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Gadget exorbitante do dia: celular TAG Heuer Meridiist

meridiist

Pra avisar logo, antes que alguém pergunte: o Meridiist, anunciado hoje pela fabricante de relógios TAG Heuer, custa a partir de 3.400 euros. Sim, você não leu errado: o preço varia entre 3.400 e 4.500 euros.  E ainda vem com um relógio na tela OLED secundária.

O Meridiist será mostrado oficialmente durante o Baselworld 2009, Salão Mundial de Relojoaria e Joalheria, que começa no dia 26 na Suíça.

O celular (GSM/GPRS quad-band, com câmera de 2 megapixels, 2 GB de memória interna, USB 1.0, WAP 2.0, Bluetooth, desbloqueado, bateria com até sete horas de conversação) é feito com aço inoxidável 316L com diferentes acabamentos de teclado, com cores e materiais distintos (diz a TAG Heuer que couro de bezerro, borracha e pele de crocodilo estão na lista). As duas telas  – a principal, em LED, e a secundária, em OLED, são protegidas por cristal de safira.

Meridiist em uso

Serão sete modelos na linha – um com acabamento em diamantes “já está previsto” por apenas 8.500 euros, e quem quiser já pode reservar o seu. Crise, que crise?

Ah, sim, um acessório chique faz companhia ao Meridiist: um fone Bluetooth com 4 GB de armazenamento (!) e bateria com 8 horas de conversação, o Multifunction Bluetooth Headset (não achei o preço):

bluetooth TAG Heuer

Henrique Martin já escreveu na PC World, PC Mag, Folha de S. Paulo e criou o Zumo em 2007. Em 2011, o Zumo se transformou no ZTOP, referência em conteúdo original sobre tecnologia em um mundo pós-PC. Siga-o no Twitter: @henriquemartin

  • Fernando

    Quando o problema for dinheiro, não mande “tomar no …” mande “TAG Heuer”.

  • l L c S l ™

    nun tem mais oq inventá

  • ahahaha,
    eu queria um desses,
    mas não gostei da resolução da camera,
    mas o detalhe do diamante é fods

  • ahahahah,
    eu queria um desses,
    mas acho que minha esposa ficaria mais interessada,
    ela adora joias

  • Sniffer

    @Beto Sossano pegou o espírito da coisa. E a julgar pela quantia inacreditável de bolsas Louis Vuitton que vi em Genebra, e pelo preço “módico” dos relógios, a crise não chegou à Suíça…