Game for Cats para iPad: um review feito por gatos

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O iPad, além de companheiro digital (acho que essa é sua melhor definição) para humanos, é um excelente passatempo para seus gatos. Baixei o Game for Cats e mostrei pros felinos da casa. Resultados a seguir:

– Mia, 7 anos: ignorou as duas fases do jogo.

– Tico, 5 anos: se divertiu por alguns minutos.

– Sem nome (ou Bilu, o bebê da foto acima, 3 meses): ficou mais de 15 minutos alucinado com o jogo, fez gazilhões de pontos até subir com duas patas na tela e trocar de fase sem querer.

O Game for Cats tem duas fases: a do rato correndo em um queijo (!) e a com um laser pointer. Definitivamente, a do rato é bem melhor avaliada pelos felinos. A vítima emite um som característico quando leva uma patada do gato.

Fiz um vídeo rápido demonstrando o pequeno jogando Game for Cats (ele perdeu a atenção no fim porque viu outro gato, muito mais interessante que o iPad):

Observações:

1) é bom cortar as unhas do gato antes de jogar. A tela do iPad é resistente (viva o Gorila Glass!), mas nunca se sabe se ela sobreviverá aos arranhões e patadas (por aqui, tudo sob controle).

2) o Game for Cats aparece como download gratuito na App Store, que dá direito a usar apenas a fase do laser (menos divertida) e apenas um rato na fase do queijo. É melhor gastar 0,99 centavos de dólar pela versão full. Ou trocar as baterias do laser pointer de verdade, que a diversão, no fim das contas, é a mesma.

3) depois de seu gato usar o Game for Cats, limpe a tela, por favor.

Resumo: Game for Cats
O que é isso?
jogo simples e básico para gatos no iPad
O que é legal? diverte filhotes como um rato de brinquedo
O que é imoral? só uma fase é gratuita, para acessar a fase mais divertida é preciso comprar o app completo.
O que mais? tem dois níveis apenas: laser e rato.
Avaliação: 7,0 (de 10) para o gato bebê / 4,0 (de 10) para os gatos mais velhos. Entenda nosso novo sistema de avaliação.
Preço sugerido: US$ 0,99

Sobre o autor

Henrique Martin

Henrique Martin já escreveu na PC World, PC Mag, Folha de S. Paulo e criou o Zumo em 2007. Em 2011, o Zumo se transformou no ZTOP, referência em conteúdo original sobre tecnologia em um mundo pós-PC. Siga-o no Twitter: @henriquemartin

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