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App do dia: Emoze (push mail para celulares básicos)

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Nem todo mundo tem dinheiro para comprar um smartphone topo de linha, e às vezes um aparelhos simples e básico resolve a questão (de preferência, com dois ou mais SIM cards).

Alguns aparelhos têm clientes de e-mail básicos instalados, mas alguns vêm com o Emoze. Deixei o Android de lado por um tempinho para usar o aplicativo, e ele cumpre o que promete: entrega seu e-mail (em modo “push mail”) de diversas contas, e ainda sincroniza contatos e calendário (se usar uma conta do Google ou Outlook Web Access).

A interface do Emoze é simples e básica, como não poderia deixar de ser: ao entrar no app pela primeira vez, ele mostra as opções pré-configuradas: contas do Outlook Web Access, Gmail, seu provedor, Yahoo! ou Windows Live.

Conectei meu Hotmail (descanse em paz) e Gmail (não digite o @gmail após o nome de usuário: isso travou o aplicativo).

Dá para acertar as configurações – tempo de recuperação de mensagens, modos de leitura, entre outros.

E seu e-mail está lá de tempos em tempos, automaticamente.

O Emoze, porém, não pode ser baixado em uma loja de apps: ele já vem pré-instalado em alguns aparelhos já à venda no mercado brasileiro. Eu usei em um Motorola Motokey Social, mas ele vem de fábrica também em outros Motorola (MotoGo e Defy Pro, na versão para Android) e no multichip Venko Carisma.

Como disse, se você não tem dinheiro ou não quer gastar demais em um telefone, usar um com o Emoze pelo menos dá acesso a e-mail push em qualquer lugar.

De qualquer modo, dá para fazer o download de uma versão beta no site da desenvolvedora (esqueçam, o link é antigo) – deve sair em breve uma versão para Android no Google Play. (e fica a dica: se você tem um blog sobre apps, apague sua conta de e-mail do telefone antes de devolver, mesmo que seja um gmail genérico para receber spam, tá?)

Henrique Martin já escreveu na PC World, PC Mag, Folha de S. Paulo e criou o Zumo em 2007. Em 2011, o Zumo se transformou no ZTOP, referência em conteúdo original sobre tecnologia em um mundo pós-PC. Siga-o no Twitter: @henriquemartin