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Review: Dell Alienware M11x

Avistado pela primeira vez no stand da Dell durante a última CES 2010, o novo Alienware M11x pode nem ser um portátil do outro mundo mas é, sem dúvida, uma ave rara num mercado conhecido pela mesmice dos seus produtos. E isso não é uma má notícia, diga-se de passagem.

Para quem ainda não foi devidamente apresentado, o M11x é o compacto esportivo (com tela de 11″) da linha de portáteis Dell Alienware — donos de visual arrojado (beirando o extravagante) e alto desempenho, muito apreciado por entusiastas e gamers — apesar de serem também populares entre os profissionais da área técnica que o utilizam como workstation.

Interessante observar que o personagem Sheldon Cooper Ph.D. do seriado “The Big Bang Theory” era usuário de um notebook Dell XPS, mas depois que ele foi roubado na terceira temporada, sua máquina foi substituída por um Alienware (aparentemente um M15X). Curiosamente, o personagem Leonard Hofstadter também tinha um XPS, mas acabou com o novo Dell Adamo XPS (nessa cena no colo de Rajesh Ramayan Koothrappali) enquanto que Penny — como não podia deixar de ser — tem algo mais voltado para usuário final, um  Dell Inspiron Pink de 15″.

Mas, ao contrário de seus irmãos mais velhos totalmente voltados para desempenho, o M11x é um animal um pouco diferente, já que ele procura combinar algumas características inerentes a um equipamento de seu porte, em especial no campo da mobilidade onde certas características como leveza, conforto de uso e autonomia da bateria são itens até mais valorizados do que desempenho propriamente dito.

Daí a primeira grande surpresa: em vez de optar por processadores de melhor desempenho como os novos Intel Core i5 e i7, a Dell adotou um Core 2 Duo 2  SU7300 de 1,3 GHz (FSB de 800 MHz e 3 MB de cache L2) um processador dual core do tipo ULV (Ultra Low Voltage) baseado no núcleo Penryn de 45 nm e TDP máximo de 10 watts e que, por sinal, é o mesmo usado no Samsung SenS X420c e já analisado por este Zumo.

A grande sacada neste caso é que, em vez de só depender da tradicional solução baseada na aceleradora Intel GMA 4500MHD

… esse pequeno Alienware também vem de fábrica com uma segunda aceleradora gráfica GeForce GT335M com 1 GB de GDDR3 que pode se alternar na geração de imagens e gráficos de acordo com a demanta (uia!)

Essa bruxaria é possível desde a chegada da plataforma móvel Centrino 2 — ou mais exatamente do chipset GS45 Mobile — que incorpora a chamada tecnologia switchtable graphics. Assim, nas tarefas do dia a dia que não demandem muito dos gráficos o sistema utiliza a aceleradora da Intel e, na hora da diversão, a GeForce entra em ação para botar pra quebrar.

Isso faz com que o M11x  tenha duas “personalidades” — uma mais mansa e voltada para maior autonomia da bateria, e outra mais agressiva para aplicações mais pesadas envolvendo gráficos, videos em HD e jogos onde a oferta de energia não seja um problema, em especial quando o computador está perto ou mesmo conectado a uma tomada.

Fora isso, o M11x analisado veio equipado com uma tela LCD-LED wide de 11,6″ com resolução nativa de 1.366 x 768 pixels (a mesma de uma tela HDTV), 4 GB de RAM SODIMM DDR3 de 1066 MHz (expansível até 8 GB), siatema de áudio HD com som surround interno 5.1, disco rígido de 500 GB (com opção de SSD de 256 GB por mais R$ 1.445), webcam WiFi 802.11 a/b/g/n com MIMO, Bluetooth, porta de rede Fast  Ethernet (boo!), firewire, três USB 2.0 (sendo uma powered), leitor de cartão SD/MMC/MS e nada mais, nada menos do que três saídas de vídeo: SVGA, HDMI e DisplayPort. Apesar de ser um portátil com grande potencial para reproduzir vídeos em alta definição e rodar jogos, o M11x estranhamente não vem com unidade de CD/DVD embutida (uia!).

Medindo aproximadamente 28,5 x 3,2 x 23,3 cm (LxAxP fechado) e 2,037 kg de peso (com sua bateria de oito células) ou 2,366 kg com seu carregador incluso, o M11x é um portátil relativamente compacto se comparado, por exemplo, com meu ThinkPad T61p equipado com tela de 15″ wide.

Mas com seus 3,2 cm de espessura ele não pode ser considerado um equipamento slim como o Dell Vostro V13 de apenas 1,9 cm de espessura.

Ao contrário de seus irmãos maiores o desenho do M11x é um pouco mais simples, utilizando apenas uma cor no seu exterior (preto ou prata). Apesar de suas linhas quadradas, o M11x mantém alguns elementos visuais que identificam os Alienware da série M como as linhas de seu tampo superior com seu logo de carinha de alienígena (os olhinhos não acendem) e sua frente em ângulo com “lanternas laterais” que sempre me fazem lembrar do Batmóvel da série de TV.

Mas o que faz com que um note da Alienware seja reconhecido mesmo a metros de distância (principalmente no escuro) é seu sofisticado sistema de iluminação Alien  que faz parte do Alienware Command Center, um pacote de software que customiza o esquema visual e até alguns recursos de segurança do M11x.

Com ele é possivel definir a cor da luz emitida por diversos componentes do portátil, como o logo da tela, o contorno da carinha do alienígena, o teclado, as luzes de estado e as lanternas dianteiras. As cores são selecionadas por meio de uma roda de cores onde o usuário determina a cor do componente e, se for o caso, sua cor de transição. Além disso, as cores podem ser sólidas ou piscantes.

Esse por sinal é uma das grandes farras desse portátil, já de com um simples clicar de botões o usuário pode ter numa hora um portátil sóbrio e bem comportado e na outra algo mais parecido com um carro alegórico em desfile de carnaval. Reza a lenda que dentro da Dell esse recurso é conhecido como “Pimp My PC“.

Link do vídeo

E se você acha que isso é muita frescura, vale a pena lembrar que no M15X é possível customizar partes do teclado com cores diferentes, assim como a área do touchpad e até mesmo os olhinhos de alienígena do logotipo externo do portátil.

Mas de volta ao que interessa, o teclado do M11x é dono de um estilo próprio com seus botões de contornos iluminados que funcionam realmente muito bem no escuro, o que era de se esperar de um equipamento voltado para jogos, mas que pode ser útil em outras atividades como por exemplo, jornalistas que tem que acompanhar eventos em locais mal iluminados.

Entre as curiosidades desse teclado estão suas teclas de funções como o BINARY GFX, que chaveia a aceleradora gráfica entre o modo de desempenho (GeForce GT335m)  e o modo de economia de energia (GMA 4500).

Já o disquinho-voador ativa o configurador do Alienware Command Center e o ALIEN FX liga/desliga os efeitos visuais.

E como não podia deixar de ser, as teclas mais usadas nos jogos de tiro em primeira pessoa estão devidamente marcadas.

Outro destaque fica por conta de seu generoso e macio touchpad cuja área possui uma curiosa textura que ajuda a localizá-lo até mesmo no escuro. Interessante notar que ele conta com um sofisticado controle de sensibilidade (parte do Alienware Command Center) que permite fazer ajustes finos de acordo com o gosto do seu dono.

Medindo de 8,0 x 4,2 cm (LxA), ele segue a tendência do mercado de utilizar dispositivos bem maiores do que era comum no passado como o UltraNav do meu ThinkPad T61p.

Por não vir com leitor óptico embutido, a lateral direita do M11x até que é bem vazia com a presença das saídas de som e duas USB powered. Interessante observar que esse portátil vem equipado  com duas saídas de fone de ouvido o que permite que duas pessoas possam usar seus fones ao mesmo tempo, algo que já vimos no passado em alguns portáteis da série Pavilion da HP.

Em contrapartida o lado oposto está praticamente ocupado por diversas interfaces começando à esquerda om um slot para trava anti-furto padrão Kensingtom, uma porta USB 2.0 Powered e outra Ethernet, HDMI e continuando com uma DisplayPort, entrada para cartão SIM (para conexão 3G) montado sobre o leitor de cartão de memória flash e porta Firewire.

Na parte de trás somente a fonte de alimentação cujo plug, ao contrário de seus irmãos mais velhos não possui anel iluminado.

Na parte de baixo o M11x é dominada por uma ampla placa metálica que ocupa quase que toda a base do equipamento.

Nela fica a tradicional placa de identificação da Alienware…

… além de um indicador de carga da bateria.

Ao remover essa tampa inferior, temos um fácil acesso à maioria dos seus componentes internos — algo comum nos projetos da Dell. Interessante notar a presença de um chassis interno de metal fundido, necessário para manter a rigidez estrutural de um equipamento tão massivo e compacto. Note a curiosa disposição assimétrica de seus auto-falantes internos, um no canto e outro mais ao centro.

Ao contrário de outros portáteis, o M11x vem equipado com uma impressionante bateria interna de oito céclulas de 63 Wh que fica parafusada no interior do M11x. Ganha-se em volume e autonomia mas perde-se na agilidade de trocar uma bateria esgotada por outra carregada.

Note que o medidor de carga fica embutido na própria bateria.

Na frente da bateria fica o compartimento do disco rígido SATA…

… que no nosso caso é um Seagate Momentus 7200.4 de 500 GB.

No canto oposto vemos os dois slots para cartões de memória SODIMM DDR3, para cartão Wi-Fi e um slot livre (WWAN) que pode ser usada para instalar um modem 3G, WiMax etc.

Sob testes:

Por vir equipado com uma curiosa combinação de processador de baixo consumo e duas aceleradoras gráficas que se alternam no seu uso, o M11x precisa ser analisado sob dois pontos de vista. Como um produto voltado para mobilidade e menor consumo de energia (que doravante chamaremos de “modo manso”)  e como um produto mais voltado para desempenho (que chamaremos de “modo agressivo”). Note que excepcionalmente, aproveitamos essa oportunidade para executar nossos testes com o Windows 7 de 64 bits para não comprometer as configurações de fábrica realizadas no SO.

Como era de se esperar, no modo manso a aceleradora gráfica da Intel segurou a pontuação do Índice de Experiência do Windows em 3,2 pontos (cuja escala chega até 7,9 pontos) valor dentro da média de outras máquinas equipadas com a mesma aceleradora.

Já no modo agressivo, o desempenho gráfico pulou de 3,2 para 6,5 pontos, mas como o Índice de Experiência leva em consideração sempre o menor resultado, ele ficou em 4,6 pontos devido ao uso do processador de baixo consumo.

A melhor experiência em multimidia também pode ser vista no HDxPRT (modo agressivo) :

Nos testes com o PCMark Vantage vemos algo semelhante: o modo agressivo realmente contribui para a melhora do desempenho geral do sistema se comparado com o modo manso (3.856 com Nvidia contra 3.674 com GMA), principalmente no Gaming Score (3.324 contra 1.806), mas nos testes de Productivity Score (3.266 contra 3.201) a diferença é quase desprezível.

Intel GMA 4500

NVidia

Como o 3DMark Vantage não roda no Intel GMA, ficamos apenas no modo agressivo:

No AutoGK 2.45 a placa da Intel levou aproximadamente 1h52m29s para transformar um filme em DVD para um arquivo AVI de 700 MB. O processo oposto (criar uma imagem de DVD a partir de três arquivos de vídeo) feito com o DVDFlick 1.3.0.6 foi de 4h57m42s utilizando um thread e 3h49m09s com dois Threads. Observe porém que esses testes não tiram proveito da capacidade de processamento da GPU. Como o M11x utiliza uma aceleradora NVidia compatível com a tenologia CUDA, utilizamos o arquivo de vídeo AVI gerado pelo AutoGK e convertemos o mesmo para o formato de vídeo do iPhone utilizando o Badaboom, que converteu o vídeo em 29min24s.

Para efeito de comparação refizemos a mesma tarefa utilizando um utilitário mais convencional como o Format Factory e o tempo ficou em 33min57s, ou seja, o CUDA proporcionou uma economia de tempo ao redor de 13,4%.

Ah sim, o Super Pi do David Lopes:

Para avaliar o seu consumo de energia, utilizamos o polêmico Battery (comedor de farinha) Eater, que foge um pouco das métricas usadas pelos fabricantes que baseiam suas estimativas baseadas em periodos de atividade seguidas de pausas regulares, ao contrário desse benchmark que estressa o sistema de maneira constante, medindo o tempo que a bateria dura nessas condições. No nossso caso, a bateria de oito células do Alienware durou 3h46m47s usando a aceleradora gráfica da Intel, o que é um resultado muito bom para um equipamento desse porte. Já com a aceleradora da NVidia o tempo caiu para 2h21m25s, o que ainda é um resultado bem melhor do que muito netbook com bateria de três células do mercado.

Nossas conclusões:

Confesso que nunca dei muita bola para os portáteis da Alienware porque sempre achei que seu visual muito “árvore de natal” para meu gosto. Apesar disso, eu realmente gostei do visual mais simples e menos espalhafatoso do M11x que, se configurado corretamente, pode participar de qualquer reunião de negócios de maneira bem comportada sem chamar mais atenção do que o necessário. De fato, o AlienFX pode ser até ser um recurso bastante útil para aqueles que precisam utilizar seus computadores em locais mal iluminados.

Sob esse ponto de vista o M11x deixa de ser apenas um produto meio de nicho — ou mais exatamente um PC para gamers — para ser algo também atrativo para um público mais amplo que está a procura de um subnotebook para uso geral sem abrir mão de ver um filme em full HD ou mesmo um jogo em 3D como entusiastas, acadêmicos, engenheiros e até pessoal de imprensa ou de mídia que precisa de algo pequeno, mas potente para editar imagens e até um videozinho (sem forçar a barra, é claro). Observe porém que nesses casos, o M11X tem uma séria limitação que seria não dispor de um leitor de CD/DVD embutido, o que obriga o usuário a carregar um dispositivo externo com porta USB.

De um certo modo, o M11x revisita o conceito dos netbooks com Ion com sua combinação de mobilidade, processador de baixo consumo e aceleradora gráfica de melhor desempenho, porém num nível mais elevado proporcionando uma melhor experiência de uso de maneira mais inteligente, a medida que é possível chavear entre o modo manso e agressivo.

Com o preço sugerido de R$ 3.500 (preço inicial com HD de 160 GB) o M11x não é um equipamento barato, mas se levarmos em consideração que ele não possui um concorrente direto tanto em recursos quanto no visual só nos resta saber se o que ele oferece nos agrada e se estamos dispostos a pagar por isso.

E, cá entre nós…  Se Sheldon Cooper Ph.D. escolheu um Alienware pra ele, quem sou eu para contrariá-lo? 🙂

Resumo: Dell Alienware M11x
O que é isso? Subnotebook voltado para uso geral e processamento gráfico.
O que é legal? Desenho diferenciado, gráficos híbridos, ótimo desempenho em vídeo, bateria de oito células.
O que é imoral? Não vem com leitor óptico embutido, bateria interna impossibilita uma troca rápida.
O que mais? Visual bem menos chamativo pode atrair outros públicos. Também disponível na cor prata.
Avaliação: 8,0 (de 10). Entenda nosso novo sistema de avaliação.
Preço sugerido: R$ 3.893 (preço do modelo analisado sem frete)
Onde encontrar: www.dell.com.br

Ainda em tempo:

Para quem adorou o M11x mas não gostou muito do seu processador Core 2 Duo 2  SU7300, a boa notícia é que nos EUA já foi lançado um novo modelo equipado com um processador Intel Core i5 520UM de 1,066 GHz no modo normal ou até 1,866 GHz no modo Turbo (uia!). Fora isso ele também vem equipado com dois núcleos com tecnologia HT, o que faz com que o mesmo se comporte como um quadcore (uia!). Obviamente esse modelo é US$ 150 mais caro que o modelo original com Core 2 Duo que ainda está a venda:

Vou conferir com o pessoal da Dell sobre a previsão de chegada desse produto no Brasil.

Desde o século passado Mario Nagano analisa produtos e já escreveu sobre hardware e tecnologia para veículos como PC Magazine, IDGNow!, Veja e PC World. Em 2007 ele fundou o Zumo junto com o Henrique assumindo o cargo de Segundo em Comando, Editor de Testes e Consigliere.

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  • rubens

    Bom review Nagano,
    Legal a foto da bateria (que eu não tinha visto em outros reviews ainda).

    Acho que um drive óptico interno dificultaria horrores a refrigeração (ou aumentaria as medidas ou reduziria a bateria).
    Além disso, o público desse tipo de produto (pelo menos como parece que a dell enxerga) já saiu da era de mídias físicas.
    (e pelo que eu vejo, o pessoal de casa nunca usou o drive do pc deles, nos 4 pcs da casa da minha namorada o drive só é usado pra rodar o disco que acompanha celular, isso porque eles não sabem que não é necessário instalar o que vem nele :p)

    O motivo pelo qual foi lançado com SU7300 provavelmente tem a ver com o atraso no lançamento dos Core i para portáteis (talvez devido à demanda nos desktops).
    Imagino que seja um pouco mais demorado projetar algo desse tamanho, e mais seguro trabalhar com algo já disponível (ao em vez das amostras do dpto de engenharia :p).
    Talvez mais importante que a troca do processador seja o fato do modelo novo vir com GPU que se (des)ativa automaticamente. (outra coisa que que foi apresentada perto do anúncio do m11x, e que a nvidia deve ter pentelhado horrores durante os atrasos da 480 pra conseguir "design-wins"). Especialmente para usuários não-avançados.

  • Guido Alves

    Achei estranho ainda adotarem o Core 2 Duo e não ter a tecnologia Nvidia Optimus! Parece ser um bom note, mas o desempenho em Games não parece ser algo surpreendente. Acho que o grande ponto é a flexibilidade da máquina + coisinhas extravagantes para impressionar as garotas hehehe!

    • rubens

      O modelo novo atende seus dois pedidos.
      O note (do review) foi anunciado antes do (anúncio do) Optimus e (bem) antes da disponibilidade dos Arrandales.

      E tentar impressionar garotas com isso rende o que? Vacas no facebook?

    • Impressionar as garotas e os amigos nerds, vc quer dizer né?

  • não ter drive é muito estranho, não compro um pc desse com desempenho pra jogos sem poder rodar dvd

  • simplesmente muito show porem o preço alto realmente acorda quem vive sonhando com algo parecido.

  • dflopes

    bem, já falaram que uma maquina dessas não poderia ser "pensada" com C2D, menos ainda ser "lançada"no mercado.

    É simplesmente desanimador fazer 32s no superPi 1M!!! Triste!!!

    Mas podemos esperar a versão com Corei5 (pelo menos), mas mantendo as mesmas especificações.

    Pois achei sensacional a retroiluminação do teclado!!! E tenho um Dell XPS (e sim, estou terminando meu D.Sc.)

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  • Maxx

    Caramba muito bom o Notbook com certeza compraria um desses !!!

  • Eu tenho um. Ele é bem pequeno, por isso não tem drive de cd/dvd ou blu-ray. Acho que a questão da ausência do drive não é pelo aquecimento e sim pela falta de espaço físico mesmo! Eu não estranhei a falta do drive, eu estranharia se tivesse um naquele espaço curto! Mesmo assim, faz falta.

  • Alberto

    Queria saber se é tranquilo pra limpar o cooler dele, pensei que essa tampa embaixo daria acesso a ele, mas pela foto percebi que nao da. Nao entendo pq as empresas nao facilitam acesso ao cooler visto que depois de pouco tempo de uso a poeira é um dos maiores problemas em notebooks.

    Obrigado

  • Janderson

    Amigo apesar das novas tecnologias disponíveis, há alguma maneira de colocar um leitor de dvd/cd no m11x. Fico aqui penssando se o compro, porém pela falta de um leitor me recuso,
    apreoveitando a vez, pergunto-lhe se há diferenças em função do trabalho realizado pelo m11x em relação aos m15x e o m17x, e do m15x para o m17x, pois se não houver farei a compra de um m15x por vir com leitor de dvd/cd/blu-ray e pelo tamanho do aparelho ao mesmo tempo!

    • mnagano

      Oi Janderson,

      Para mim o maior atrativo do M11x é sua portabilidade e pela minha experiência, o papel de uma unidade de disco óptico nos dias de hoje está mais para fazer backup de dados ou instalar programas, apesar de que muita coisa está disponível para download pela rede.

      Minha sugestão é que você avalie suas rotinas de trabalho e se você se considera um heavy user de CD/DVD e/ou vai usar o seu note mais em casa do que em passeios/viagens, eu sugiro que você opte pelo M15x ou até mesmo um M17x onde você poderá contar com uma tela bem maior e teclado mais espaçoso, o que pode significa maior conforto de uso.