melhorias no mercado local". Como sempre, para nós simples mortais, vamos ver o que vai dar.

  • Edy 14/01/2011, 08:30

    Mudar líderes é uma constante nas grandes corporações. Por vários motivos, desde uma nova "cara" para a empresa e estímulo para a equipe ou até mesmo por "uma puladinha de cerca" (rs). Só não vejo essa rotatividade tão freqüente entre as empresas grandes na IBM.