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Review: GPS TomTom ONE Brasil

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Como usuário de um GPS TomTom GO 720, fiquei intrigado com a chegada do novo modelo TomTom ONE Brasil. Esse aparelho substitui o ONE V3 como o modelo de entrada da marca. A boa notícia é que seu sistema de navegação e suporte de mapas é praticamente o mesmo de toda a linha de GPS da empresa, ficando a diferença por conta de recursos adicionais como suporte para multimídia, armazenamento extra etc.

Ai fica a dúvida: vale a pena investir nesse produto de entrada ou economizar mais alguns trocados e investir num modelo mais topo de linha como o ONE XL ou mesmo um GO? Respostas depois do clique.

Medindo aproximadamente 11,0 x 7,8 x 2,5 cm e 140 gramas de peso (sem acessórios), o TomT0m ONE Brasil (ou ONE V4 para os íntimos)  é um equipamento compacto equipado com visor LCD de 3,5 polegadas sensível ao toque e resolução nativa de 320 x 240 pixels. Assim como seus irmãos maiores, seu padrão de construção é bastante sólido e de ótimo acabamento sem cantos vivos ou rebarbas de injeção o que torna esse produto bastante agradável de segurar e fácil de carregar no bolso (de preferência sem a companhia de moedas ou chaves).

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Se comparado com seu antecessor (ONE V3) a mudança mais significativa fica na parte de trás, dominada por um grande alto-falante de 5,5 cm de diâmetro. Isso proporciona uma melhor qualidade na reprodução de som, algo importante já que ele não oferece nenhum outro tipo de saída de áudio.

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Note que ao redor do alto-falante existem três ressaltos metálicos (articulados por molas) que servem como pontos de encaixe para seu curioso clipe de fixação batizado de “Easy Mount”. Note a grande base de sucção no lado oposto que entra e ação girando o grande botão na forma de dial.

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A grande sacada dessa solução é que como o encaixe é feito por um anel externo, é possível girar a tela do GPS tanto no sentido horário quanto anti-horário possibilitando assim mais flexibilidade no posicionamento do equipamento em qualquer parte do carro.

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Vale a pena observar que o ONE Brasil já vem com um disco auto-adesivo que permite fixar o suporte em outros locais além do pára-brisa do veículo, uma solução que já vimos no Motonav TN30 da Motorola.

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Outra grande sacada dessa solução é que a base pode ficar dobrada junto com o GPS permindo assim que ele possa ser guardado ou transportado sem fazer muito volume.

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Também acompanha o produto um cabo USB que serve tanto para sincronizar dados com o PC quanto para recarregar sua bateria interna (já que o produto não vem com carregador de tomada). No seu lugar, a empresa inclui no pacote um recarregador veicular.

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Não sei se foi intenção dos projetistas, mas essa base também funciona muito bem como um suporte de mesa para o GPS, impedindo que ele fique jogado na mesa quando estiver recarregando sua bateria ou trocando dados com o PC.

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No seu exterior, o ONE Brasil não dispõe de muitos controles, apenas um botão de liga/desliga na parte de cima e uma porta USB mini na sua base que fica ao lado de um LED verde que informa que o equipamento está sendo energizado.

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Como o ONE Brasil não possui slot para cartão de memória, de modo que o usuário conta apenas com 1 GB de memória interna, o que pode parecer pouco, mas que atende  bem as necessidades do produto que ocupa apenas ~117 MB para armazenar o mapa do Brasil, restando 827 MB livres para instalar mapas adicionais e atualizações do sistema, o que é até bastante se levarmos em consideração que esse GPS não toca música nem reproduz fotos (curiosamente reproduz textos, inclusive em HTML).

Entretanto, pode surgir a dúvida de o que fazer caso o usuário deseje instalar um mapa maior do que a quantidade de memória disponível. Nesse caso o usuário pode mover seu mapa atual para o disco rígido do PC, liberando assim espaço para os novos mapas. Isso é possível porque todos os mapas possuem chaves de segurança que utilizam o número de série do próprio GPS o que impede o seu uso em outros aparelhos, mesmo que sejam da mesma marca e modelo. Algo parecido com o modelo de vendas do iTunes.

Esse por sinal é uma característica interessante desse produto, já que o PC enxerga o GPS como um memory key com porta USB. Para quem não sabe, o software do TomTom roda sobre o bom e velho Linux.

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Essa na minha opinião é uma das características mais interessantes desse produto, afinal ele não é só uma caixinha preta que mostra o caminho e sim um sistema capaz de interagir tanto com o PC quanto com a web. Sua principal ferramenta de comunicação é o TomTom Home, um gerenciador que fica residente no PC e que funciona mais ou menos como o bom e velho Palm Desktop, concentrando todos os seus produtos e serviços dentro de uma única janela.

Vale a pena notar que Toda vez que conectamos o GPS no PC o TomTom Home faz uma varredura automática no aparelho e verifica se existem atualizações disponíveis na rede, que às vezes mudam de um dia para outro.

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Na primeira página é possível comprar mapas, planejar roteiros e adicionar novos produtos e serviços como vozes, sons, panos de fundo, pontos de interesse, alertas de radares de tráfego etc. Note que alguns desses produtos são pagos enquanto que outros são gratuitos.

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Na segunda página é possível gerenciar os arquivos do GPS, fazer um backup do sistema, comprar acessórios online e até mesmo simular o uso do GPS na tela do PC. Um recurso interessante do TomTom Home é que apenas a partir dele é possível instalar uma senha que  bloqueia o acesso o GPS toda vez que é ligado, o que pode desencorajar o seu furto.

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Como havia dito anteriormente, um dos grandes atrativos do TomTom ONE Brasil é que seu software de navegação é praticamente o mesmo utilizado pelos modelos de maior porte, subtraído de alguns recursos periféricos como suporte para bluetooth, reprodutor de fotos e músicas, viva-voz e SMS para celulares, conexão com iPod, slot para cartão de memória adicional etc. Apesar disso, praticamente tudo relacionado com GPS e navegação foi mantido nesse modelo.

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O seu modo de operação é bastante simples, mas existem algumas manhas que precisam ser aprendidas. Por exemplo, ao tocar em certas partes da tela, tem-se acesso da diferentes funções do sistema. Por exemplo, ao tocar no retângulo azul da esquerda (com a mensagem “Nenhum percurso planejado!) temos acesso ao controle de volume e ao pressionar o retângulo azul da direita (com as informações de velocidade de ângulo de direção) temos acesso a uma visão geral do mapa e um resumo do roteiro. E obviamente, ao tocar o mapa em si temos acesso às opções do sistema.

Para entender melhor esse modo de operação preparamos o vídeo abaixo, onde podemos ver esses e outros recursos do GPS como o modo noturno, modo de visualização em 3D, customizações, vozes, entre outros.

(Link do vídeo)

Segue abaixo outra demonstração de como preparar uma rota e a simulação de como o percurso será realizado:

(Link do vídeo)

Outro recurso muito interessante do sistema de navegação do TomTom é o chamado Map Share, onde o usuário é convidado a contribuir com pequenas alterações no mapa percebidos por ele — como o fechamento, interdição, mudança de sentido e/ou velocidade de uma via e que podem (ou não) serem compartilhadas com outros usuários TomTom ao redor do mundo. Existem diversos níveis de alterações e níveis de confiabilidade para essas alterações que podem ser aceitas ou não pelo usuário por meio de configuração do seu GPS.

(Link do vídeo)

Observe que essas alterações referem-se apenas aos atributos das ruas e de outros elementos geográficos que já existem no mapa carregado no GPS, não sendo possível — por exemplo — cadastrar um novo loteamento, uma nova estrada ou mesmo uma nova rua recentemente constuída do nada e que não consta do mapa atual. Nesse caso, é necessário esperar ou adquirir e baixar a versão atualizada do seu mapa da Tomtom que costuma ser publicado todo ano no site da empresa.

Daí pode vir a pergunta: é preciso comprar um mapa atualizado todo ano? A idéia nesse caso é a mesma dos guias de ruas impressos (como o tradicional Mapograf aqui de São Paulo) que saem todo ano nas bancas, ou seja, se você consegue se virar com o mesmo guia impresso por mais de um ano, o mesmo pode ser válido para seus mapas no GPS. Caso contrário, prepare-se psicologicamente porque esses mapas não são baratos (o mapa do Brasil sai por 90 Euros ou R$ 235). Pode parecer caro, mas não devemos esquecer que produzir esses mapas — desenvolvidos pela empresa Tele Atlas (adquirida pela TomTom em 2008) —  é como desenvolver um software ou um novo jogo, o que demanda tempo, pessoal e dinheiro. Um modelo de negócios que lembram um pouco o mercado de consoles de jogos.

Se servir de consolo, todo usuário que adquirir um GPS TomTom tem direito à versão mais recente do mapa que já vem com o produto. A atualização é feita automaticamente no momento em que o usuário conecta o aparelho no PC e o TomTom Home faz a verificação e o download do novo mapa caso seja necessário.

Outro recurso semelhante ao Map Share é o sistema de localização de radares onde o usuário pode recebe e pode ajudar a informar a presença de novos radares nas ruas da sua cidade. No caso do ONE Brasil, esse recurso está presente no sistema, mas ele precisa ser ativado.

(Link do vídeo)

Note porém que esse recurso não é um sensor no GPS que identifica a presença de um radar e sim um sistema de alerta que simplesmente avisa o usuário que ele está se aproximando de um “Ponto de Interesse” (nesse caso um radar) cuja localização é previamente conhecida, ou seja, ele não funciona com os radares móveis.

Sob Testes

Quando saí para passear com o TomTom ONE V3 pela primeira vez, minha maior preocupação era com relação ao tamanho da sua telinha de 3,5″ (4:3) já que estava acostumado com o GO 720 com seu LCD wide de 4,3″. Para minha surpresa, até que a telinha do ONE Brasil funciona bem, com todas as informações dispostas de maneira clara e de maneira bastante legível. Por ser menor e mais leve que seus irmãos maiores, optei por posicionar esse GPS numa posição mais elevada e próxima espelho retrovisor interno. Isso faz com que aproveitemos aquela costumeira olhada no retrovisor também para conferir a rota no aparelho. Isso também facilita o toque da tela do GPS (já que não é preciso esticar o braço) além de passar a impressão da tela ser maior do que é, já que ela fica mais próxima dos olhos.

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Graças ao GPS Fix (que atualiza a posição dos satélites toda vez que ligamos o aparelho no PC) a localização da posição atual é relativamente rápida e pela sua posição relativa na Terra, ele calcula se estamos de dia ou de noite mudando automaticamente o modo de tela diurno para noturno e vice-versa. Seu sistema de localização me parece ser bastante preciso, já que ele foi capaz de distinguir — por exemplo — se estamos andando na via principal de uma estrada ou na sua marginal. No início do percurso ele pode perguntar se desejamos passar por vias pedagiadas (ou não) e optar por ir pelo caminho mais curto ou pelo caminho mais rápido — entenda-se que nesse último caso, o GPS irá tentar desviar por alguns atalhos para ganhar tempo (mas sem garantias de sucesso) mesmo fazendo um caminho maior, o que pode ser uma alternativa  em casos de congestionamentos.

No geral, a experiência de uso é praticamente a mesma dos modelos de maior porte. O sistema pode ser configurado para apresentar a distância até a próxima manobra (c0mo entrar para direita ou esquerda), velocidade atual (sempre com uma diferença de -10 km em relação ao meu velocímetr0), distância percorrida, tempo restante para chegar, hora atual e estimada para chegada e direção em graus. Ainda existe uma bússola no canto inferior esquerdo, que ficou bem menor desde a última atualização de firmware do aparelho. Graças ao novo alto-falante, os comandos de voz são bem altos e claros e que podem ser trocados por outros gêneros e idiomas, incluindo alguns bem humorados como Austin Powers, Dr. Evil ou mesmo Homer Simpson. Infelizmente não é possível gravar suas próprias mensagens de direção no ONE Brasil, mas versões criadas pelos próprios usuários podem ser baixadas gratuitamente da internet.

Seu algoritmo de navegação é bastante ligeiro recalculando automaticamente qualquer desvio de rota em poucos segundos. O interessante é notar que quando entramos numa rua errada ou decidimos fazer uma rota de nossa preferência, o GPS tenta por diversas vezes nos guiar por algum retorno para voltar para o percurso original. Curiosamente ele não dispõe (ou pelo menos ainda não descobri) um modo chamado “ida-e-volta” onde o condutor faz um caminho por sua conta até um certo destino e o GPS ajuda o mesmo a voltar para seu ponto de origem, um recurso muito apreciado por taxistas vão orientados por seus passageiros mas tem que se virar na volta.

Com relação a autonomia da bateria, como nos portáteis existem vários truques para fazer com que o GPS economize energia — como baixar o volume da voz de orientação ou baixar o brilho da tela LCD — pela minha experiência de uso desse produto, com esses ajustes no máximo sua bateria não dura mais do que 2 horas de uso contínuo, de modo que é aconselhável andar sempre com o carregador veicular no carro, principalmente em longas viagens.

No geral, minha experiência de uso do ONE Brasil foi bastante agradável já que apesar dele oferecer men0s recursos que seus irmãos maiores como o GO o “pouco que ele faz” ele faz muito bem, ou seja, levar o motorista para seu destino e trazê-lo de volta. Ele é bem construído, possui ótimo acabamento e pode ser considerado uma plataforma relativamente aberta no sentido que é possível ter acesso ao seu conteúdo interno, atualizar o seu firmware e permitir o backup de seu sistema, além de ser altamente customizável, permitindo a instalação de mapas adicionais, papéis de parede, sons e elementos gráficos adicionais, o que torna o seu uso bastante divertido em especial para os geeks e enstusiastas que gostam de mexer em tudo.

É interessante observar que pela filosofia da TomTom, o GPS deve ser um produto que deve oferecer, antes de mais nada, segurança e paz de espírito. Sob esse ponto de vista a empresa sempre irá se empenhar em proporcionar a melhor experiência de uso para seus usuários sem desviar a sua atenção de modo a ameaçar a sua segurança. Baseado nisso, não espere que nenhum modelo da empresa ofereça recursos que podem até parecer interessantes à primeira vista, como captar sinal de TV, reproduzir vídeos ou executar jogos. De fato, até recentemente a TomTom nem dispunha de localizador de radar por achar o uso desse recurso meio perigoso mas que no final das contas liberou o mesmo por pressão dos usuários (que tecnicamente são maiores de idade e sabem o que fazem) e para se manter competitivo em relação à concorrência.

Se você procura por algo simples, prático e sem muita frescura que apenas ajude-o a andar pela cidade, o ONE Brasil é um produto que deveria ser considerado.

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Resumo: TomTom ONE Brasil

O que é isso? GPS veicular.
O que é legal? Bem construído, software ligeiro e fácil de usar, altamente customizável.
O que é imoral? Desempenho modesto da bateria (mantenha sempre o carregador em mãos).
O que mais? Produto sincroniza dados com o PC, sendo que diversos atualizações e novos recursos podem ser baixados da Internet. Alguns pagos, outros não.
Avaliação: 8,0 (de 10). Entenda nosso novo sistema de avaliação.
Preço sugerido: R$ 799.
Onde encontrar: www.tomtom.com.br

Desde o século passado Mario Nagano analisa produtos e já escreveu sobre hardware e tecnologia para veículos como PC Magazine, IDGNow!, Veja e PC World. Em 2007 ele fundou o Zumo junto com o Henrique assumindo o cargo de Segundo em Comando, Editor de Testes e Consigliere.

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  • Walter Mercado

    Nagano, você acha que esses aparelhos de entrada (e os genéricos com mapas meia boca e software tosco) vão ser substituídos por soluções em software para os smartphones?

    Levando em conta o cuidado com a interface que a TomTom (e Garmin) tem (até o software no pc lembra o visual do aparelho…), não sei se vai ter mercado para os aparelhos enquanto elas se movem para lançar aplicativos para iPhone e o Android traz a familiaridade do Maps.
    Ficam de fora claro os aparelhos com recursos mais avançados como exportação de dados (altitude, velocidade) ou integração com serviços como o http://www.gpsies.com/

  • Sinceridade Walter, acho q não.

    Pelo meu ponto de vista, os atuais smartphones são como os canivetes suíços que fazem um pouco de tudo mas nem tudo tão bem quanto uma ferramenta dedicada.

    Eu já tive cinco smartphones na minha vida, sendo que três deles vinham com GPS embutido. Eles demoravam para encontrar os satélites, os softwares eram meia-boca e as telinhas um pouco pequenas para ser visto meio de longe, preso num suporte no painel do carro.

    Resumindo: Se o usuário realmente precisa desse recurso, entre optar por um celular com GPS e um aparelho dedicado eu ficaria com essa última opção.

    [ ]s

    M.

  • Uso meu GPS atras do voltante, cobrindo um pouco o velocimentro. Pois não gosto dessa proposta de “pregar” no para-brisas – chama atenção de ladrão e dificulta a visualização e manuseio. Qdo uso atrás do volante, a visualização é direta (só baixar a cabeça)

    Sobre o preço dos mapas, não considero “criar” um soft por ano, mas apenas atualiza-lo, sendo que grande parte é feita com a contribuição dos usuários. Ou seja, esse preço poderia ser mais barato. Bem como em relação ao GPS, já encontrei NavTecs de 400,00…

    Interessante é a saída mini-usb, usada em motorolas e HTC´s, permitindo compartilhar os carregadores (e não entulhando o carro)

    P.S.1: A parte de atualização está repetida no texto.
    P.S.2: Esse é o meu 4º elular com smart. Todos ccom soffts da Garmin (mobileXt) e uso mais do que o GPS dedicado.
    P.S.3: o meu é o modelo FAT 😉

  • Gustavo Borges

    Caro Mário,
    acabei de ganhar um ONE 140, mas so com mapas dos EUA, CANADA e MÉXICO, onde e como posso baixar mapas do Brasil p/ ele? Esse modelo suporta o I-GO?

    grato.

    parabens pelo site

  • Oi Gustavo,

    Vc pode comprar a versão mais recente do Mapa Brasil no site da Tomtom Brasil:

    http://www.tomtom.com/products/maps/index.php?Lid=30

    O que seria esse i-go? Aquele carregador universal?

    [ ]s

    M.

  • Gustavo Borges

    Mario, o IGO é comumente por diversos modelos assim com MIO.

    grato pela ajuda

  • Ângelo Martins

    Nagano, eu também sou usuário (recente) de um TomTom GO 720 e tenho algumas dúvidas para compartilhar: Qual é tempo para recarga total da bateria via base USB? Ao conectar o GPS na base, acende-se aquela luzinha verde no canto inferior direito e… ela não apaga nem muda de cor quando a bateria está completamente carregada? Qual é a duração da bateria? Alguns sites dizem que é de CINCO HORAS! Mas o meu morre depois de aproximadamente uma hora de funcionamento, depois de deixá-lo carregando por duas horas ou mais. Não sei se aqui em Curitiba os satélites ficam meio perdidos, mas… acho que o meu TomTom demora muuuito pra localizar o sinal (coisa de uns 5 minutos). Isso tudo é normal, é assim mesmo, ou meu GPS está bichado? Valeu e parabéns pela avaliação do TomTom ONE Brasil, muito boa mesmo!

    • Oi Angelo, vamos por partes:

      Sinceramente, eu nunca medi o tempo de recarga completa da bateria. Eu deixo ele na base que fica ligada no PC antes de dormir e retiro na hora de sair. Caso contrário eu retiro da base. Até onde seu notei, o LED não muda de cor.

      Esse papo de 5 horas para mim é algo meio vago, já que ele deve se basear naquela política de consumo moderado de energia, ou seja, bluetooth desligado, brilho no mínimo, volume baixo e recursos de multimídia nem pensar… Pela minha experiência meu 720 mal passa das duas horas de uso com bateria, Motivo pelo qual ando sempre com o carregador no carro.

      Com relação à demora na localização dos satélites isso é um problema mais comum do que se imagina. O que algumas empresas fazem — incluindo o Tomtom — é de fornecer periodicamente uma série de informações de onde os satélites estarão num certo dia e hora o que agiliza o processo de localizá-los.

      Meu conselho nesse caso é que você utilize o TomTom Home com mais frequência, já que toda vez que vc conecta seu GPS no PC, o sistema localiza automaticamente as atualizações mais recentes como correções de mapas e de psicionamento de GPS (GPS Fix) e as oferece na forma de download imediato.

      [ ]s

      M.

  • Douglas

    Texto de excelente conteúdo e didática, que me será muito útil. Parabens e muito obrigado.

  • Claudio

    Comprei o TOMTOM ONE BRASIL e estou decepcionado. Ao realizar as tais atualizações pelo TomTom HOME o aparelho começou a desligar sozinho, travar até parar de funcionar, estando no momento recolhido pela garantia. Aliás faz quase 2 semanas que está na empresa e ninguém me comunica nada! Já li em FORUM da internet que essa marca costuma dar problema nas autualizações gratuitas…será verdade?

    • Patricio

      Boa noite Claudio o meu gps tomtom esta com o memso problema esta porcaria fica desligando sozinha. me arrependi amargamente

  • Michelle

    Olá, tenho uma duvida com relação à comparação do One Brasil, com seu modelo anterior, o One Classic… o One Classic tem muito menos recursos que o One Brasil ou é praticamente a mesma coisa? O que tem em uma versao que nao tem na outra?
    Gostaria de saber exatamente, ja que a diferença de preço de uma versão pra outra é algo bem consideravel.
    Grata

    • Oi Michelle,

      Até onde eu saiba, a grande novidade do One Brasil é seu falante maior e seu sistema de fixação mais prático. Com relação ao software acredito que eles tenham os mesmos recursos já que a Tomtom trabalha na sua essência como o mesmo software de navegação em todos os seus modelos.

      [ ]s

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  • Themis Ponzio de Rezende

    Caro Nagano,

    Uma das coisas que me fascinam na internet é o

    altruísmo de pessoas como você! Excelente review:

    claro, didático e muito interessante.

    Parabéns e muito obrigado.

    Themis

  • Mauricio

    A diferença do Tomtom One Brasil para o Classic é a memória interna ! O primeiro 1GB e o segundo 512MB. Abraço

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  • Comprei faz uma semana esse mesmo modelo, o TomTom One e desde ontem ele não liga mais. Não importa onde eu carregue, no computador ou no carro, não liga.

    Creio que seja um problema no meio dos vários aparelhos vendidos, mas até quando ele funcionava eu estava satisfeito com ele.

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  • EUNICE

    MEU GPS ESTA NA GARANTIA E LE PAROU DE FUNCIONAR ACENDE A LUZ MAS Ñ FUNCIONA AONDE ENCONTRO UMA ASSISTENCIA TECNICA EM SÃO PAULO MORO NA REGIAO ZONA SUL SANTO AMARO PRECISO SABER AONDE POÇO LEVA OBRIGADA.

    • henriquem

      cara eunice, não somos o suporte técnico da tomtom. se você nos encontrou, acha também o site do fabricante, não?

  • Charles Holanda

    Comprei um TomTom One Classic e o mesmo deu problema no periodo de garantia. O aparelho não ligava mesmo estando ligado pela USB ou pelo carregador veicular. Mandei para assistencia técnica e eles me enviaram outro aparelho novo, este aparelho só funcionou por dois dias, agora esta apresentando o mesmo defeito, não carrega e consequentemente não liga. Vou enviar de novo para a assistencia, desta vez vou pedir outro modelo.
    Pra quem precisar da assistencia técnica, o telefone é: (11) 4062-0115 – J m Service Soluções em Pós-venda

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