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Hands-on: Samsung Galaxy Note 8.0

Samsung Galaxy Note 8.0 é o tablet (ou foblet gigante) que chega ao mercado brasileiro em abril. E a fabricante aposta em apps integrados para torná-lo diferente do resto dos tablets no mercado.

Hoje de manhã, em uma apresentação reservada para a imprensa brasileira, Roberto Soboll, diretor de produtos de telecomunicações da Samsung Brasil, o aparelho chega em abril às lojas. O preço sugerido não foi divulgado, mas a Samsung trabalha com a estimativa de preço na faixa de R$ 1.500-1.600 para o Galaxy Note 8 na versão 3G e na faixa de preço abaixo de R$ 1.500 para a versão Wi-Fi.

E é um tablet que, apesar de a Samsung não citar nomes de concorrentes e dizer que continua com suas ofertas de modelos de 7″ no Brasil (com o Galaxy Tab 2 7″), foi feito para combater o iPad mini, da Apple – ou  ao menos tentar roubar algum pedaço de mercado dele.

Seu hardware segue a configuração média dos tablets/foblets da Samsung hoje, como o Galaxy Note 10.1: processador quad-core (1,6 GHz), tela de 8 polegadas (óbvio) com resolução 1200 x 800 e densidade de 189 pixels por polegada, um pouco acima do iPad mini, 2 GB de RAM, 16 ou 32 GB de armazenamento interno – tudo isso rodando Android 4.1.2.

O design e acabamento lembram, como a linha de desenho industrial recente da Samsung, o smartphone Galaxy S III, com bordas arredondadas e parte traseira em plástico (que me pareceu mais resistente que o Note 10.1, que chega a deixar a impressão de que tem um espaço vazio entre componentes e carcaça).

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A interface utilizada é a TouchWiz, a mesma dos demais smartphones Android da Samsung.

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E a versão em uso do Android é a 4.1.2 “Jelly Bean”.

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Na laterald o aparelho, vemos a entrada para o SIM card da operadora e cartão de expansão microSD.

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Acima, o conector para fone de ouvido/headset:

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Atrás, a câmera de 5 megapixels:

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E no outro lado, o botão liga/desliga, o controle de volume e a porta microUSB para recarga do tablet/troca de dados com o computador.

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Nesse lado direito do tablet também fica o compartimento para guardar a caneta sylus, a S-Pen.

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E é nos aplicativos que a Samsung aposta como diferencial do tablet em relação aos concorrentes, seja com o uso de tela dividida:

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E nos apps integrados com a S-Pen, como o Paper Artist e o já conhecido S-Note, para tomar notas e fazer desenhos.

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Ah sim, o Galaxy Note 8.0 também é um telefone. Dá para fazer “sidetalking”, o que soa ridículo em público, então o mais recomendado em nome do bom-senso é utilizar um fone Bluetooth ou (em um local fechado) ativar o modo de viva-voz.

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Para dar uma ideia do tamanho, o Galaxy Note 8.0 ao lado do Galaxy Note II:

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Henrique Martin já escreveu na PC World, PC Mag, Folha de S. Paulo e criou o Zumo em 2007. Em 2011, o Zumo se transformou no ZTOP, referência em conteúdo original sobre tecnologia em um mundo pós-PC. Siga-o no Twitter: @henriquemartin