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Hands-on: Motorola RAZR MAXX

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Mais um membro da família RAZR chega ao mercado brasileiro no início de julho: agora é o Motorola RAZR MAXX, já com Android 4.0 e a promessa de maior duração de bateria em um smartphone.

O aparelho não tem preço definido ainda, mas será lançado inicialmente pela operadora Vivo.

As suas configurações incluem um processador dual-core de 1,2 GHz, tela de 4,3 polegadas qHD (540×960) protegida por Gorilla Glass (e corpo em Kevlar), câmera de 8 megapixels  e 1 GB de RAM.

Quase tudo igual ao RAZR original, só que mais espesso (8,99 mm) por conta da bateria de 3300 mAH – para comparação, a do Samsung Galaxy S III é de 2100 mAH – e vamos testar a fundo essa bateria para ver se ela é tudo que promete (80% a mais de autonomia, segundo a fabricante).

À primeira vista, a Motorola fez poucas mudanças de interface no Android 4.0 que vem no RAZR MAXX – e matou de vez o MotoBlur (êeeee).

Na base da tela, os botões do Android (nada de botão físico).

Acima do aparelho, vemos o conector de fones de ouvido/headset padrão 3,5 mm  e os conectores microUSB e miniHDMI (cabos inclusos na caixa):

No lado direito, controle de volume e botão de liga/desliga:

No esquerdo, uma portinhola que esconde a entrada para o microSIM card e o slot para cartão microSD para expansão de armazenamento (o RAZR MAXX vem com 16 GB de armazenamento interno).

Atrás, o acabamento em Kevlar e a câmera de 8 megapixels, junto com a parte traseira em kevlar (a anta aqui esqueceu de remover o plástico protetor). A unidade enviada para testes não parece ser a final – essa parte traseira dá a impressão de ter um adesivo colado nela (compare com a traseira do RAZR) 

A câmera de 8 megapixels também faz vídeos em 1080p.

 

Henrique Martin já escreveu na PC World, PC Mag, Folha de S. Paulo e criou o Zumo em 2007. Em 2011, o Zumo se transformou no ZTOP, referência em conteúdo original sobre tecnologia em um mundo pós-PC. Siga-o no Twitter: @henriquemartin