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Hands-on: Panasonic Toughbook CF-U1 Ultra

Considerado o caçulinha da linha Panasonic Toughbook, o CF-U1 Ultra é um tipinho curioso: Meio netbook, meio tablet, meio coletor de dados, mas nem por causa disso ele é menos versátil ou indestrutível quanto seus irmãos maiores.

Tecnicamente falando o CF-U1 é um UMPC, um termo cunhado pela Microsoft em 2006 para descrever um novo tipo de computador ultraportátil (também conhecido pelo codinome “Origami”) e que foi uma das primeiras tentativas de oferecer para o mercado um produto mais voltado para consulta e consumo de conteúdo digital, uma idéia que começou a ser assimilada com os netbooks, mas que realmente explodiu com o lançamento do iPad da Apple.

Apesar disso, o UMPC sobrevieu como um produto de nicho e o CF-U1 é um bom exemplo desse nível de especialização com a proposta de ser uma opção de ultramobilidade para profissionais de campo que precisam se deslocar constantemente e que precisam de um equipamento robusto e feito para funcionar a qualquer hora e em qualquer lugar.

Nagano comenta: Durante a realização desta análise notamos que as especificaçòes do modelo analisado diferia um pouco do material de divulgação. Por exemplo, segundo o Speecy, o nosso veio equipado com um processador Intel Atom Z520 de 1,33 GHz, 1 GB de SDRAM e um disco SSD Samsung MCBQE16GZMPP-M1A de 16 GB enquanto que o modelo oferecido pela Panasonic vem equipado com um Atom Z530 de 1,6 GHz 2 GB de SDRAM e HD SSD de 64 GB.

Isso me faz crer é que o CF-U1 foi atualizado para ser compativel com o Windows 7, já que com apenas 1 GB de RAM o equipamento fica limitado a trabalhar no máximo com o Windows Vista (boo!). De fato o modelo analisado veio com Windows XP pré instalado, SO que a Panasonic ainda dá suporte em drivers.

Isso na prática invibializa a realização dos nossos benchmarks oficiais, mas isso não n0s impede de fazer um hands-on desse pequeno computador, já que a plataforma em si não mudou em muito.

Ou seja, de volta ao que interessa…

Uma das primeiras coisas que me chamou a atenção do CF-U1 foi o seu tamanho, já que as fotos de divulgação costumam mostrar o produto só de frente…

… quando na realidade ele é uma patola de 14,9 x 18,2 x 5,6 cm (LxAxP) e 1,1 kg com sua correia e baterias instaladas.

Ao contrário de seus irmãos maiores, praticamente todo o gabinete externo do CF-U1 é feito de plástico ABS de elastômero (que absorve a energia dos impactos) sustentado internamente por duas estruturas internas (Holder) de liga de magnésio…

… que protegem a placa-mãe tanto por baixo quanto por cima. Segundo o fabricante, essa montagem permite que o CF-U1 resista a quedas de até 1,8 metros de altura sem comprometer seu funci0namento.

Zumo in a Box

Certificação IP65 e MIL-STD-810G — o que isso significa?

A Panasonic afirma que o CF-U1 recebeu a certificação IP65 de acordo com a norma internacional IEC 60529. A sigla IP vem de Ingress Protection que seria uma escala que mede o nível de proteção oferecido por um equipamento contra impactos e a entrada de pó e água no seu interior.

Neste caso, o primeiro dígito (6) do IP65 indica sua resistência ao pó e o nível 6 nos diz é que esse computador não está totalmente protegido contra a entrada de pó mas que qualquer quantidade que conseguir entar no seu interior não deve comprometer o seu funcionamento. Já o segundo dígito (5) descreve seu nível de proteção contra líquidos e o nível 5 nos diz que ele não deve ser submerso na água muito menos ser jogado na lavadora de roupas,  mas respingos vindos de qualquer direção — ou mesmo um banho de torneira fria sem sabão —  não irá comprometer o seu funcionamento.

Já o MIL-STD-810G é uma metologia de testes criado pelo departamento de defesa americano e que avalia a resistência de um equipamento sob diversas condições ambientais como altas e baixas temperaturas, chuva, humidade, ataque de fungos, exposição a maresia, aceleração e choque, etc. Uma descrição completa dessa metodologia em .PDF pode ser encontrada aqui.

Apesar das suas dimensões generosas, a ergonomia do CF-U1 é muito boa já que ele possui um recesso na parte de trás o que facilida a sua empunhadura tanto com a mão esquerda quanto a direita (ou até ambas ao mesmo tempo). Note que sua correia traseira possui uma espécie de alça regulável para prender a mesma palma da mão do mesmo modo que fazemos nas camcorders.

A parte de cima dessa correia está firmemente fixada no portátil por meio de um parafuso em uma peça metálica que também serve como ponto de fixação para correias ou mesmo para cabos anti-furto padrão Kensington.

Na parte de baixo, o CF-U1 adota um engenhoso sistema de engate rápido que usa uma alça metálica que se engancha no portátil…

… e que fica firme no lugar por meio de uma fita de velcro.

Isso permite revantar rapidamente a alça para se ter acesso à parte de trás e aos compartimentos da bateria. Nessa imagem temos uma visão mais clara do recesso existente na parte central d0 dispositivo, o que permite uma pegada mais firme.

Como era de se esperar de um equipamento robusto, sua porta da bateria possui um sistema de trava dupla…

… que nos dá acesso às suas baterias…

… que no nosso caso é um modelo CF-VZSU53W de íons de lítio de 7,2 watts e 2.900 mAh. Segundo o fabricante a autonomia estimada é de até 9 horas aproximadamente.

Interessante notar que o CF-U1 não utiliza uma, e sim duas baterias que ficam em compartimentos independentes e são consumidas de maneira alternada:  a segunda bateria só entra em uso quando a primeira se esgota completamente. A vantagem que vejo nessa solução é que mesmo se uma das baterias sofra algum tipo de dano (ou simplesmente pife) o equipamento continua a funcionar e o usuário não fica na mão. Além disso essa solução permite fazer o hot-swap, a substituição da a bateria que está parada mesmo com o computador ligado e sem estar ligado na tomada.

Vale a pena notar que ao remover a bateria #1 constatamos a presença de um slot para cartão SIM para ser usado como seu modem interno modelo Qualcomm Gobi 2000.

Esse e outros acessórios como GPS interno, leitor de cartões/códigos de barras, replicador de portas e até uma combinação de câmera digital + scanner biométrico podem ser oferecidos na forma de opcionais ou pré-instalados durante o orçamento do produto. Já as interfaces Wi-Fi Intel 5100 802.11 b/g/n e bluetooth V2.1 + EDR (Classe 1) já vêm instaladas de fábrica.

A maioria das portas de comunicação ficam nas laterais dos CF-U1, todas protegidas por portas seladas com espuma de borracha o que impede a entrada de contaminantes como pó, areia, humidade e até respingos d’água

Note que nos lados do portátil existe um espaço para a instalação de…

… um dispositivo apontador do tipo Stylus (CF-VNP003U) que pode ser colocado (e amarrado)  tanto do lado direito…

… quanto esquerdo, o que pode ser uma mão na roda para os canhotos.

Na base do CF-U1 existe um grande conector de periféricos (de desenho proprietário) que serve para fixar alguns equipamentos/acessórios adicionais ao computador…

… entre eles o CF-VEBU12 um miniconector para porta serial, LAN e leitor de smartcard. Já o CF-MPU11UTT é um produto semelhante só que equipado com uma porta USB no lugar do leitor de smartcard. Fora isso a empresa oferece diversas opções de correias, bolsas, adaptadores de energia, carregadores externos, bases de acoplamento para todos os bols0s e gostos.

E por falar em USBs sua única porta disponível fica na parte de cima do CF-U1…

… para abri-la — assim como todas as outras portas laterais — é necessário puxar a portinha para baixo com a ponta do dedo…

… e puxá-la para baixo…

… e para fora …

… expondo assim sua porta USB 2.0. Note o furo de fixação acima dela é feito em metal fundido e que, pela rigidez, deve fazer parte do seu chassis interno. Note a almofada de borracha na parte interna da portinha que sela a abertura da porta USB.

E como esse equipamento roda Windows é possivel instalar no mesmo qualquer tipo de periférico que funciona num PC. Por exemplo, para facilitar nossa análise desse produto eu usei um replicador de portas da Lenovo…

… e liguei na porta USB do CF-U1.

Assim eu consegui ligar, pude usar o teclado, o mouse e o meu monitor de 24″ no CF-U1, além de conectá-lo na minha rede local via porta Ethernet o que torna o seu uso idêntico ao de qualquer PC. E como a capacidade de armazenamento deste portátil é relativamente pequena, eu pude até adicionar mais espaço de disco por meio de um HD externo com porta USB.

Do lado esquerdo do gabinete encontra-se a entrada de alimentação do sistema (16 volts CC) e uma chave que liga-desliga a interface Wi-Fi.

… que é energizada por uma pequena fonte de alimentação (modelo CF-AA6373A-M1)  bi-volt de 16 volts x 3,75 A, muito parecida com  aquela usada em notebooks. A empresa afirma que o tempo de recarga das bateria seria de aproximadamente 5,5 horas independente do equipamento estar ligado ou desligado.

Interessante notar que a recarga das baterias pode ser monitorada individualmente graças aos LEDs localizados tanto na parte de trás do gabinete quanto no painel frontal. Durante a recarga a luz apagada informa que a bateria está vazia, vermelho indica recarregando e verde carga completa.


Do lado direito temos acesso ao slot para cartão SD/SDHC com capacidade máxima de 32 GB.

E para evitar que o cartão seja removido enquanto ele está em uso, ele conta com seu próprio indicador luminoso de acesso.

Finalmente, ao seu lado ficam as conexões de som, ou mais exatamente saída de som estéreo e entrada de microfone. O sistema de som (baseado no chipset SoundMax) é compatível com sistema de som Intel HD Audio. na falta de um fone de ouvido o CF-U1 conta com um pequeno alto-falante mono.

Ao contrário do resto do equipamento, o painel frontal do CF-U1 é apresentado na cor prata protegido por uma moldura reforçada de plástico ABS. Note os suaves contornos das suas laterais que se curvam para dentro do portátil o que facilita em muito a sua pegada. também fica claro que esse computador foi feito para ser segurado com ambas as mãos usando apenas os polegares para apertar a maioria dos seus os botões.

Sua tela LCD-LED de 5,6 polegadas tem resolução nativa de 1.024 x 600 pixels (WSVGA) de excepcional nitidez, algo importantíssimo nesse caso já que as imagens tendem a ser bem pequenas para caber numa tela do seu tamanho. E para quem ainda não percebeu, essa tela também é sensível ao toque e pode ser operada com precisão por meio do dispositivo apontador do tipo caneta descrito acima. Como essa tela não é capacitiva ela não responde bem ao uso dos dedos para comandar o cursor (principalmente no Windows XP).  Acredito que com o Windows 7 (e seu suporte nativo para tablet computing) as coisas sejam mais simples de operar.

Como é de praxe nas plataformas baseadas nos processadores Atom de baixo consumo de energia o CF-U1 utiliza um chipset Intel US15W (codinome Poulsbo). Uma curiosidade dessa solução é que ela adota a pouco usada  aceleradora gráfica GMA 500, que não foi desenvolvida pelo pessoal de Santa Clara e sim por um terceiro — a Imagination Technologies — Neste caso, a Intel licenciou a aceleradora gráfica PowerVR SGX e o PowerVR VXD para processamento de vídeo H.264/MPEG-4 AVC o que faz com que esse CF-U1 faça uma coisa que poucos netbooks com N270 se atrevem a fazer, como por exemplo, reproduzir vídeos em 720p e até 1080i.

A Panasonic adora fazer barulho sobre sua tela LCD que utiliza uma tecnologia batizada de TransflectivePlus que combinada com seu sensor de luz ambiente, filtros polarizadores e de anti-reflexo e seu sistema de retroiuminação de 6.000 nits (= candela por metro quadrado) fazem com que os Toughtbooks sejam muito bons para serem usados em locais abertos, mesmo sob a luz direta do sol.

Para verificar isso aproveitei o dia de sol e fui ver se essa tela era boa mesmo, e o que notei é que a tela não fica clara e brilhante como uma folha de papel e sim bem mais escura e, com o passar do tempo a vista se acostuma e o conteúdo da tela torna-se mais legível, o que significa que de fato ela pode ser usada nessas condições de iluminação extrema, mais isso ainda está bem longe de ser considerado uma experiência confortável. A melhor descrição nesse caso seria utilizável.

Agora se não quisermos forçar a barra e optarmos por utilizar o CF-U1 em um local protegido protegido por uma sombra — mesmo que seja sob um toldo, varanda ou parassol — a qualidade da imagem melhora significativamente ao ponto de podermos até usar o termo confortável em alguns casos.

Obviamente, o CF-U1 também pode funcionar em condições de baixa luminosidade ou mesmo de escuridão total. Para isso ele conta com um sistema de retroiluminação das teclas…

… que é ativada com o uso da combinação mais cabalística e pouco intuitiva que já vi num portátil (Fn + Z). A escolha em em si tem lá sua lógica por é facil memorizar que para iluminar o teclado basta pressionar a teclad Fn + e a do lado —  mas o ícone escolhido (o tecladinho em azul) pode ser várias interpretações. No meu caso eu jurava que ela servia para chamar o teclado virtual.

O teclado do CF-U1 tem um desenho bastante curioso lembrando vagamente o do Palm Pre com seus botões transparentes com sua função gravada no fundo, o que garante que ele nunca será apagado por desgaste ou excesso de uso. Note que o teclado qwerty é separado em duas partes — com o bloco numérico e o direcional ao centro — e as teclas são levemente inclinadas para os lados, o que, na teoria, melhora a sua ergonomia — principalmente nesse caso, onde a tendencia é digitar apenas com os polegares. As teclas lembram um pouco as usadas nos celulares com uma resposta táctil que lembra um clique no final do seu curso garantindo que a mesma foi pressionada.

Para facilitar a entrada de dados apenas com dois dedos o teclado do CF-U1 dispõe de um curioso recurso onde as teclas Shift, Crtl, Alt e Fn possuem um indicador luminoso que acende (junto com um beep sonoro) para informar que ela foi pressionada e que espera alguma tecla complementar para executar sua função. Assim para colar um texto ou seleção não é preciso pressionar e segurar o botão Ctrl e pressionar V, basta pressionar Ctrl seguido do V. Do mesmo modo para dar um Ctrl+Alt+Del basta pressionar essas teclas em sequência.

Opcionalmente a empresa pode fornecer o CF-U1 com um teclado mais simples equipado apenas com os botões direcionais e o bloco numérico.


No lado direito da tela temos (a partir de cima) uma tecla tipo gangorra que rola a tela para cima e para baixo, luz de entrada de força, atividade da rede sem fio, estado da bateria #1 e outro controle de zoom na tela.

Já à direita da moldura temos o botão de liga/desliga, dois botões de atalho (APP) 1 e 3 —  para invocar programas e funções do computador — luz de uso da rede elétrica, acesso ao disco rígido, estado da bateria #2  e mais dois botões APP  3 e 4 — que podem ser configuradas por meio de um utilitário fornecido pela empresa.

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Nossas conclusões:

Como já dissemos no início desse hands-on, o modelo que recebemos para testes é uma versão usada em demonstrações para clientes e que, infelizmente não é o hardware mais recente que já conta com um processador de 1,6 GHz, mais memória RAM e disco. De resto o produto é praticamente o mesmo de modo que a experiência de uso em si não deve mudar muito e o que pudemos sentir nesses dias em que convivemos com esse produto é o seguinte:

No geral nossas impressões sobre o CF-U1 são bastante positivas já que ele combina duas características muito interessantes: Primeiro a de um equipamento de construção bastante sólida com características que priorizam o funcionamento (e por que também não dizer a sobrevivência) da plataforma nos ambientes e condições das mais difícieis. De fato nos surpreendeu o fato que nos testes realizados com o Battery “comedor de farinha”Eater, o CF-U1 funcionou a todo vapor e com todos os recursos de economia de energia desativados por 5h36m39s!

Em segundo lugar gostei muito de saber que dentro dessa armadura de ABS e liga de magnésio existe um PC que se comporta de uma maneira até que bem genérica o que dá liberdade do usuário fazer praticamente o que quiser com esse equipamento como ligar qualquer tipo de equipamento que se comunique com um PC via porta USB e tenha suporte para Windows como impressoras, scanners, coletores de dados, discos externos, mouse, teclado, modem 3G, sistemas de localização, equipamentos de laboratório, câmeras etc.

O mesmo pode ser dito do suporte de software desde que — obviamente — respeite-se suas limitações do seu hardware, como o tamanho da sua tela o desempenho modesto do seu processador de 1,3 — que nos nossos testes informais ficou um pouco abaixo de um netbook de linha (algo que pode ter melhorado com o novo modelo com chip de 1,6 GHz). Mas como na mai0ria dos casos esses equipamentos servirão basicamente para coleta e consulta de dados, troca de mensagens e acesso à internet, acredito que desempenho não seja algo tão crítico nesse tipo de aplicação.

Curisamente, graças ao suporte oferecido pela sua GMA 500 baseada nas tecnonologias da Imaginations Systems o seu desempenho na reprodução de vídeos (com resolução até 720p) até que é boa mas não espere milagres com reproduzir vídeos em Full HD 1080p. Com um hardware tão conhecido era de se esperar que o CF-U1 pudesse rodar Linux sem problemas, mas até onde eu saiba a comunidade de desenvolvedores estava tendo alguns problemas para oferecer um driver que desse suporte total ao GMA 500 o que, em alguns casos é só uma questão de tempo.

Assim podemos concluir que o Toughbook CF-U1 é um produto único no nosso mercado, mas que devido ao seu custo ele nunca vai deixar de ser um produto de nicho e que vai direcionado tanto para o setor de governo (nas áreas de pesquisa, saúde, defesa civil, bombeiros, segurança pública e defesa militar, etc) quanto de empresas em especial para aqueles setores onde os profissionais realizam bastante trabalho de campo como nas áreas de engenharia civil, florestal e agrícola, pesquisa mineral, produção de petróleo, logística, etc. Setores onde a aplicação direciona a escolha do hardware e não o contrário.

A ferramenta está ai. Agora só é preciso saber quem realmente tem a  demanda e se o mesmo está disposto a investir na plataforma.

Para mais informações visite o site da empresa:

http://www.panasonictoughbook.com.br/

(11) 3889-4184

SAMSUNG MCBQE16GZMPP-M1A

Desde o século passado Mario Nagano analisa produtos e já escreveu sobre hardware e tecnologia para veículos como PC Magazine, IDGNow!, Veja e PC World. Em 2007 ele fundou o Zumo junto com o Henrique assumindo o cargo de Segundo em Comando, Editor de Testes e Consigliere.

  • dflopes 26/01/2011, 09:39

    Tenho um UMPC Viliv S5 com touchscreen…

    E apesar do parto pra encontrar o driver da tela, o reconhecimento de escreita funciona bem, substituindo, em muitas vezes, o mini-tecladinho do TIP(Touch Input Panel). E a bateria dura muuuuito!

    Essa GMA500, que tb acompanha o Viliv aqui em casa, é um TERROR de RUIM.
    Até hoje (depois de um ano), ainda não consegui rodar um video HD sequer, pois ele tem aceleração especifica pra H.264 e VC-1 (algo muito especifico).
    Mas segue um tuto sobre o assunto:
    [TEST][TUTO] Intel GMA 500 vs HD hardware decoding H.264 & VC-1 http://forum.eeeuser.com/viewtopic.php?id=75658

    E, a titulo de curiosidade, o seu replicador de portas permite usar um monitor externo apenas plugando umna USB??? ou é apneas um HUB??? Realmente não entendi…

    E preços???

  • evandrofisico 26/01/2011, 10:13

    O pessoal da panasonic especifica coisas do tipo temperatura máxima, altura de queda e etc que o bixinho suporta?

    completamente offtopic, mas é um IBM Model M que vejo ali conectado ao dock?

    • mnagano 26/01/2011, 20:09

      Oi Evandro,

      Atualizei o texto falando sobre seus limites de resistência. Brigadão pelo toque.

      Com relação ao teclado, sim é um legitimo Model-M com layout US-International de mil novecentos e bolinha.

      Já falamos sobre ele aqui no Zumo:

      http://zumo.com.br/2007/10/05/gadget-do-passa

      Vale a pena notar que ao lado direito do teclado está o primeiro MS IntelliMouse que ganhei da Microsoft quando ele foi lançado por aqui em 2001 e que ainda funciona perfeitamente.