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Guia de sobrevivência a uma feira de eletrônicos (versão 2014)

Divulgação/CESweb

Milhares de expositores. Mais de cento e cinquenta mil pessoas se estapeando por espaço, comida, transporte, quartos de hotel em uma cidade seca, fria, cheia de distrações e com seis horas de diferença a menos para o fuso horário de casa. Bem-vindo à CES 2014.

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Fabricantes e distribuidores pedindo atenção e espaço na mídia, mas nem sempre você tem tempo (ou uma mesa na sala de imprensa) para conseguir fazer, ver e mexer em tudo que quer. Conexão à internet? Não é tão fácil.

Se você achou tudo isso complicado, bem-vindo à 2014 International CES, que começa na terça-feira (7) e vai até 10 de janeiro em Las Vegas. Mas calma, do ponto de vista da cobertura jornalística, dá para sobreviver com algumas dicas.

Para a imprensa, a CES começa até dois dias antes da feira abrir as portas ao público especializado (não entra qualquer um na CES: precisa provar sua função na indústria de eletrônicos de consumo).

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Dia 5 já começam as atividades (tem um evento técnico da AMD, que não poderemos ir por falta de braços), e à noite tem uma coletiva da NVidia (com direito a transporte de ônibus dos principais hotéis de Vegas). Se der tempo, apareço lá.

O dia 6 é o Press Day, em um hotel de Las Vegas, com as principais empresas de tecnologia fazendo coletivas de 45 minutos cravados no relógio, sem direito a perguntas e respostas da platéia, com a presença de jornalistas do mundo todo. Que fazem filas e mais filas. Não é chegar e entrar.

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Nas minhas três últimas CES (2011, 2012, 2013), ficou provado: se você entra na primeira do dia, às 8h (chegue às 7h para a fila e torça para conseguir sentar), não pega a coletiva seguinte. E vai para a fila da próxima que mais lhe interessar. Este ano algumas empresas, como a LG, passaram a pedir credenciamento prévio dos jornalistas: só entra quem for convidado. É um bom jeito de filtrar o público (a prática infeliz de ir atrás de um possível brinde é uma praga mundial).

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Outra maneira de evitar filas é ganhar um cupom dourado.

E outro fato curioso sobre o Press Day: a coletiva da Samsung quase sempre é a mais movimentada, quase sempre no meio da tarde. Mas se você chegar às 11h ao hotel das coletivas, já vai ver gente esperando na fila – sem almoço ou pausa para ir ao banheiro. Argh.

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De qualquer modo, nada de Press Day “oficial” pra mim.

Tem a coletiva da ASUS (que me convidou para cobrir a CES) às 12h no Ceasar Palace, no meio da Strip e longe dos outros eventos no Mandalay Bay, no sul da cidade e perto do aeroporto. Este ano estarei sozinho em Vegas: Nagano (junto com outros sites) foi convidado e depois “desconvidado” por uma fabricante que teve problemas em emitir passagens com preços razoáveis a menos de 2 semanas do evento.

Velha máxima da CES: quer levar um veículo (site/jornal/revista/blog) específico, seja o primeiro a convidar, no fim de setembro ou começo de outubro – quando as passagens e hotéis ainda não custam quatro rins e três fígados corporativos.

Internet e tomada? Só se trouxer bateria extra e um modem 3G (ou 4G). E sai correndo de um lado para outro – a Sony, por exemplo, sempre faz seu evento de imprensa no fim da tarde do Press Day, lá no Centro de Convenções. Este ano, o Press Day será de novo no hotel Mandalay Bay, no sul de Las Vegas. O LVCC, palco da CES, fica no norte de Vegas. Boa sorte para arrumar um táxi ou entrar na fila para pegar um dos ônibus gratuitos (os chamados “shuttles”) que circulam entre os principais hotéis e o LVCC:

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Vendo no mapa, parece perto, mas não é. Certa vez, meu “chefeMichael Miller (eu era editor da PC Mag Brasil em uma das suas inúmeras encarnações, ele era o editor-chefe da versão americana) veio ao Brasil e disse a frase que resume Las Vegas: “Nunca ande a pé em Las Vegas. Você tem a sensação de que tudo é perto, mas não é“. E não é mesmo, por conta das estruturas gigantescas dos hotéis.

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Sente o drama:

Reprodução/Google Maps

1) Las Vegas Convention Center (LVCC): é o ponto principal da CES, onde estão os principais e maiores estandes da feira, e uma sala de imprensa lotada e bagunçada.

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Comida? Pizza, pretzel, hot dog ou o “lunch box” tenebroso distribuído de graça (mediante apresentação do vale-refeição do dia) na sala de imprensa.

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2) Hotel The Venetian / Palazzo: base secundária da CES, com stands menores e muitas salas de reunião. Mais tranquilo para achar internet e tomada para trabalhar na sala de imprensa – e mais opções para comer na praça de alimentação do hotel.

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3) Hotel Ceasar Palace: onde será a coletiva da ASUS…

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…  (que tem um quartel-general no hotel Trump – que fica perto do shopping Fashion Show (mais acima do mapa, à esquerda do item 2).

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4) O Hotel que vou ficar: Pelo menos tem estação do monotrilho, meio de transporte lotado, mas mais rápido e eficiente que esperar pela fila do táxi.

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5) Hotel Mandalay Bay: onde são as coletivas de imprensa. Desse hotel até o LVCC são apenas 7 quilômetros de carro (estimativa oficial) e uns 9 a pé + monotrilho (as estações ficam no fundo do hotel, e você precisa atravessar o cassino todo).

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Mas cobrir uma CES também tem seus privilégios.

O principal para a gente é ver e perto os principais lançamentos do ano em eletrônicos. Claro que tem muita porcaria, mas tem coisa legal demais. Paredes de TVs 4K? Demos de 3D sem óculos? Sistemas de som incríveis? Carros sem motorista? Tudo lá, e mais um pouco. Tem umas festas também, mas nunca dá tempo.

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No meio dessa bagunça toda, vale o filtro do leitor também: ver um produto em primeira mão não significa testá-lo (e tem gente por aí que adora “olhar” algo por 5 minutos e dar um veredito final) —  o que não é o nosso caso!

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O produto estará preso a uma mesa, vai ter gente ao redor enchendo para ver também e falta tempo com qualidade para ver e avaliar com calma. Então, fica a dica para quem lê sites de tecnologia.

E quando a feira começa, os dois primeiros dias são infernais – corre para ver o mais importante e tenta ajustar sua agenda com entrevistas e reuniões marcadas desde novembro.

O problema? Muitas empresas descobriram que alugar uma suíte gigante de hotel em Vegas sai mais barato que um estande milionário na feira…

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… e você pode economizar ainda mais na criadagem, colocando alguém do staff para tomar conta do bar (calma pessoal, brincadeirinha…) 🙂

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Este ano temos coisas marcadas no Mandalay Bay, no Ceasar Palace, no Mirage, no Wynn e no Trump, só pra dar um exemplo: e haja tempo para se programar e sair andando do hotel ou do centro de convenções para chegar na hora certa. Mas vale a pena.

O que o Henrique leva na mochila para cobrir a feira?

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Esta é a foto de 2013, com pequenas atualizações na lista abaixo:

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1) Credencial para a feira, que já chegou em novembro pelo correio. A credencial agora chega apenas por e-mail e você retira lá na feira ou mesmo no aeroporto.

2) MacBook Air de 11″: leve, poderoso e com duração razoável de bateria. Um Nokia Lumia 920 no bolso e um par de tênis Crocs nos pés.

3) Conectividade: roteador portátil da TP-Link, smartphone, modem 3G pré-pago e uma bateria extra (Eneloop) para o telefone. Não vou levar o roteador este ano – nunca usei.

4) iPod touch: para ouvir música no avião (10h até Houston e mais 4 até Vegas).

5) Leitor de cartões e pano para limpar tela de gadgets (na feira, muita gente bota o dedão, e fica feio pra foto).

6 e 7) Kit de sobrevivência: Advil para dor de cabeça, álcool gel, soro fisiológico, colírio, protetor labial, óculos escuros (os quatro últimos para sobreviver ao clima seco de Las Vegas). Se o quarto do hotel tiver banheira, ela estará sempre cheia para deixar o ar do quarto um pouco mais úmido. E melatonina pra ajudar a combater o jet lag nas primeiras noites.

8) Câmera fotográfica Sony NEX-5 com duas lentes (22 mm e 18-55 mm) + flash + bateria extra.

9) HD externo para backups.

10) Cabos, tomadas e adaptadores – para o telefone, para o iPod, adaptador Ethernet para o Mac Air.

Nagano comenta: Devido a fatores extraordinários e fora do controle deste que vos bloga, desta vez não irei cobrir a CES. Mas tudo bem… Enquanto as irmãs feiosas vão se divertir lá em Vegas o Cinderela vai ficar aqui para tomar conta do castelo mal-assombrado e espalhar o terror pela vizinhança.

Mas como sonhar é viver e atendendo a uma sugestão do Henrique, aqui vai minha lista atualizada de…

O que o Nagano carregaria na bolsa (e usaria no pé) dele se ele fosse pra CES deste ano?

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Clique para ampliar

1. Porta-trecos principal: Esse é um modelo da Hakuba que possui compartimentos para cabos diversos, adaptadores de tomada (quem já viajou pela Europa que o diga), e até acessórios como recarregadores de baterias, blocos transformadores, HD externo, modems e  mini roteadores etc. Como ele é de tecido de nylon, ele é resistente e bastante flexível, entrando facilmente em qualquer buraco da mochila.

2. Kit de limpeza: Como o Henrique disse acima, em produto exposto todo mundo mete a mão e literalmente deixa suas marcas e impressões  no mesmo (argh!!!). O pior é que muita dessa sujeira você só nota quando você está de pijamas no aconchego do hotel lá pelo meio da noite/madrugada e abre a imagem no Photoshop (argh! argh! argh!).

3. Câmera digital: Atualmente uso uma Olypus OM-D EM5 — uma DSLM leve, compacta e que aceita um módulo de bateria extra, o que permite trabalhar o dia todo longe da tomada. Fora isso, também carrego diversos cartões de memória flash espalhados em diversos locais (mochila, porta-cartões, porta trecos e até na carteira) para o caso do cartão da câmera pifar no meio do keynote — ou pior — você sair correndo para o evento e lembrar que o cartão da câmera ficou espetado no notebook lá no quarto do Hotel.

4. Objetiva zoom de uso geral e olho de peixe: Antigamente eu viajava com pelo menos 4 objetivas, mas troquei todas elas por apenas uma: a Panasonic Lumix G-Vario 14-140 mm (28~280 mm equiv.). Mais recentemente eu adicionei uma Rokinon 7,5mm, uma olho de peixe fabricada pela coreana Samiyang e que tira fotos muito boas para uma lente na sua faixa de preço.

5. Sandália Tipo-Crocs: Como na CES você anda, anda, anda, anda e anda (tanto no pavilhão quanto nos diversos hotéis onde ocorrem eventos paralelos) eu segui a dica de uma colega minha (Hi Marilu!!!) e comecei a usar uma sandália “Crocs-compatível”, o que torna a caminhada bem mais agradável durante o dia todo (se não estiver chovendo, é claro). Fora isso, ela também serve como chinelo nas horas de folga e é o calçado ideal para viagens de avião já que ela é fácil de ser retirada durante a revista do raio-X e não aperta o calo durante os longos vôos internacionais.

6. Tablet de 7″: A idéia de levar um tablet é de carregar menos peso durante o evento, mas confesso que nunca fiz nada além de checar emails e ver alguma coisa na web. Também uso muito para ouvir a CBN ao vivo pela web.

7. Gravador digital: Esquecido do jeito que sou, sempre usei gravador nesses eventos. Primeiro um modelo de fita cassete, depois um voice recorder digital da Olympus. Mas depois de me encher de ouvir “grafafões fofalmente fufidas”  eu parti para um Tascam DR-40, um modelo relativamente em conta se comparado com o Olympus LS-10 “Mickey Mouse” mais voltado para gravar músicas ao vivo e é capaz de armazenar dezenas de horas de áudio em WAV, WMA e até MP3. Agora entendo tudo — inclusive os palavrões.

8. Pilhas e baterias: Depois de o concierge de um hotel em Santa Clara me dizer para pegar um trenzinho e ir até o shopping center da cidade vizinha para comprar duas míseras pilhas AAA, eu sempre ando com algumas delas (na verdade, muitas) em suportes de plástico de diversos tipos e capacidades. De fato já me barraram no raio-X por que confundiram um desses com um pente de munição.

9. Smartphone: Imprescindível para trocar mensagens (SMS, Skype e WhatsApp) e marcar encontros, entrevistas e pedir socorro para os assessores de imprensa — um pessoal que, por sinal, também trabalha duro nesses eventos.

10. Canivete de acampamento: Além da tradicional lâmina de corte, abridor de latas/garrafa e saca-rolhas, essa engenhoca também vêm com um pequeno garfo e colher (destacáveis) o que quebra um tremendo galho. Quem já tentou abrir um saco de batata chips na dentada, cortar um blister de algum produto da Microsoft, dividir um sanduba do Subway e/ou comer um copinho de sorvete no quarto do hotel (e esqueceu de pegar a pazinha) sabe do que estou falando. A vantagem desse modelo para um canivete suíço é seu preço — na faixa dos R$ 20 — o que significa pouco prejuízo no caso de perda.

11. Mini notebook ThinkPad X201 + Ultrabase X200: Ele não é tão pequeno quanto meu bom e velho X61 mas conta com uma tela maior e mais capacidade de processamento. Já a Ultrabase X200 adiciona diversas portas adicionais e o mais importante: uma baia de acessórios para o gravador de DVD ou um segundo disco rígido (meu caso). Assim ele pode ser tão leve como um ultraportátil quando desejado ou versátil como um notebook de linha quando necessário.

 12. Relógio de Pulso: Apesar de muita gente usar o celular para ver as horas, eu ainda uso relógio de pulso quando viajo principalmente por causa do recurso de horário mundial/dual time o que permite que eu cheque o horário local e do Brasil com apenas uma olhada. Ah sim, o alarme também ajuda a derrubá-lo da cama enquanto seu relógio biológico ainda não se ajustou.

13. Caixa à prova d’água com canetas, lapiseiras, borracha, chaves de precisão (normal e philips), marcadores, trena, estilete, clipes, tesoura e outras coisinhas que você sempre tem a mão em casa ou no escritório, mas nem sempre em um hotel ou centro de convenções.

14. Caderno de notas: apesar de não ser tão charmoso quanto um notebook ou mesmo um tablet numa coletiva, para mim escrever em papel ainda é mais simples e rápido, além de dispensar o uso de baterias.

15. Fones de ouvido com cancelador de ruído: Como não tenho coragem de torrar uma grana para ter um Bose QuietConfort, eu pesquisei o mercado e acabei optando por um Audio Technica ATH-ANC23 um modelo relativamente barato e devido ao fato dele ser do tipo intra auricular, ele funciona como uma espécie de tampão de ouvido o que melhora em muito o efeito do sistema de cancelamento de ruído. Ah sim, nunca se esqueça de carregar baterias extras.

 16Porta-trecos secundário: Na verdade é uma mini-necessaire que ganhei num vôo da TAM que uso para guardar miudezas que precisam ficar mais a mão como cartões SD, memory keys, leitor de cartões, carregador USB, cabinhos diversos e até um mini mouse bluetooth.

17. Porta cartões: Costumo carregá-lo dentro de um porta documentos de viagem que a gente pendura no pescoço (embaixo) junto com o passaporte, gravador e canetas — o que facilita em muito o seu trabalho, principalmente quando você está falando com alguém de pé no meio do evento.

18. Drogas recreativas: Como Aspirina, Band-Aid e outras drogas pesadas como uma assustadora cápsula levanta-defunto que meu chapa Marcel Campos deu a dica e o  Henrique enfiou na minha goela abaixo junto com uma gororoba roxa (mais detalhes aqui). A bolsinha na cor verde limão ajuda a encontrá-la no fundo escuro da bolsa.

19. Pastilhas mentoladas: Ajudam a passar o tempo durante o dia e é uma ótima maneira de quebrar o gelo entre colegas jornalistas e alguns representantes da indústria.

20. Saboneteira: Eu particularmente não gosto de sabonete de hotel e costumo trazer o meu favorito de casa. O problema é que se você tem que mudar de um hotel para outro na mesma viagem, nem sempre o sabonete seca a tempo de voltar para o necessaire. A solução que encontrei foi uma saboneteira de acrílico que possui uma espécie de dreno por onde todo o excesso de água escorre e cai na pia, de modo que o sabonete seca em pouquíssimo tempo.

21. Combinação de filtro de linha + régua de tomada: Essa é uma dica que aprendi com Genevieve Bell, antropóloga e diretora do grupo de Pesquisa em Interação e Experiência da Intel. Em vez de ficar disputando no tapa uma tomada livre na sala de imprensa, cofee shop ou no aeroporto, nada melhor que uma régua de tomadas para compartilhá-la com seus gadgets ou mesmo de outras pessoas.

 22. Correia de câmera da Cinch Labs (segunda geração): Eu conheci esse produto meio que por acaso no pescoço do Henrique durante a última CES 2013 e depois de um pequeno test drive, fiquei verde de inveja impressionado com sua versatilidade e conforto de uso ao ponto de aposentar minha Quantaray furreca de US$ 6 e comprar a versão nova, já que o modelo do Henrique saiu de linha.

Henrique Martin já escreveu na PC World, PC Mag, Folha de S. Paulo e criou o Zumo em 2007. Em 2011, o Zumo se transformou no ZTOP, referência em conteúdo original sobre tecnologia em um mundo pós-PC. Siga-o no Twitter: @henriquemartin

  • Marcel Campos

    Só para deixar claro que o remedio levanta defunto foi minha recomendação para o Henrique comprar para o Nagano na ultima CES pois o cara estava mal pacas! Synex ou NyQuil.

    • Henrique Martin

      e eu fiquei mal semana passada e o cara quase trouxe o que restou pra mim! esse é meu japonês 🙂

    • Mario Nagano

      Muito bom esse NyQuil! Com duas dessas misturadas com uma dose de pinga cavalinho, limão rosa e ovinho de codorna crua, consegui descobrir vida em Marte e em Netuno.

  • Allan Almeida

    Mestre Nagano, onde encontro esse canivete de acampamento? Uma ótima pedida.

    • Mario Nagano

      Eu costumava ver ele para vender no Hypermercado Extra na seção de camping — onde por sinal comprei o meu. Mas como se trata de um produto meio genérico, é relativamente fácil encontrar ele no varejo on-line como “Conjunto Valais – Mormaii” ou “Conjunto de Talheres Timber” da Nautika na faixa dos R$ 20~30:

      http://goo.gl/2oF2v1

      http://goo.gl/Nq4NTu

      http://goo.gl/E3w7uU

      Outra dica é procurar no ML.