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Gadget do Dia: HP Pavillion tx2075BR Tablet

Estava eu passeando pelo site da HP Brasil, quando eu topei com esse novo portátil da HP, o chamado HP Pavillion tx2075BR Entertainment Notebook PC. O que mais chama a atenção desse produto, é o mesmo ser um “tablet”, ou mais exatamente um “convertible” – um notebook que pode ser transformado numa prancheta eletrônica.

O produto vem equipado com um Processador AMD Turion 64 X2 TL58 1.9GHz, 2.048 MB de RAM, HD de 160 GB SATA de 5.400 rpm,aceleradora gráfica GeForce Go 6150, tela de 12,1″ de 1280 x 800 com acabamento brilhante, leitor de cartões 5 em 1, gravador de DVD, Wi-Fi 802.11 a/g/b + bluetooth, teclado em português e 1 ano de garantia. Ele mede 22,4×3,9×30,6 cm (LxAxP) e 1,94 kg de peso. O preço sugerido é de R$ 3.999.

Eu ouço falar em tablets desde o começo deste século, quando a Microsoft junto com a Intel proporam esse formato no IDF de 2001. Numa mesa redonda com Anand Chandrasekher (na época, VP do grupo de mobilidade) nesse mesmo evento, eu perguntei ao executivo por que ele acreditava tanto no sucesso desse produto se o tablet em si já era um conceito bem antigo (o Windows 3.x já tinha suporte para pen computing) e nunca decolou como produto de massa. Também lembrei que, no ano anterior, a Intel havia anuciado um tablet com a sua marca para navegar na web e que foi cancelado logo depois.

Depois de gaguejar um pouco e explicar sobre a inviabilidade econômica do tablet navegador da Intel, chegamos í  um consenso de que o “tablet puro” em si não trazia nada de novo, mas que o conceito poderia ser muito interessante como um recurso adicional de um notebook com teclado. De fato, vários anos se passaram e ainda hoje os tablets ainda são considerados um produto de nicho, concorrendo nas mesmas aplicações ao lado dos handhelds.

Por casua disso, acho que ainda preciso conversar com a HP para entender o motivo para lançar um tablet para o consumidor doméstico já que, para mim, isso continua a ser um mistério.

Desde o século passado Mario Nagano analisa produtos e já escreveu sobre hardware e tecnologia para veículos como PC Magazine, IDGNow!, Veja e PC World. Em 2007 ele fundou o Zumo junto com o Henrique assumindo o cargo de Segundo em Comando, Editor de Testes e Consigliere.

  • Fernando Moreira

    Será que ele é preciso quando se escreve com a caneta na tela ? Dá para anotar uma aula, por exemplo? Ou tem que escrever bem devagar para ele entender a letra? Valeu.