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Eu bebi Angry Birds

Tem momentos na vida que a gente precisa confessar, e na manhã de hoje eu acordei mais cedo para beber. Sim, beber duas latinhas de refrigerante Angry Birds que encontrei pra vender no supermercado ontem (e precisavam sair do frigobar porque iria mudar de hotel).

Na prateleira estavam quatro opções (porco verde, pássaro vermelho, pássaro amarelo e bomba espacial) e escolhi os meus favoritos. E bebi. Mas não tudo.

Como qualquer refrigerante, o dos Angry Birds é uma bombinha (ops, trocadilho detectado) calórica: mais de 100 kcal por lata de 330 ml. As latinhas são bem bonitas para atrair o público infantil (e os mais velhos viciados em passarinhos destruidores de porcos) e, não, eu não vou levá-las de volta pra casa.

Na Finlândia, essa versão de água, gás e açúcar já vende mais que Coca-Cola (!)

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O refrigerante é produzido em terras finlandesas pela Olvi, empresa de bebidas que também faz bebidas alcóolicas e outros soft drinks com personagens, como a Hello Kitty.

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E o sabor? Bem, a latinha intitulada Angry Birds Space Comet dizia no rótulo que era refrigerante de cola com laranja. Tinha cor de coca-cola, gás de coca-cola e sabor diluído da velha Pop Cola da Antarctica (se você foi criança nos anos 80 no Brasil, vai lembrar dessa atrocidade açucarada às papilas gustativas). Laranja? Nem um sinal. Mas gostoso, sem ser doce ao extremo. Gostei e tomaria de novo.

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Já o Angry Birds Tropic dizia ser um “mix de frutas tropicais”. Nem curto refrigerante de frutas cítricas, e o Tropic me lembrou uma Fanta mais doce com um toque de amargor no final. Se “tropical” em finlandês significa “Pomelo“, eles estão no caminho certo. Não deu pra tomar tudo, desculpe passarinho favorito.

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Se eu achar outros sabores do Angry Birds no mercado, atualizo este post depois com mais informações. Por enquanto, o refrigerante de cola é o favorito. Paguei algo em torno de 1,50 euro por lata (e pelo visto os negócios estão em plena expansão pela Europa).

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Henrique Martin já escreveu na PC World, PC Mag, Folha de S. Paulo e criou o Zumo em 2007. Em 2011, o Zumo se transformou no ZTOP, referência em conteúdo original sobre tecnologia em um mundo pós-PC. Siga-o no Twitter: @henriquemartin