ZTOP

Câmera digital Panasonic DMC-TS2: review

 

Voltado para aqueles que procuram uma câmera para uso casual literalmente “dura na queda”, a Panasonic  já oferece no Brasil a DMC-TS2, sua segunda geração de câmeras resistentes a água, choque, areia e congelamento.

Disponível nas cores prata, laranja, amarelo e azul, a TS2 é ligeiramente maior que um maço de cigarros (10 x 6,3 x 2,4 cm — LxAxP ). Seu gabinete externo em metal escovado com lateral em plástico preto, combinado com suas 167 gramas de peso resultam num equipamento que transpira solidez, além de um excelente padrão de qualidade. Se comparada com sua antecessora (DMC-TS1), a TS2 pode ser facilmente diferenciada devido ao seu chanfro horizontal (onde fica a marca Lumix) que proporciona maior rigidez estrutural ao conjunto.

Apesar disso, a Panasonic aposta na sua tecnologia para oferecer um produto não só elegante, mas também bastante resistente às interpéries, o que permite o seu uso em locais onde outras câmeras nem se atrevem a retirar a tampa de suas objetivas. Segundo o pessoal de Osaka, a TS2 é resistente à entrada de areia/pó e umidade no seu interior. Se a câmera ficar suja de areia, terra ou coisa pior, basta lavá-la na torneira com água fria. Observe que a câmera também pode ser usada debaixo d’água, podendo ficar submersa por até 60 minutos sob 10 metros de água.

Isso é possível graças ao uso de tampas seladas com uma camada interna de material siliconado que mantém o pó e a umidade do lado de fora. Observe que esse sistema de isolamento foi feito para funcionar com água fria, de modo que o usuário não deve ter idéias estranhas como levar a TS2 para tirar fotos do seu patinho de borracha dentro de uma banheira, levá-la junto numa sauna e nem tente impressionar as garotas e os amigos nerds mergulhando a TS2 num bule de chá quente.

Note que para garantir que essa selagem seja perfeita, a Panasonic recomenda que essas bordas estejam sempre bem limpas e livres de resíduos como grãos de poeira, fios de cabelo ou mesmo de areia. E para ajudar nesse asseio a empresa até já fornece com o produto uma escovinha para ajudar a remover impurezas:

Tanto o compartimento das portas de comunicação quanto a da bateria contam com um sistema de trava em dois estágios o que dificulta sua abertura acidental. Note a marcação sobre a tampa abaixo informando que essa câmera já é compatível com o novo padrão SDXC capaz de aceitar (por enquanto só na teoria) cartões de até 2 TB.

Observe que para quem deseja trabalhar com a TS2 extensivamente debaixo d’água a empresa oferece uma caixa estanque (modelo DMW-MCFT2 não disponível no Brasil) capaz de suportar profundidades de até 40 metros:

 

Fora isso a TS2 foi projetada para sobreviver a quedas acidentais de até 2 metros de altura e baixas temperaturas de até -10 ºC. Trata-se se um bom avanço se levarmos em consideração que a a DMC-TS1 aguentava quedas de até 1,3 metro, submergir a profundidades de até 3 metros e quando exposta a baixíssimas temperaturas ela literalmente “congelava”.

Observe porém que a Panasonic recomenda que num ambiente de frio intenso, a câmera seja guardada num local mais protegido (como o bolso do casaco) e só retirado de lá na hora de bater uma foto. Isso porque nessas situações existe a tendência natural da bateria caducar com o frio e do LCD se comportar de maneira estranha.

Para oferecer uma proteção adicional ao produto contra quedas, batidas e principalmente riscos, a Panansonic Brasil incluiu no seu pacote uma camisa de silicone bem reforçada …

…que se veste perfeitamente sobre a TS2 com todos os cortes devidamente posicionados para não atrapalhar o seu uso normal, precisando ser removida apenas na hora de remover o cartão/bateria ou conectar o cabo de dados/vídeo.

Trata-se de um execelente maneira de proteger a câmera no dia a dia, mas nem tudo é perfeito nela, já que a superfície externa ao mesmo tempo que proporciona uma excelente pegada (mesmo com o equipamento molhado) é um verdadeiro imã de poeira além de não deslizar facilmente sobre o tecido quando este entra ou sai do bolso.

 

Completam o pacote de acessórios um cabo USB, cabo de áudio/vídeo analógico, CD com drivers e utilitários (inclui o PHOTOfunSTUDIO 5.0 HD Edition), correia de pulso, recarregador de bateria DE-A59 com plug de tomada embutido, um cartão SDHC de 2 GB classe 4 e a escovinha de limpeza. Entre os itens não mostrados estão a documentação impressa (incluindo o manual do usuário) e o adaptador para tomada nacional também conhecido como tridente do capeta.

A caixa do produto segue o padrão da empresa e, ao contrario de outras embalagens que mais lembram um origami japonês, ela não tem divisórias internas, o que facilita recolocar toda a parafernália que acompanha a câmera sem quebrar muito a cabeça.

Mas de volta ao que interessa, a DMC-TS2 é vem equipada como um sensor CCD de 14 MP com capacidade de capturar imagens de até 4.320 x 3.240 pixels na proporção 4:3, tamanho que pode variar de acordo com a escolha de outras opções como 3:2 (4.320 x 2.880 pixels) ou 16:9 (4.320 x 2.432 pixels).

Assim como sua antecessora, a TS2 também grava vídeos no formato HD (720 x 1.280 pixels) no formato mpeg (.mov/QuickTime) ou AVCHD Lite. Seu pequeno flash tem um alcance de 5,1 m no modo grande angular e 2,8 metros no modo tele, ambos no modo Auto-ISO. A direita do flash fica o iluminador a LED branco usado tanto para para auxiliar o sistema de foco quanto para filmar em locais mais escuros.

Obviamente uma das estrelinhas desse produto é sua lente Leica DC Vario-Elmar 1:3.3~5,9 mm / f 4,9~22.8 ASPH. Traduzindo para o português, é uma lente Leica de desenho alemão do tipo zoom 28~128 mm formada por 10 elementos em 8 grupos sendo que cinco das lentes possuem superfícies de geometria complexa (aesférica). Interessante notar que essa lente fuciona mais ou menos como um periscópio, utilizando um prisma para desviar o feixe de luz para baixo onde os elementos ópticos que se movem dentro da câmera.

A grande vantagem dessa solução é que a lente não salta para fora da câmera resultando assim numa objetiva mais bem protegida contra as interpéries da natureza e mais ainda contra quedas e batidas. Em contrapartida isso limita um pouco o alcance da lente (especialmente no modo tele), assim como sua luminosidade que começa com F4,9 enquanto outros modelos como a DMC-LX3 iniciam com f2.0.

A presença do sistema de estabilização de imagem na lente (Power O.I.S. — sistema que a Panasonic afirma ser 2x melhor que o Mega O.I.S.) permite tirar fotos sem flash e sem o uso de um tripé mesmo em condições até que bem desfavoráveis de iluminação:

Além disso, essa objetiva também conta com o chamado Intelligent Resolution, um sistema de zoom digital implementado no seu processador de imagem Venus Engine HD II que trata a imagem digitalmente, permitindo estender o alcance do zoom óptico em até 30% sem comprometer em muito a qualidade da imagem.

Por exemplo, a próximas três fotos foram tiradas do mesmo lugar porém com o zoom da câmera setada em posicões diferentes sem o uso de tripé:

modo grande angular em 28 mm

modo tele em 128 mm (Intelligent resolution desativado)

modo tele em 128 mm + 30 % (Intelligent resolution ativado)

E se for o caso, a TS2 pode gerar zooms ainda mais próximos com o uso do recurso batizado de Extra Optical Zoom que pode ampliar o poder do zoom óptico de 4,6x para até 9,8x contra 6,0x do Intelligent resolution. Só que, nesse caso, a câmera utiliza apenas a parte central do sensor CCD resultando em imagens de apenas 3 MP. Vale a pena observar que tanto o sistema de foco automático, quanto o zoom normal e digital podem ser usados no modo de gravação de vídeo em HD.

Fora isso, o Venus Engine HD II permite outras façanhas notáveis como time-lag (tempo entre pressionar o botão e registrar a imagem) de 0,005 segundos ou bater fotos em sequência (Burst mode) a 1,8 imagens por segundo com e sem flash.

A parte de cima da câmera é dona de um layout bastante simples: a partir da esquerda podemos ver o seu alto-falante, microfone (logo acima do botão de OFF/ON), controle de zoom e o botão de disparo. Note que todos os botões ficam localizados numa parte rebaixada o que minimiza a possibilidade de pressioná-los acidentalmente.

Como era de se esperar para uma câmera para atividades intensivas, os controles da TS2 foram resesenhados para facilitar eu uso mesmo usando luvas. Assim em vez do tradicional anel de jog montado ao redor do botão de disparo, a TS-2 utiliza um botão tipo gangorra para controlar o zoom e um botão de disparo relativamente largo com acabamento recartilhado visando minimizar a possibilidade de que o dedo escorregue.

Já a sua base podemos ver o ponto de fixação do tripé (1/4″) e a porta do compartimento da sua bateria recarregável de íons de lítio modelo DMW-BCF10E (autonomia estimada em 360 fotos segundo a norma CIPA) e do cartão SD/SDHC/SDXC. E num mundo cada vez mais dominado por produtos made in China é interessante notar que a DMC-TS2 ainda é uma câmera japonesa fabricada no Japão (yay!).

Na lateral direita existe um segundo compartimento que dá acesso à saída de vídeo padrão HDMI Mini o que permite ligá-la direto numa TV Pansonic e controlá-la remotamente por meio da tecnologia VieraCast. Talvez por pura falta de espaço a Panasonic optou por adotar um conector proprietário que serve tanto para saída de A/V analógico quanto de dados USB. Eu particularmente odeio esse tipo de solução, por obrigar o fotógrafo a carregar mais um ou dois cabos a mais na bolsa de gadgets e ai se a gente perder um deles…

Finalmente, o painel traseiro é dominado pela sua tela LCD de 2,7 polegadas de 230 mil pontos, protegida por uma camada protetora anti-reflexiva que segundo a empresa é 30% mais espessa que a sua antecessora, permitindo assim que ela possa suportar a pressão d’água a 10 metros de profundidade contra 3 metros do TS1.

O painel traseiro é simples e intuitivo começando pelo seu disco seletor de modos no canto superior direito que ativa os principais modos de uso como o Intelligent Auto, foto normal, esportes, neve, praia e surfe, SCN (mais modos de cena) e a curiosa função clipboard, que armazena imagens numa pasta especial que pode ser rapidamente recuperadas e que pode ser usadas por exemplo, para registrar visualmente alguma informação importante como um aviso num quadro, uma etiqueta de oferta numa loja, o local exato onde você deixou seu carro no estacionamento etc. E assim como na abertura, a câmera procura orientar o usuário sobre a maneira correta de usar a câmera em ambientes agressivos.

Note porém que essa câmera não dispõe dos chamados modos manuais com funções do tipo Prioridade de Velocidade (Tv), Prioridade de Abertura (Av) e Manual (M). O máximo que o usuário pode controlar na imagem é ajustar a iluminação para mais ou menos 2 pontos de exposição por meio do botão +/-.

Mais ao centro do painel localiza-se o botão na forma de cruz que serve para navegar/confirmar entre as diversas opções da câmera e que também funcionam como botões de atalho para algumas funções muito utilizadas como a compensação de exposição, temporizador, controle do flash e ajuste de macro. Destaque para o botão de Rec (com a bolinha vermelha) inspirado nas filmadoras cujo objetivo é de agilizar o uso desse recurso cada vez mais apreciado pelos usuários.

Entre as diversas opções de idiomas, a interface com o usuário da TS2 pode ser programada para o português. Interessante notar que ao ligá-la ela pergunta se o usuário deseja rever as precauções necessárias para uso debaixo d’água.

Para outras funções menos utilizadas a câmera conta o chamado Q.MENU — que permite o acesso à diversas opções diretamente na tela…

 

… sem ter que entrar no menu de opções.

Uma sacada muio curiosa desse menu é que algumas funções importantes ficam localizadas ou na primeira ou na última página do menu de opções.

Por exemplo, a opção de formatar o cartão fica na última das seis páginas disponíveis:

Como já dissemos anteriormente, a TS2 pode gravar videos em HD tanto no formato .mov (mais indicado para usar no PC/Mac/internet) quanto no chamado AVCHD Lite (720p) um formato de alta definição meio esotérico e muito usado em filmadoras digitais. A grande sacada nesse caso é que as atuais TVs da Panasonic são capazes de reproduzir esse formato direto nas suas TVs Viera de modo que basta retirar o cartão de memória flash da câmera e inserir no slot SD da TV para apreciar seus vídeos em HD direto na tela grande.

Como é comum entre os fabricantes de câmeras, eles estão sempre procurando alguma coisa diferente para implementar nos seus modos de cena e a TS2 não foge dessa regra oferecendo 26 opções: Retrato, Pele Suave (retrato com suavização de pele), Transformar (estica ou comprime a imagem), Auto Retrato, Cenário (paisagem), Panorama (ajuda a fotografar, mas não as emenda), Retrato Noturno, Cenário Noturno, Comida, Festa, Luz de Vela, Bebê 1, Bebê 2, Animais, Pôr do Sol

Alta Sensibilidade, Captura rápida (várias fotos em sequência), Flash Contínuo, Céu Estrelado, Fogos de Artfício, Foto Aérea, Pin Hole, Granulação, Dinam. Elev. (imagens de Altíssimo Contraste?), Moldura e Subaquático (para fotos debaixo d’água).

Na maioria dos casos esses modos de cena são meio que auto-explicativos, mas me chamou a atenção os últimos dessa lista, em especial o Pin Hole, Granulação, Dinam. Elev. e Moldura. Para explicar esses modos mostraremos antes uma foto realizada no ajuste normal, mais indicado para as fotos do dia-a-dia:

Para quem não sabe, o chamado Pin Hole é o nome dado para um tipo de câmera que não usa lente onde a luz passa por um furo minúsculo normalmente feito com uma agulha (daí a origem do nome). Suas principais características são a iluminação irregular da cena (mais escuro nas bordas e claro ao centro) e uma grande profundidade de campo.

Já no modo Granulação a câmera é ajustada para o modo preto e branco e carregando pesado na granulação da imagem, resultando num efeito muito parecido com uma foto antiga.

Até onde entendi, o modo Dinam. Elev. o usuário pode brincar com o nível de saturação das cores desde o chamado modo normal

… passando pelo modo arte que satura as cores mais vivas. Esse efeito não ficou tão aparente nesse exemplo mas chega a ser gritante quando fotografamos tons mais sintéticos como uma lona colorida ou um cartaz de rua.

Já o modo preto e branco a imagem em si já diz tudo:

 

Como era de se esperar, o modo Moldura simplesmente adiciona uma moldura colorida sobre a foto, o que pode ser um recurso interessante em especial em festinhas de aniversário e coisas do tipo:

Se câmeras digitais fossem motocicletas, a Panasonic DMC-TS2 seria algo como uma fun bike ou seja, um equipamento para uso misto e preparado para se funcionar bem tanto na cidade quanto no campo e, no nosso caso também na praia, na neve, debaixo d’água etc. Sob esse ponto de vista, a TS2 é uma câmera mais voltada para garantir uma boa foto em quaisquer condições, o que pode fazer com que você nunca mais perca aquela foto de disco voador, saci-pererê ou mesmo daquele maldito monstro marinho que afanou seu lanche nas suas últimas férias no lago.

Isso faz com que ela dependa — e muito — dos chamados modos automáticos, ou seja, aqueles fotógrafos mais construtivos que gostam de controlar a imagem se valendo dos ajustes de velocidade e abertura podem se sentir meio limitados na TS2 já que ela não oferece poucos ajustes manuais. De um certo modo ela seria enquadrada mais como uma câmera de uso casual do que uma ferramenta criativa.

Resumindo, a TS2 é um produto muito interessante que combina muitas das qualidades desejadas numa câmera digital moderna dentro de um corpo que pode acompanhá-lo do serviço à balada, do alto de um avião até debaixo d’água.

Resumo: Panasonic Lumix DMC-TS2
O que é isso? — Câmera de bolso de uso casual à prova d’água e de choque.
O que é legal? — Óptica Leica/Leitz, pode ser usada debaixo d’água, filma em HD (720p).
O que é imoral? — Conector de A/V e dados proprietário. Nenhum controle manual.
O que mais? — A câmera resiste a quedas, mas isso não significa que você pode jogá-la da janela do prédio e esperar que ela sobreviva.
Avaliação: 8,0 (de 10). Entenda nosso sistema de avaliação.
Preço sugerido: R$ 1.699.
Onde encontrar: www.panasonic.com.br


Esse efeito não ficou tão aparente nesse exemplo mas chega a ser gritante quando fotografamos tons mais sintéticos como uma lona colorida ou um cartaz de rua.

Desde o século passado Mario Nagano analisa produtos e já escreveu sobre hardware e tecnologia para veículos como PC Magazine, IDGNow!, Veja e PC World. Em 2007 ele fundou o Zumo junto com o Henrique assumindo o cargo de Segundo em Comando, Editor de Testes e Consigliere.

  • Pingback: Tweets that mention Camera digital Panasonic DMC-TS2 (Review) | zumo -- Topsy.com()

  • YGS

    essa camera tem aquela limitação de só filmar clipes de até 2gb por vez, como a fz28?

    • mnagano

      Sim, segundo a ficha técnica da Panasonic o limite de de 2GB por arquivo de vídeo se mantém.

      O que pode ser feito nesse caso é começar a gravar um segundo, terceiro, quarto clipe no mesmo cartão até ele encher.

      [ ]s

      • YGS

        tem um bom motivo pra isso? não é prático! não faz muito sentido, ainda mais quando se trata de filmar em hd…

        • mnagano

          Acredito que seja algum problema na hora de gerenciar/manipular um arquivo desse tamanho já que, cá entre nós, 2 GB é um tamanho bastante respeitável pra burro e estamos falando de uma câmera de bolso e não de um PC.

          Fora isso, não se esqueça que muitos gravam vídeos na forma de takes que podem levar de alguns segundos até alguns minutos e que são juntados/editados depois no PC. Não me lembro com certeza, mas quando usei um cartão de 8 GB na TS2 acho que o máximo que ele marcava de tempo restante era algo em torno de seis minutos de vídeo contínuo.

          • Luis

            Pode ser por também por uma limitação do sistema de arquivos que o cartão usa. O fat32 por exemplo suporta arquivos com tamanho de até 2GB exatamente. Acima disso ele não grava de jeito nenhum.

          • Não deve ser isso, não… FAT32 suporta arquivos de até 4 GB.

            []'s!

  • dflopes

    ótima máquina.

    Esse rouch mode é muito bom para quem viaja para zonas inospitas a trabalho – não esquecer de passar na sua loja de eletronica favorita e comprar silicone pra vedar as portas de conexão.

    • mnagano

      Graxa de silicone né?

      Não vai usar aquele adesivo de vedar aquário que a portinha nunca mais abre.

  • acho o visual dessa camera maravilhoso mas os reviews de sites especializados nao falam nada bem da qualidade de imagem dela.