Hands-on: HTC Ultimate

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O HTC Ultimate é… grande! O novo aparelho, o primeiro com Windows Phone 7.5 a ser lançado por aqui, começa a chegar às lojas da Vivo esta semana e tem como principais pontos fortes a interface limpa e organizada e a forte integração com serviços da Microsoft (leia mais sobre o aparelho).

Aproveitei pra falar com Lee Itner, vice-presidente para América Latina da HTC, sobre a situação da empresa no Brasil. No cargo há quatro meses apenas, ele é responsável pelas operações na região, que estavam um tanto fora do ar nos últimos dois anos.

Vale lembrar que a HTC, após lançamento de vários produtos no mercado brasileiro entre 2007-2008 (quase todos com o temido e dinossáurico Windows Mobile), sumiu do mapa após o lançamento do HTC Magic (um dos primeiros Androids a chegar por aqui). A fabricante terceirizada da HTC no Brasil, a Celestica, fechou as portas em 2009.

E desde então só haviam lançado mais um aparelho após o Magic, um Android básico chamado Desire A, em março, um tanto na surdina. No lançamento dos tablets da fabricante, em fevereiro, durante o Mobile World Congress, perguntei para o pessoal de relações públicas da empresa sobre como estava o Brasil – não tive resposta.

Itner, porém, foi bem enfático ao dizer que a direção da HTC considera o mercado latino-americano e, principalmente, o brasileiro, como prioridade. O lançamento do Ultimate é apenas o primeiro passo em relação a isso – querem estar entre os três maiores vendedores de smartphones no Brasil. Na promessa do executivo, pelo menos, novos aparelhos serão lançados logo pela HTC por aqui, seguindo o que já vem ocorrendo no México. A conferir, claro – e torcer para a volta da fabricação local em 2012.

Uma galeria de fotos gigante para mostrar os principais detalhes do smartphone.

Começando pela tela de bloqueio:

O menu principal com os blocos/tiles da interface Metro do Windows Phone (tudo personalizável, claro):

Versão com o fundo em preto:

O gerenciador de tarefas (pressione o primeiro botão à esquerda, o de “voltar”, para iniciar essa tela):

E a lista de apps em ordem alfabética:

Tem ainda uma lista de apps da própria HTC (incluindo o Hub, uma central de serviços):

A busca é movida a Bing, incluindo busca visual (yay!):

E o tocador de música estilo-Zune:

Agora, o hardware. Atrás, a câmera de 8 megapixels – a HTC diz que a lente é grande-angular de 28 mm com abertura f/2.2 e com foco automático – o que promete fotos bem iluminadas sem flash (tem um LED aí, caso necessário).

Apesar do tamanho grande da tela, o Ultimate é bastante fino – 9,9 milímetros. Aqui, o controle de volume e disparador da câmera.

Do outro, o conector microUSB.

E, em cima, o conector 3,5 mm e o botão liga/desliga.

A trava na parte inferior…

Libera a tampa traseira, mostrando a câmera e a bateria de 1.600 MAh.

É grande? Pra caramba, pelo menos ao lado do iPhone 3GS, de “apenas” 3,5 polegadas de tela.

Aproveitei para ver algumas funções do aparelho nas configurações:

Como a configuração de rede

E me surpreendi com o serviço de localização, item mais que necessário em notebooks e smartphones nos dias de hoje.

Já pedi para a HTC uma unidade de testes do Ultimate. Assim que chegar, publico o review completo.

 

Sobre o autor

Henrique Martin

Henrique Martin já escreveu na PC World, PC Mag, Folha de S. Paulo e criou o Zumo em 2007. Em 2011, o Zumo se transformou no ZTOP, referência em conteúdo original sobre tecnologia em um mundo pós-PC. Siga-o no Twitter: @henriquemartin

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