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Arrested Development: valeu, Netflix

Pouco mais de um ano do meu pedido público pra Netflix passar a nova temporada de Arrested Development no Brasil, os 15 episódios estão no ar (na nuvem?). Então, obrigado Netflix por dar mais um tempo pra aproveitar essa família sem noção.

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Por enquanto, só vi o primeiro episódio (antes de sair da cama hoje cedo) e tenho quatro observações:

  • Seth Rogen e Kirsten Wiig de George e Lucille Bluth jovens é genial.
  • E essa mensagem “non stealer pro TRIAL VERSION” que aparece nas cenas das temporadas antigas? Trial, sério? (vi no iPad)
  • Liza Minelli continua tonta. Isso é ótimo.
  • Finalmente sacanearam o nome George-Michael com o cantor homônimo.

(e se acha que Arrested Development é bobagem, veja House of Cards – outra produção exclusiva da Netflix – até o fim). Por R$ 16,90 ao mês, estou bem feliz de pagar a conta da TV que vejo quando (e onde) quero. [Netflix]

 

Henrique Martin já escreveu na PC World, PC Mag, Folha de S. Paulo e criou o Zumo em 2007. Em 2011, o Zumo se transformou no ZTOP, referência em conteúdo original sobre tecnologia em um mundo pós-PC. Siga-o no Twitter: @henriquemartin