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Review: Impressora Epson Workforce K101

Em um mercado dominado pela mesmice dos produtos, a Epson WorkForce K101 não é algo que a maioria dos consumidores estão acostumados a esperar de uma jato de tinta. Para começar, ela é um modelo monocromático e sem opção de cores (algo que não vejo desde o lançamento da HP Deskjet 500 da década de 1980), possui sistema de alimentação de folhas por bandeja (algo incomum nas jato de tinta da Epson) e oferece suporte de rede e impressão frente e verso automático (nada usual em uma impressora desse porte).

E isso é ruim? Não necessariamente.

Sob o meu ponto de vista, a WorkForce K101 incorpora uma nova filosofia que foge um pouco da idéia de que uma linha de produtos é formada por modelos que, no geral fazem essencialmente a mesma coisa (imprimem documentos ligados a um computador) e são divididos pelo número de recursos adicionais e faixa de preço. Em vez disso, a K101 parece ser um produto focado em atender as necessidades de um certo público-alvo, fazendo questão de ter certos recursos ao mesmo tempo que abre mão de outros.

Medindo 44,5 x 15,4 x 33 cm (LxAxP fechada) e com 4,6 kg de peso, a K101 é um equipamento de linhas simples e discretas e, ao contrário da linha Stylus, é apresentada na cor branca com detalhes em cinza claro. Um tom neutro e agradável, porém mais propenso a mostrar sinais de sujeira como acúmulo de pó, manchas de tinta e encardidos, mas que em contrapartida não está sujeito a riscos e marcas de dedos como o acabamento em Black Piano, comum em produtos jato de tinta.

Notamos que apesar da simplicidade no acabamento, o gabinete da K101 não é de todo chapado/monótono, possuindo diferentes texturas na sua parte de cima se comparada com as laterais.

Ao contrário de outras jato de tinta da Epson, a K101 utiliza uma bandeja de papel para alimentar seu mecanismo de impressão que fica montado (e levemente exposto) na parte da frente do equipamento, o que facilita a visualização da quantidade de papel disponível para uso (máximo 250 folhas de papel ou 10 envelopes).

Além de facilitar o seu uso, esse sistema de alimentação permite até embutir esse equipamento, por exemplo, em alguma estante —mas desde que ela tenha espaço nas laterais para que o ar circule livremente ao seu redor. A única desvantagem desse sistema é que ele limita o uso de mídias de grande espessura, como papel cartão.

A bandeja é do tipo multiformato, capaz de receber mídias de diversos tamanhos como Carta, A4, A5, A6, B5 etc.

Interessante notar que na base dessa bandeja existe uma trava na forma de botão que, ao ser pressionado, permite aumentar ou diminuir o comprimento dessa bandeja para aceitar mídias maiores como a Ofício (21,6 x 35,6 cm).

Mídias menores ficam no lugar por meio de suportes de canto:

Já a sua bandeja de saída segue o estilo da Epson com seu desenho “ponte levadiça” que, ao ser baixado, permite esticar um suporte auxiliar de dois estágios + uma ponta dobrável:

Observamos porém que quando estendida, a K101 ocupa um espaço extra de 23 cm aumentando o seu comprimento máximo para quase 56 cm.

E para evitar que a X101 comece a imprimir com a bandeja de saída levantada, a impressora possui um simples — porém engenhoso — sistema de sensor que informa ao driver de impressão que ela não está pronta para uso. Isso pode parecer um recurso meio simples para quem trabalha ao lado da impressora, mas é algo muito importante no caso de um modelo ligado na rede, já que nem sempre o usuário que está gerando a impressão está próximo ou na mesma sala onde fica a impressora, evitando assim que o papel atole na saída, criando uma verdadeira massaroca de papel amassado que acabará com certeza no lixo.

A parte de trás da impressora é quase que totalmente ocupada pelo mecanismo que impressão de frente e verso automático da K101. Note a presença das entrada do cabo de força e das portas de comunicação à direita.

Parte desse mecanismo pode ser facilmente removido da impressora, bastando para isso pressionar as duas travas existentes da parte de trás da impressora e puxar para fora.

Isso permite retirar qualquer folha ou mesmo pedaços de papel que fique atolados no mecanismo durante uma impressão:

No canto direito (de quem está atrás da impressora) ficam as duas portas de comunicação da K101: uma USB 2.0 para fazer uma ligação local “ponto-a-ponto” com um PC e uma porta de rede Fast Ethernet (10/100 mbps) para ligar à rede local. Interessante notar que é tecnicamente possível que um PC se conecte com a K101 via USB e rede local ao mesmo tempo.

Só que nesse caso eles irão aparecer no sistema do PC como duas impressoras independentes. Note que o grupo Printers and Faxes inclui a “EPSON K100 Series” e a “K100(Network)”:

Alguns usuários podem questionar se não seria mais interessante se a K101 tivesse uma porta de rede WiFi no lugar de uma “antiquada” conexão a cabo. Eu particularmente acho que para o seu público-alvo — pequenos escritórios, departamentos de empresas — o uso da rede cabeada é mais simples de usar, mais confiável, segura e tem um alcance bem maior que qualquer conexão sem fio — e isso sem falar que nesses ambientes de trabalho é mais comum o uso de desktops que normalmente não vêm com interface Wi-Fi.

E mesmo que algum portátil precise imprimir na K101 via rede sem fio, basta ligar a máquina a uma porta livre de um roteador Wi-Fi que praticamente todo mundo tem em casa ou mesmo no escritório:

O processo de instalação da K101 na rede não poderia ser mais fácil: basta ligá-la na rede local por meio de um cabo que já acompanha o produto, ligar a impressora e esperar um pouco até que o gerenciador DHCP lhe atribua um endereço IP, permitindo assim que a impressora possa ser vista pelos outros computadores na rede. Pata saber qual é esse endereço (e outras informações relacionadas) basta pressionar um botão no seu painel para que um relatório detalhado seja impresso:

Isso por que o painel de controle da K101 é bastante simples formado por apenas quatro botões e seus respectivos indicadores luminosos. A partir da esquerda o botão de liga/desliga, cancela impressão, acesse os cartuchos de tinta e relatório de rede (usado na operação acima). Nenhum visor LCD, botões de navegação e coisas do tipo. E eles fazem alguma falta na K101? Achei que não.

Como não se trata de uma multifuncional, basta levantar a tampa superior da K101 para se ter total acesso ao seu interior, o que facilita a vida na hora de remover uma folha atolada no mecanismo de impressão.

Ao contrário de concorrentes como a HP e Canon que utilizam calor para ejetar as gotículas de tinta diretamente do cartucho, o sistema da Epson utiliza uma tecnologia ligeiramente diferente batizada de MicroPiezo de Ponto Variável, que usa uma membrana piezoelétrica para ejetar a tinta (a frio)  da sua cabeça de impressão não-removível.

Como esse equipamento só imprime em preto, o espaço onde normalmente cabem quatro cartuchos de diferentes cores é ocupado por apenas dois cartuchos pretos de alta capacidade.

Falando em suprimentos de impressão, a K101 utiliza um novo cartucho Preto Epson 136 (T136126): é um kit formado por dois cartuchos T1361 abastecidos com tinta pigmentada (à base de material sólido) com tecnologia Durabrite Ultra que, ao contrário das tintas baseadas em corante líquido, são mais resistentes a água e ao desbotamento causado pela luz natural.

Segundo a fabricante, cada par de cartuchos é capaz de imprimir aproximadamente 2 mil páginas — um número impressionante se compararmos com o cartucho 73N (T0731N), cuja autonomia é de apenas 245 páginas. Se levamos em consideração que o preço sugerido desse kit é de R$ 140, temos um custo aproximado de 7 centavos de real, três a menos que o conseguido com o 73N (R$ 26 cada) se a impressora imprimir somente em preto (algo por sinal pouco provável).

O procedimento de instalação é o mesmo dos modelos da casa:

Se comparados com sistemas mais simples, como a Stylus T25 que vem com uma cabeça de impressão formada por apenas 173 ejetores de tinta (90 em preto + 83 em cores), a da K101 possui nada mais nada menos que 512 ejetores só para o preto, o que significa maior faixa de cobertura de impressão por movimento da cabeça e resulta em maior desempenho.

Segundo a fabricante, sua velocidade máxima de impressão é de 37 ppm (páginas) por minuto no modo rascunho e sua resolução nativa de 1.440 x 720 ppp (pontos por polegadas).

O processo de instalação é simples e direto: basta inserir o CD de instalação em um computador com Windows 7, Vista, XP ou Mac OS X (10.4.11, 10.5.8 – 10.6.x) e seguir as instruções do programa de setup:

Entre as poucas coisas que o usuário deve informar para o programa é se você deseja acessar a impressora localmente via cabo USB ou remotamente via rede local:

No segundo caso, o programa pede para o usuário ligar a impressora a uma porta de rede livre no switch de rede, certificando-se que o equipamento está ligado.

Feito isso, o instalador invoca um segundo programa chamado EpsonNet que procura a impressora na rede e configura a mesma para operar com o novo equipamento, testando inclusive possíveis conflitos com sistemas de segurança como firewalls e coisas do tipo.

Se tudo ocorrer de acordo com o esperado. O  EpsonNet informa que o processo foi bem sucedido informando o endereço MAC do equipamento instalado…

… concluindo assim o procedimento.

O driver de impressão da K100 segue o estilo e a lógica de funcionamento dos outros modelos, só que sem  o suporte a cores…

… o que faz do procedimento de impressão algo simples e direto:

Como já comentamos anteriormente, a K101 possui um mecanismo de impressão frente e verso (também chamado de duplex) que pode funcionar no modo automático e até manual — ou seja — o equipamento imprime apenas as páginas pares do documento e pede para o usuário recolocar o material impresso de volta para a bandeja com a face invertida para que as páginas ímpares possam ser impressas.

Acredito que essa opção de frente e verso manual só exista por uma questão de compatibilidade com outros modelos, já que o sistema automático funciona que é uma beleza:

Interessante notar que esse driver possui algumas opções bem interessantes que ficam escondidas dentro de submenus, como o Definições… que dá acesso ao modo de impressão Livreto, que mistura o modo de impressão de várias folhas na mesma página com frente e verso de modo que basta pegar a pilha de material impresso, dobrá-lo ao meio que o resultado final é uma brochura pronta para ser usada lida.

Não entendeu nada? Então assista ao exemplo abaixo:

Fora isso, o driver ainda incorpora mais uma janela com opções adicionais…

… e uma terceira com rotinas de manutenção para a impressora:

O sistema ainda conta com uma rotina residente que monitora a fila de impressão, o estado dos cartuchos e o uso da impressora e informa qualquer anormalidade no sistema como a bandeja de saída da impressora estar fechada.

Sob testes:

Como no teste da L200 utilizamos o padrão ISO/IEC 24712 otimizado para o modo monocromático e impresso no modo de rede.

A metodologia é nossa de modo que os resultados obtidos servem apenas para comparar o desempenho das impressoras já testadas pelo ZTOP, de modo que ela não pode e nem deve ser usada para questionar os números oficiais divulgados pelo fabricante.

Os resultados foram os seguintes em ppm (págimas por minuto):

Impressão em preto no modo Econômico Rápido — 15,51 ppm

Impressão em preto no modo Normal — 11,76 ppm

Impressão em preto no modo Ótimo — 1,56 ppm

Se comparado com a L200, que se arrastava a 2,16 ppm no modo normal, o desempenho da K101 me pareceu bastante adequado em especial para aqueles mais apressados, já que ela passa a impressão de ser um equipamento veloz, mas não ao ponto de parecer um ninja arremessando aquelas estrelinhas de metal.

O modo rascunho é realmente veloz (ainda mais que o Normal), mas desconfiamos da sua real utilidade além de impressionar clientes em demos de loja. Isso porque apesar do seu bom contraste, a formação das letras é ruim ao ponto de tornar o prazer da leitura em um exercício de adivinhação, o que inviabiliza o seu uso no dia a dia — a não ser que se imprimam apenas textos com letras bem grandes.

A boa notícia é que — no geral — a qualidade da impressão tanto no modo Normal quanto Ótimo fica bem próximo — porém não igual a de uma impressão a Laser — para exemplificar isso, comparamos esses dois modos feitos na K101 com uma mesma impressão feita em uma laser mono (uma Brother HL-2070N). Não vou dizer o que é o que no exemplo abaixo para que você possa verificar por si mesmo:

Olhando pelas lentes de uma câmera macro, notamos que mesmo no modo Normal os caracteres estão bem formados apesar das “borradinhas” ainda serem perceptíveis nesse nível de ampliação, mas que passa despercebido a olho nu.

Já no modo de Qualidade notamos uma notamos uma maior esforço da impressora no sentido de posicionar os pontos de imagem de maneira mais precisa o que talvez explique a sua queda de desempenho. Nas aplicações do dia a dia não vejo muita vantagem em usar esse modo a não ser que o usuário utilize uma mídia mais nobre que o papel de copiadora de 75 gramas/m² e precise da melhor qualidade de impressão que seu equipamento seja capaz de oferecer.

Quando dissemos que a qualidade da K101 fica bem próxima — porém não igual a de uma impressão a Laser — usamos como exemplo a impressão abaixo, onde podemos ver a melhor formação das letras com contornos suaves e bem delineados.

Uma das maneiras de melhorar a qualidade de impressão de uma jato de tinta é o uso de um papel de maior gramatura, sendo o mais comum é o sulfite de 90 gramas/m². Fizemos alguns testes com essa mídia na K101 e os resultados foram os seguintes:

No modo Normal notamos que o resultado ficou mais próximo do de Qualidade com papel de 75 gramas. De fato a concentração de pontos me pareceu até maior o que pode resultar num maior contraste entre o preto da letra e o branco do papel e consequentemente numa melhor leitura.

Já no modo de qualidade o resultado foi ainda mais interessante já que o contorno dos caracteres parece estar menos borrados devido a melhor absorvição do papel. Ficou bom, mas ainda não é a mesma coisa que uma laser.

Nossas conclusões:

No geral, nossa impressão da K101 foi bastante positiva, já que ela é um bom exemplo de um produto focado numa aplicação/público-alvo ao contrário de outras soluções “tamanho único e unisex” que encontramos no mercado e que algumas vezes, fazem um pouco de tudo mas nem tudo muito bem — como aquelas multifuncionais que vêm de brinde com alguns PCs de supermercado.

Como o próprio nome sugere, a WorkForce K101 é uma impressora voltada para uso departamental, grupos de trabalho e até mesmo pequenos escritórios ou SMB que hoje utilizam impressoras a laser. A idéia nesse caso é de oferecer os mesmos atrativos de uma laser departamental num modelo a jato de tinta, cuja principal vantagem está na sua facilidade de uso, já que muitos usuários de PCs estão familiarizados com esse tipo de equipamento – o que também facilita a sua manutenção mesmo por pessoas não técnicas e que precisam saber trocar cartucho de retirar papel atolado e não precisam mexer com cartucho de toner, cilindro de imagem, fusores e coisas do tipo.

Fora isso, a Epson a estratégia de consumíveis baseada em cartuchos com maior capacidade de tinta/maior autonomia a preços competitivos também é interessante tanto do lado do menor custo de impressão quanto no maior cíclo de trocas. Isso significa menos idas à papelaria para comprar suprimentos.

Com relação ao desempenho/qualidade, acreditamos que o produto funciona bem no modo Normal ao ponto de não acharmos que vale a pena imprimir no modo de Qualidade nas tarefas do dia a dia. Isso porque os ganhos em qualidade não compensam o tempo extra gasto na impressão. Se fosse o contrário — qualidade muito melhor de impressão em troca de mais tempo para imprimir — ai sim teríamos um problema.

Outra característica muito importante que pode passar meio desapercebida pelo usuário na hora da compra é a questão do consumo de energia da impressora que favorece — e muito — as jato de tinta se comparada com as lasers.

Por exemplo, fizemos uma simples medição de consumo em watts da K101 para imprimir apenas uma folha e o resultado foi a seguinte:

O que o gráfico acima mostra é que a K101 teve um pico de consumo de 20 watts (para “acordar” a impressora) e consumiu algo em torno de 14~15 watts para imprimir um documento de cinco páginas, o que é troco de bala se comparado aos pico inicial de 650 watts e uma variação de 250~350 watts para imprimir esse mesmo documento numa laser de entrada (embaixo).

Quando fora de uso, a K101 consome aproximadamente 1,8 watts sem fazer nada.

Em um mundo onde produtos com menor consumo de energia são cada vez mais valorizados, a K101 pode ser uma opção interessante mesmo que não ofereça mesmo nível de qualidade de impressão  (no microscópio) de uma laser, mas é capaz de entregar um trabalho tão bom quanto, consumindo bem menos energia.

De fato, isso pode até justificar no médio e longo prazo o seu preço de aquisição sugerido (R$ 299) se comparado com as lasers de entrada concorrentes do mercado.

 

Resumo: Epson  WorkForce K101

O que é isso? Impressora jato de tinta monocromático para uso departamental ou SMB.
O que é legal? Ótimo desempenho, bons recursos, suporte para rede local, baixo consumo de energia (se comparado com uma laser).
O que é imoral? Não imprime em cores (duh!). Seu custo por página impressa é baixo para uma jato de tinta, mas não tão baixo quanto uma laser.
O que mais? Impressora pode ser acessada via WiFi se conectada (via cabo) num roteador com rede sem fio.
Avaliação: 8,0 (de 10). Entenda nosso sistema de avaliação.
Preço estimado: R$ 299
Onde encontrar: www.epson.com.br

 

Desde o século passado Mario Nagano analisa produtos e já escreveu sobre hardware e tecnologia para veículos como PC Magazine, IDGNow!, Veja e PC World. Em 2007 ele fundou o Zumo junto com o Henrique assumindo o cargo de Segundo em Comando, Editor de Testes e Consigliere.

  • Eu gostei bastante desse modelo. A minha maior preocupação em relação à ele é justamente este cartucho especial – será que mesmo tendo um preço razoável, ele será fácil de achar? As lasers mais comum pelo menos vc pode arriscar a recarregar o toner.

    • mnagano

      Na teoria, qualquer rede de papelaria como a Kalunga.com e/ou loja que venda suprimentos que comercialize Epson deveria ter esse cartucho para vender.

      Qualquer coisa ligue para o SAC da Epson.

  • Marcos Tony

    Me desculpem o off topic mas tenho uma duvida que ninguém sabe responder e talvez voces saibam. é o seguinte, HDs portateis costumam usar cabos USBs duplos [cabo Y] como esse http://i45.tinypic.com/2z6xjmd.jpg porque, segundo consta, uma porta usb 2.0 fornece 500mAh e isto pode nao ser suficiente para alimentar um HD, principalmente na hora em que ele é ligado. Como o cabo tem duas pontas USB pra serem ligadas ao mesmo tempo no computador, fornece 1000mAh. Pois tem HDs que usam cabo de ponta única, especialmente os USB 3.0. Se eles forem usados em portas 3.0 nao tem problema mas e se forem usados em portas 2.0? Isto não forçaria o HD?

    • mnagano

      Pelo meu entender, a segunda conexão do cabo Y serve apenas para fornecer mais energia para o disco. Assim se o HD vier com esse cabo, use-o. Mas IMHO isso é mais uma questão de garantir que o disco receba toda a energia necessária, digo isso porque tenho um HD de 2,5" externo da Seagate que, dependendo do PC ou Note, funciona sem a segunda conexão adicional.

      No caso das portas USB 3.0 — até onde eu me lembre — se um dispositivo consome digamos 600 mAh e a fonte é capaz de fornecer 1.000 mAh, o circuito vai receber e consumir 600 mAh, sendo que o resto não é usado ou seja, isso estaria mais para um superdimensionamento da fonte (o que não é algo ruim) do que uma sobrecarga no circuito.

  • Marcos Tony

    Então um HD tipo o Samsung s2 portable, cujo cabo só tem uma ponta, pode ser usado sem medo de estragar por supostamente receber menos energia numa porta 2.0 [imaginando que ele consuma mais do que 500miliamperes]? Aliás, voces já fizeram reviews de HDs? se nao, seria uma boa…
    Obrigado

    • mnagano

      No caso do disco não receber energia suficiente ele simplesmente não vai funcionar. Como tenho diversos discos externos aqui na Zumo-caverna, o que costumo fazer é usar um cabo USB simples. Caso não funcione, ai sim eu uso o cabo Y.

      Reviews de HDs? Sim, temos alguns testes aqui na fila.

  • Marcos Tony

    Ah legal… faz mesmo review de hd.
    Valeu pelas respostas. Nao sei se voces ja ouviram falar mas a Samsung tinha uma linha G3 station que tem muitas reclamaçoes. Comprei um ano passado no Pontofrio.com e em poucos meses, deixou de funcionar. Ligava, ele girava, a luz acendia mas o windows nem 'tchum'. era como se nao tivesse nada ligado na usb. Levei numa loja, o cara trocou o case e funcionou sem problema. parece que o problema é na comunicaçao do case original. O meu modelo era de 2tb

  • William

    Essa Impressora é excelente em custo beneficio, o cartucho que ela utiliza é o epson 136 pesquisando na internet o valor esta em torno de R$ 140,00 em primeiro momento podemos achar que é muito alto porem se fizermos as contas veremos que como ele imprime até 2000 mil paginas, leva vantagem de outros cartuchos inclusive da epson que custam em media R$25,00 e imprime cerca de 200 paginas.

  • Fernando Rodrigues

    Só passei para dar os parabéns pelo review, acho que nunca tinha visto uma análise tão completa, ainda mais de uma impressora.
    Estava em dúvida em pegar para uso pessoal (apesar dela ser totalmente voltada para empresas), mas depois de ler esse artigo, acabei comprando. O preço do cartucho me assustou, mas a duração dele faz valer.
    Como aqui em casa tem vários computadores usando a impressora atual (um saco ter que ligar o computador apenas pra imprimir algo), e geralmente imprimimos apenas em preto e branco, ela servirá bem.
    Bem, o fato dela estar 100 reais no Ricardo Eletro também ajudou. haha

  • Gil

    Olá você poderia falar da epson k301? O que muda para essa k101? As 2000 impressões são considerados em modo rascunho ou normal?

  • LordPerox

    Nagano, qual o desempenho gráfico da K101 em relação as outras jato de Tinta, gostaria de alguma informações neste sentido, meu volume de impressão será pequeno porem estou em duvida de vale uma laser Mono (barata) ou jato de tinta pelo custo.

    Tambem achei o desempenho frente a Laser Mono bem inferior visto (no microscópio) já tamanho normal achei a diferença pequena.

    Muito bom esse review, faz tempo que não vejo algo com tamanha profundidade e sensatez.

  • Henrique Bueno

    Estamos agora em 2015 e acabei de adquirir uma pois não achei concorrente a altura. A maior vantagem que vejo nela, embora deixe tudo mais ledo, é imprimir frente e verso automático, pois posso largar ela imprimindo e voltar sabendo que estará concluído.