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Gadget do dia: Chevrolet Cruze

Novo sedã médio da GM traz um impressionante conjunto de originais de fábrica e que reduz as diferenças entre o modelo “de entrada” e o “completão”.

Na semana passada, a GM Brasil apresentou o Chevrolet Cruze, seu novo sedã médio de classe mundial, comercializado em mais de 70 países e fabricado em dez diferentes localidades — incluindo agora o Brasil. Interessante notar que estamos realmente fabricando o carro, e não montando kits CKD – como é feito na Venezuela (e uma prática comum no mercado de computadores, para fazer um paralelo).

Apesar de todo o oba-oba em cima da ascensão da nova classe média (classes C e D), a GM explica que também houve uma evolução das classes A e B  — um público estimado em 15 milhões de pessoas — formada por um consumidor mais informado e exigente que deseja algo a mais do que o arroz com feijão do dia a dia.

Assim, baseado em uma nova metodologia que não separa mais o seu público-alvo apenas pela sua classe socio-econômica, mas também pelas suas necessidades, valores pessoais e desejos — a fabricante diz que os principais clientes que eles querem atender com o Cruze são as chamadas Elite Tradicional e Elite Moderna e, se possível, conquistar alguns membros da chamada Classe Média TradicionalElite PensanteEmergentes e Jovens formadores de Opinião.

De um certo modo, esse nicho é formado por um consumidor de classe média-alta e alta que já tem acesso ou domina diversas tecnologias modernas como internet, smartphone, TV 3D e que gostaria de ter essa mesma experiência no seu próximo carro.

É aí que entra a sacada do Cruze: é um veículo moderno e cheio de recursos, já que mesmo na sua versão de entrada (Cruze LT) já sai de fábrica com quatro airbags, freios ABS com EBD, controle de tração, programa eletrônico de estabilidade, rodas de liga leve de 17″, direção elétrica progressiva, piloto automático, computador de bordo, sistema de som com viva-voz Bluetooth e seis alto-falantes, sensor de chuva, ar condicionado com sensor de poluição, novo motor Ecotec com câmbio de seis marchas, com preço sugerido a partir de R$ 69.900 para a versão com câmbio manual ou R$ 71.900 para a versão com câmbio automático e bancos de couro. A GM ainda oferece 3 anos de garantia sem limite de quilometragem.

Essa estratégia de “oferecer mais por um pouco menos” fica mais clara ao comparar o LT aos veículos que a GM considera seus concorrentes diretos, como o Corolla Xei AT e o Honda Civic LXL SE AT:

E para não dizer que a GM tem alguma coisa contra os japoneses, eles também compararam seu novo carro com o Elantra AT da coreana Hyundai:

Já o LTZ é um modelo mais topo de linha que vem com mais mimos, sendo o mais notável o seu painel central. Sai o simples painel LCD monocromático do LT…

… e entra uma central de multimídia equipada com tela LCD em cores de 7 polegadas, porta USB para conexão de dispositivos móveis, sistema de climatização e GPS integrado (mais sobre isso adiante).

Fora isso, o LTZ conta com um sistema de airbags mais elaborado (frontal, lateral e de cortina) além de alguns detalhes estéticos como algumas partes cromads na tampa do porta-malas, puxadores das portas e nos espelhos retrovisores.

…  e no desenho das rodas.  Fora isso, o LTZ será oferecido apenas na versão com câmbio automático de seis velocidades e bancos de couro.

Nos dois modelos, o motor é o mesmo:  um ECOTEC 6 1.8 de 16 válvulas e bi-combustível que rende 140 CV com gasolina e 144 CV com etanol. Desenvolvido na Alemanha em parceria com o Brasi,l esse motor já oferece 90% do torque a 2.200 rpm e na versão manual, ele vai de 0 a 100 km/h em 10,8 segundos (máximo 204 km/h) quando abastecido com etanol e com gasolina, ele leva 11 segundos para chegar aos 100 km/h e chega aos 203 km/h de velocidade máxima, de acordo com a GM.

Seu porta-malas tem capacidade de 450 litros e nos pareceu bastante espaçoso. Isso porque o cruze utiliza um daqueles pneus sobressalentes de banda estreita (mais finos) que deve ser usado apenas para levar o veículo com segurança para a borracharia mais próxima.

O preço sugerido do LTZ é de R$ 78.900. Entre as opções de cores disponíveis estão o branco sólido e preto, prata, bege e verde escuro metalizados. Curiosamente, eles não irão oferecer o Cruze na cor vermelha.

Ztop in a Box

Um dos recursos exclusivos do Cruze LTZ que não citamos acima é que ele vem equipado com um curioso sistema de chave/ignição que funciona por aproximação: sensores dentro do carro capazes de identificar a aproximação do seu dono e destravar e abrir a sua porta automaticamente. Além disso é possível dar partida no carro sem ter que usar a chave:

Esse recurso levantou uma série de questionamentos por parte dos presentes, curiosos em saber se existe algum furo nesse sistema, em especial por conta da segurança. Por exemplo, o que acontece se sairmos do carro e deixarmos a chave — digamos numa bolsa ou no bolso de um casaco dentro do carro? Segundo a GM, o veículo é programado para que caso o motor esteja desligado, a chave esteja dentro do carro e ninguém esteja dentro dele, após alguns segundos ele dispara um sinal de som para avisar o motorista de que a chave foi largada no carro.

Eu já levantei outra dúvida: Para que serve uma chave física (nesse caso ela é daquele tipo canivete) em um carro que abre sozinho e dá partida sem chave? A resposta da GM é que a maçaneta de algumas portas possuem um trinco que podem ser usadas numa situação de contingência (digamos, a bateria pifar).

O curioso é que notei uma série de riscos no lado direito da coluna, perto do botão de partida. Isso me fez pensar se alguém menos avisado não tentou ligar o carro usando a chave: 🙂

 

 Por dentro do carro

Ao contrário de outros veículos cujo interior mais lembram brinquedos de plástico, o interior do Cruze é bastante agradável com seus tons claros…

…  e a mistura de diferentes texturas, contrastes e até de materiais que vão além do preto texturizado (1). O destaque  fica por conta de uma grande região do painel frontal que pode ser em couro (2)  ou em tecido (caso do TZ). Outros detalhes que chamam a atençãosão o painel central feito com um material que lembra fibra de carbono (3) e alguns detalhes em black “não olha feio que eu risco” piano (4).

Por cima do painel central existe um sensor de presença…

… e um compartimento para pequenos objetos:

Um segundo porta-objetos fica meio escondido no lado do motorista logo abaixo do controle do farol:

E logo abaixo deste vimos um conector que parecer ser uma porta de comunicação de algum tipo (OBD?)

Logo acima da porta, o motorista tem acesso a um pequeno compartimento para guardar óculos de sol.

Ambos os parasóis são equipados com espelho (vanity mirror) iluminado…

… e a de cortesia possui temporizador.

Uma característica que a GM enfatizou bastante é o desenho da parte da frente do veículo separado em dois compartimentos “independentes”…

…cujas linhas do painel frontal parecem envolver tanto o motorista quanto o passageiro da frente, passando assim uma certa sensação de esportividade…

… e que tudo está ao nosso alcance:

Os controles dos vidros elétricos se concentram na porta esquerda do motorista…

… bem ao lado do controle dos faróis.

As alavancas do volante também concentram diversos controles adicionais.

O volante incorpora os controles do piloto automático que, por sinal, também está presente nos modelos com câmbio manual, mas só que nesse caso — obviamente — ele só mantém a aceleração, sem trocar as marchas.

Do outro lado, ficam os controles do sistema de som (seletor/busca de opções + volume) e do sistema de viva-voz do celular via Bluetooth.

Seu painel de instrumentos é dono de um visual bastante arrojado que, para mim, lembra até o de uma moto…

… cujos frisos se projetam para fora do painel na direção do motorista e, pelo que deu para perceber no vídeo de teaser acima, suas laterais semi-transparentes brilham à noite (oooh…)

Como já vimos acima, o painel central concentra as funções da central de multimídia e o sistema de climatização do veículo:

Se comparado com a versão do modelo LT, o que podemos ver a mais nesse painel é a inclusão de teclas específicas para comandar o GPS (NAV, DEST, RPT NAV) que se integram com os comandos do sistema de rádio e tocador de CD.

Essa integração também pode ser observada na página principal da tela do sistema:

O GPS em si utiliza tecnologia Navtec e já vem com os mapas que cobrem Brasil e Argentina. A atualização de mapas pode ser feita pelo próprio usuário por meio de cartão SD, sendo que a GM também estuda a possibilidade de permitir que os novos arquivos possam ser baixados da internet.

No geral, o sistema parece ser bastante completo oferecendo praticamente todos os recursos esperados:

Entretanto uma coisa que me chamou a atenção foi o fato de a tela LCD desse sistema não ser do tipo touchscreen (uia! uia!). A seleção de opções deve ser feita girando o dial do botão MENU e para confirmar basta pressioná-lo.  E ai você pode estar se perguntando: E para que serve aquele conjunto de botões de navegação na parte central do teclado? Para nossa surpresa, eles não servem pra nada e estão desativados.

A explicacão da GM para isso é que, por ser um projeto mundial, o uso ou não desse teclado varia de mercado para mercado, de modo que no Brasil a decisão foi de concentrar todas as funções de navegação em um único componente (seguindo assim a escola alemã), em vez de diversos botões que podem tirar sua atenção da pista. A desvantagem nesse caso é que esse a navegação/digitação de textos pode se tornar mais lenta, um tormento para uma geração de usuários cada vez mais acostumados com smartphones e interfaces sensíveis ao toque.

Na nossa opinião, achamos que a GM poderia habilitar ambos os sistemas (botão de menu e de navegação) e deixar que o motorista opte pelo que for mais do seu agrado.

Observamos porém que algumas opções do sistema também podem ser selecionadas remotamente pelos controles presentes no volante.

O que inclui o sistema de som como o rádio e toca CD:

e a regulagem do sistema de alto-falantes:

Fora isso, pelo do Menu de configurações é possível parear diversos telefones celulares via Bluetooth com o sistema de multimídia…

… permitindo assim fazer e receber ligações,

… além de ter acesso a algumas funções úteis como recuperar chamadas, acessar sua listas de contatos etc. Infelizmente, esse sistema não mostra mensagens de SMS. Lembra um pouco o que a Ford fez com o New Fiesta Hatch.

Outro recurso presente que na nossa opinião é mais fútil do que útil e uma opção que permite visualizar fotos na tela LCD.  Note que esse sistema não reproduz vídeos nem recebe sinal de TV digital.

Logo abaixo da central de multimídia, vemos o painel que controla o sistema de climatização da cabine com controles simples e diretos. A grande novidade nessa área é o comando “AQS”, que analisa as condições do ar/poluição do exterior e ,caso ele fique abaixo de um nível aceitável, o sistema automaticamente ativa o sistema de recirculação do ar. Pelo que a GM explicou, esse sistema identifica essencialmente níveis de gás carbônico e não outras fontes de mau cheiro, como o que encontramos em rios como o Tietê e Pinheiros aqui em São Paulo.

O sistema de câmbio do LTZ é do tipo automático de seis velocidades com opção de trocas no modo sequencial. Apesar disso o volante não possui sistema alavanca tipo borboleta para trocas de marchas. Note o botão à direita que desativa o programa eletrônico de estabilidade, permitindo assim um dirigir de maneira — digamos — mais acrobática.

O console central possui alguns recursos bem curiosos como a presença de um acendedor de cigarros (que também faz o papel de tomada de 12 volts) e um um porta-trecos que também aceita copos.

Me chamou a atenção esse acessório que me parecia ser um copo térmico…

… mas que é na verdade um cinzeiro, que também pode ser útil guardar outras miudezas como moedas, clipes, pen drives, cabinhos ou mesmo embalagens de doces.

O apoio de braço central também esconde algumas surpresas como a entrada de som (aux in) para players de música, porta USB e um slot para cartão SD que devem ser usados pela central de multimídia para ler arquivos de música e fotos, além de servir para atualizar os mapas do GPS. Note a pequena abertura na parte da frente desse compartimento…

… que serve para passar o cabo de som do player de música, permitindo assim que esse compartimento fique fechado durante o uso.

Fora isso, na parte de trás desse console existe uma segunda saída de força de 12 volts que atende primariamente aos passageiros do banco traseiro…

… que, como era de se esperar de um sedã de médio porte, ele pode transportar até cinco pessoas, mas o termo “confortavelmente” poderia ser adicionado no caso de apenas dois adultos no banco de trás.

No geral ficamos bastante impressionados com o Cruze, especialmente pela sua estratégia de oferecer um carro com poucos opcionais já que — como já disse um famoso apresentador de TV — ele não precisa, já que vem completo de fábrica. Achamos que o veículo precisa de alguns ajustes mínimos, mas no geral ele oferece uma ótima experiência de dirigir tanto para seu condutor quando para os passageiros.

Para saber mais sobre o Cruze, viste o hotsite do produto em http://www.chevroletcruze.com.br/

Desde o século passado Mario Nagano analisa produtos e já escreveu sobre hardware e tecnologia para veículos como PC Magazine, IDGNow!, Veja e PC World. Em 2007 ele fundou o Zumo junto com o Henrique assumindo o cargo de Segundo em Comando, Editor de Testes e Consigliere.

  • Fernando Fraga

    Nagano,

    Parabéns pelo post!!, eu vim da área de TI e agora estou no mercado automotivo e vejo que os reviews de carros normalmente pegam muito a parte técnica do carro, que é importante, mas sempre não expõem os detalhes internos do carro como deveriam, gostei desse formato que vc adotou , parabens !

    Espero ver mais destes por aqui !!

    Abcs!

    • mnagano

      Brigadão Fernando.

      Sentindo sua falta aqui na casa de fazer doidos.

  • “égua”, agora vai ter o Zumo Car, além da Zumo-caverna, digo, Ztop home?

    Bom, tenho que falar, pois agora me sentirei menos “otário” (desculpe o termo chulo) ao comprar um carro que custa ±R$36.000 no Chile (10.390.000 pesos chilenos), pelo menos ele vem com mais “acessórios”…

    Essa é a versão 2.0 AT:
    http://www.chevrolet.cl/vehiculos/modelos-showroo

    Ok, passado o momento desabafo, tenho umas dúvidas:

    – Não seria possível adaptar o navegador ao modelo LT?

    – Ou poderia comprar uma central multimidia mais avançada (com touchscreen, TV e player de video, por US$460,00 no Ebay) e usar os controles remotos do volante?

    Que bom que trouxeram o Motor Eco-Tech. Espero que ele seja realmente economico, pois esse negócio de torque elevado em baixas rotações está detonando o consumo de meu voyage 1.0 (8.3Km/L) e do meu cunhado, que é 1.6 (7,0Km/L).

    Ou isso é apenas por causa dos motores flex, que mudam a taxa de compressão para aceitar os 2 combustiveis?

    Mas deve ter uma explicação para esse consumo tão baixo, pois meu antigo Siena fazia 9,5km/L (com 8 anos de uso, incluindo viagens de 4.000Km)

    E Parabéns pela matéria. Acho que vão tentar levar o Mr. Nagano para alguma revista automotiva.

    Eles precisam de alguem com esse detalhismo por lá.

    • henriquem

      iih, alguém esconde esse comentário, ele descobriu tudo sobre o site novo… brincadeirinha. carros entram ocasionalmente aqui, mas não vamos largar a tecnologia pra falar só de quatro rodas 🙂

  • Urbano Berquo

    Um carro com este poderio todo e o Ar condicionado não eh DIGITAL????

    • vinicarioca

      é sim… nas duas versões;

  • rubens

    Esse cromado na traseira do LTZ é absurdamente cafona.
    Pior que listar "Gravatinha dourada" na lista de "acessórios de fábrica" (o que a GM fazia até o ano passado, quando só tinha projeto com mais de 10 anos ¬¬).

    A traseira do LT, por outro lado, pareceu mais equilibrada. A versão hatch parece imbatível, no entanto.

    A observação do "contato da ignição" foi genial.
    E é impressão minha, ou tem vááááárias rebarbas nos plásticos?

    @dflopes: o motor chama Ecotec, mas pelos reviews por aí, perde feio pros motores da concorrência em consumo.
    Especialmente o do Corolla, que parece usar algum cheat. (e tem um torque razoável pra um sedã careta)

    • helviomota

      @rubens, também notei as rebarbas. Na minha modesta opinião é o tipo de coisa que NÃO PODE ter num carro dessa faixa de preço.

    • dflopes

      Valeu Rubens, pela dica!

      Mas qto é a média do Corolla na cidade c/ gasosa?
      O teste real, não aquele com dinamometros mágicos sem atrito…

  • FilipeRokr

    Para ser sincero achei muito caro, por este preço eu pego um New Civic 2011

  • Diego

    …quer um caro de verdade que rode 150 a 200 mil km sem fazer nada. Toyota Corolla, o resto é resto mesmo.

    Abraços

  • zeuslinux

    Tem mais acessórios que a maioria dos concorrentes, o visual externo não é lindo mas também não é feio, o interior é bonito mas peca em alguns acabamentos mas o motor ainda deixa a desejar em relação ao Corolla em termos de potência e torque (comparado com o XEi 2.0) e maciez / ruído da suspensão, além de não ter borboletas no volante.

    Gosto dos carros da Chevrolet mas esse carro deveria ter um preço menor.

  • Eduardo

    Parabéns pelo review! O melhor que eu encontrei na internet

  • Ari

    Gostei muito da matéria foi bem afundo, mas tem um detalhe que não vi qual o consumo desse motor 1.8 no etanol e na gasolina?? Na cidade e na estrada, é muito importante sabermo isso ele é morderno e bem avançado carro muito bonito mas parece ser pesadão. Acho que em relação ao preço o que complica muito a vida aqui dos brasileiros são as altas taxas de impostos que as empresas pagam e nós ficamos com o prejuízo, em outros países o valor é bem menor mas o governo brasileiro quer mais e mais.

    • mnagano

      Oi Ari

      A nossa proposta com esse post era de fazer uma coisa diferente do que os zilhões de sites e blogs de carro que só fazem isso, ou seja, escarafunchar todas as especificações técnicas de desempenho do veículo e do motor, deixando em segundo plano aqueles pequenos detalhes que sempre encantam o consumidor mas que eles só descobrem depois que compraram o carro.

      Assim nossa idéia foi de analisar o Cruzer como um gadget e não como um veículo per se. E cá entre nós, para isso tem os outros zilhões de sites e blogs de carro que só fazem isso.

      Nada contra. Só somos diferentes. 🙂

  • Ronaldo Ventura

    Concordo plenamente Mario Nagano! Tenho um Cruze LT com o pacote completo, quase igual ao LTZ, mas com uma central genérica, com TV, Suporte á vídeos, e GPS Igo 8 (o melhor da atualidade). O carro realmente é ótimo. Se fosse tão ágil e econômico quanto o Civic e Corolla, seria certamente líder de vendas no Brasil. Mas como meu foco é segurança e conforto, meu carro está bem melhor que os concorrentes.