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Akihabara: um pequeno tour

A saí­da do metrô indica o caminhoFui a Akihabara. Cheguei por volta das 19h lá – a informação que tinha era que as lojas fechavam í s 21h, mas por volta das 20h a maioria estava com as portas baixas. Muitas delas especializam-se em tecnologias (games, coisas para otaku, computadores, DVDs) e se espalham por diversos andares. Nem sempre é possí­vel fotografar dentro delas.

A primeira impressão foi que as mais próximas da estação do metrô são mais caras (mas algumas vendem o Wii e games diversos), há celulares misteriosí­ssimos nas vitrines/displays (todos mockups, o que permite deixar o produto solto na prateleira sem medo de roubo para o lojista).

Entretanto, a equação tempo + fome + sono + lojas fechando me fizeram voltar antes pro hotel – sem antes pegar o metrô (com instruções em inglês) pro sentido errado. í“bvio.

Akihabara merece – e terá – outra visita, por tantas vielas sinistras com lojas que vendem de tudo em eletrônicos. Há ainda um shopping no local, e ainda tenho que ver a tal loja Mr. Potato, que tem tudo em games, pra matar a curiosidade do Rigues. Encontrei uma especializada em brinquedos que já sei irei gastar alguns ienes por lá.

E, como não poderia faltar, muito engrish por aí­, diversas vending machines vendendo coisas estranhas (comida quente?), fliperamas cheios de gente de terno. Divertidí­ssimo.

Amanhã tem mais: CEATEC!

Henrique Martin já escreveu na PC World, PC Mag, Folha de S. Paulo e criou o Zumo em 2007. Em 2011, o Zumo se transformou no ZTOP, referência em conteúdo original sobre tecnologia em um mundo pós-PC. Siga-o no Twitter: @henriquemartin

  • Eu iria pirar se não conseguisse ver essas lojas. O sono eu sempre levo, mas fome é um inimigo e tanto.

    Aguardo as novas!

  • Nossa, gostei muito desse efeito de clicar na palavra e abrir a foto referente à idéia proposta. Essa máquina de comidas quentes realmente é uma novidade pra mim. Será que sai quente mesmo ou seria requentada?