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Gadget low-tech do dia: Speck iGuy (capa de iPad)

Crianças com iPads podem ser motivo de profundo estresse e ansiedade. Não pelo o que fazem com o tablet, mas pela forma como tratam o aparato. Um tombo e a tela já era.

Até pouco tempo atrás, meu “campo de força” era uma capinha de silicone, daquelas bem baratinhas.

A capa fez seu serviço quando o iPad da minha pequena, que tem 5 anos e começou com o iPad aos 3, beijou o solo frio.

Mas aí descobri o iGuy, da Speck.

A capa é cheia de estilo. A bichinha não só protege o iPad de agressões extremas, como ainda é antropomórfica!

A capa, que mais parece uma armadura, é feita de espuma de EVA. Ela é maleável, mas mantém a forma, e é acetinada ao toque. Colocar o iPad 1 nela foi dureza, mas coube perfeitamente. Testei com o iPad 2 e, mesmo com o espaço extra, o iGuy serviu justinho, sem deixar o iPad mais fino escapar.

Os bracinhos são resistentes e podem ser usados para transporte, como se ele fosse um oompa-loompa digital. E o mais legal: por causa dos pezinhos, ele fica direitinho em pé, para sessões de vídeo intermináveis. quando segurado na vertical, os braços servem de encaixe para o polegar e permitem que o iPad seja segurado com uma mão só.

O iGuy tem buracos para todos os botões e conectores do iPad, inclusive para o alto-falante. O único porém é a profundidade dos furos, que faz a conexão do cabo de transferência meio complicada, além de limitar o uso de fones com o conector em ângulo.

O teste supremo da capa foi um tombo caprichado na escada. Por mais de vinte degraus, ele foi quicando, girando no ar e eu e minha filha só podíamos olhar em absoluto terror. Foi uma queda de poucos segundos, que para mim pareceram a cena da escadaria do filme “Os Intocáveis”.

Pois ele chegou intacto ao chão e rapidamente foi pego pelos bracinhos, inspecionado pela pequena como se fosse um ser vivo.

O iGuy custa, no exterior, por volta de US$ 40. Vale cada centavo e dá para encontrar no site da fabricante.